I
Aqui
Perto
E longe
Onde
Aprendi
O conto
Da gente
Anónima,
Gente de alma
Cândida ,
Genuina
Refinada
E humana.
II
Eu vou
Para o vento
Me levou
Desde o meu primero
Dia de nascimento,
Íntegro
E sincero
Para comigo próprio
E para com os outros
Que estão ao meu redor,
Com muito amor,
Aceitando o benefício
E benevolência
Da própria
Previdência.
III
O fim do primeiro
Período
Que foi tão duro
Para este contratado
Sem perspetivas,
Apesar de tantas "chuvas"
No ensino
E que o Ministério
O tem Constantemente chutado
Para o abandono
Para o desemprego
Ou para o semi-emprego
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Vós sabeis..

SABEIS
QUE SOIS
A MINHA RAZÃO
DE VIVER ?
I
A flor no jardim,
É como a alma
No corpo humano.
II
Sem alma,
Nada valemos,
Nada prestamos.
Vejo-vos
Como o espelho
Que me permite
Saber
E ver
Como me pareço;
Se por fora
Agrado as pessoas,
Ou detestam-me pelo meu aspeto exterior.
III
Amo-vos,
Adoro-vos
Quero-vos,
Estimo-vos.
IV
Dêem-me o espaço
E o tempo,
E assim não esqueço
O campo
Onde devo Rezar,
Onde devo deslizar
Suavemente
Como o vento forte.
V
Em vós,
Me ergo
Como amigo
Mesmo sem emprego
E apenas anelo
A vossa saúde,
A vossa felicidade
E de vós,
Falo
E falarei
Sempre como rei
No seu palácio
Sem exercício
E ofício.
VI
Vós sois
A minha força,
A massa
Espessa
Que me lança
Para o exterior,
Vinda do meu interior,
Com muita esperança.
VII
O sorriso
Expresso
No meu semblante,
Reflete
A imagem
De um homem
Com coragem,
Mesmo que as coisas não estejam a correr bem.
VIII
É preciso acreditar
E lutar
Pelo que acreditamos,
Pelo que sonhamos.
IX
Afastemos o ódio,
Semeemos o repúdio
À vingança,
À desgraça
Alheia,
À teia
De intrigas
Ou de pragas,
Para alcançarmos o pódio,
O sucesso
Com o nosso
Próprio
Esforço.
PV
CITY (5ª-FEIRA- 23HO2 MINUTOS), 26 DE
SETEMBRO DE 2013.
KANKAMBAL
(NDO)
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
A RAIVA
I
Todos têm raiva
Da minha pachorra
Em relação a tudo
O que está a acontecer comigo
E continuo imóvel e inerte.
II
Sou assim,
Foi assim
Que Deus me fez,
Que Deus me moldou
E a terra me regou.
III
A minha principal preocupação
É a situação
Do meu filho
Que neste momento
Está totalmente perdido
E eu não sei o que devo fazer com ele.
IV
Está a estudar
Sem o mínimo esforço,
Sem vontade e sem interesse.
Como pode conseguir sucesso escolar?
Que diabo ou diabos infernizam a vida do meu querido filho?
Eu acredito na justiça divina
E não tenho medo de ninguém
Aqui na terra,
Entre nós os humanos.
PV CITY(SEXTA-FEIRA, 21H15 MINUTOS), 06 DE AGOSTO DE 2013.
sexta-feira, 5 de julho de 2013
VOLVIDOS/...
|
Volvidos,
Passados
Dezasseis anos
Em
plenos
Sonos!
|
I
Mãe “ESTE”,
Foi assim
Que partiste
E deixaste
Sem mais palavras
As tuas criaturas!
Foi o fim
De tudo
Que criaste
Neste Mundo.
II
E eu
Suportei,
Aguentei
O peso
Do teu
Excesso
Neste
Mundo,
Que eu
Apelido
De “ESTE”.
III
O choro
Da tua partida
Foi um coro
Em mais de uma década.
IV
Uma década
De sofrimento,
De pranto,
De susto
Em susto,
Por cada
Partida
Que a vida
Foi pregando
Ao teu ” Ndo “,
Querido
E amado
E aos teus filhos,
Que também seguiram os mesmos trilhos.
V
“ESTE”,
Apesar de tanto
Tempo
No espaço,
No meu peito,
Continua o meu afeto,
O mesmo laço
Afetivo,
Continuando com o mesmo objetivo,
Com a visão no mesmo campo.
VI
“ESTE”,
A mim,
Deixaste
A missão
De continuar
A amar,
A educar
Os nossos filhos,
Com os mesmos conselhos
E sempre te
Disse, sim,
Minha “ESTE”:
Comprometo-me
Em meu nome.
VII
Hoje,
Bem longe
Disso,
Nada se verifica,
Nada fica
Do que te
Prometi,
Pois, fracassei,
Pois, falhei.
E hoje,
Estou no fosso,
No lodo,
Estou totalmente
Fracassado,
Sempre desempregado,
Porque não sou de quadro,
Não sou de Setembro.
IX
Ma, “ESTE”,
Só TE
Prometo
Continuar a ter fé,
Enquanto tiver saúde,
Fazendo finca-pé,
Com a esperança,
Força
No mesmo projeto.
X
“ESTE”,
Continue a alimentar,
A iluminar,
A ensinar,
A mostrar
O caminho
Mais certo:
O sonho
Da vida
Regrada,
Sobretudo
Do teu querido
Toninho.
PV CITY (5ª FEIRA- 10H20M), 20 DE SETEMBRO DE 2012.
MATTOS (NDO)
O MEU ORGULHO
1.
O MEU ORGULHO!
I
As palavras
Raras
Vezes pronunciadas,
São ouvidas
Com muita atenção
Pela audiência.
Falta saber se houve a compreensão
Da sua essência.
II
Eu que tanto
Detesto
A mentira,
A hipocrisia,
Durante muito
Tempo, vivia
Na miopia!
III
A senda
Seguida
Há mais de uma década
Produziu uma ferida
Bastante profunda!
IV
Quem
É que não tem
Uma religião?
Quem
Não tem
Uma crença?
Quem
Não tem
A esperança
Em si ou numa criança?
V
Todos
Somos
Religiosos,
E até os criminosos!
VI
Acredita-se
Sempre numa coisa,
Numa força
Superior,
Num amor
Até quando se
Definha,
Se espinha
E se transforma numa dor!
VI
A “cotovelada”
Levada
Na cama
Por quem não nos ama,
É um sintoma
De que o amor enferma,
A que posição
Do coração
Se extrema.
VII
Eu não acredito
Na maldade
Da individualidade,
Apesar do reconhecimento
Da sua existência
Na nossa vivência,
No nosso dia
A dia.
VIII
Acredito na pessoa
Humana,
Na sua bondade
Natural,
Apesar da maldade,
Que se perpetua
Em cada local,
Que nos mina
E nos domina.
IX
Reza-se tantas Avés - Marias
Todos
Os dias;
Os santos
Em todos
Os quartos,
Em todos
Os cantos!
Mas nos atos,
Só semeia
Desgostos;
Só semeia
Sofrimentos;
Frequenta-se
Igreja,
Mas tem uma alma
Rija,
Uma alma
Cheia
De vingança,
Cheia
De ódio,
De repúdio,
Pela criança
Sem uma defesa,
Sem mãe
E um pai
Em ausência!
Não! Não! Uma mãe
Ama !!!
Uma mãe,
Perdoa !!!
Compreende !!
Não fere suscetibilidade !!
X
"BACA
K KA TENE RABU,
DEUS K TA BANAL"
FREAMUNDE( PAÇOS DE FERREIRA, SÁ- 01H45 MINUTOS), 15 DE JUNHO DE 2013.
KANKAMBAL- MATTOS FERREIRA (NDO)
I
As palavras
Raras
Vezes pronunciadas,
São ouvidas
Com muita atenção
Pela audiência.
Falta saber se houve a compreensão
Da sua essência.
II
Eu que tanto
Detesto
A mentira,
A hipocrisia,
Durante muito
Tempo, vivia
Na miopia!
III
A senda
Seguida
Há mais de uma década
Produziu uma ferida
Bastante profunda!
IV
Quem
É que não tem
Uma religião?
Quem
Não tem
Uma crença?
Quem
Não tem
A esperança
Em si ou numa criança?
V
Todos
Somos
Religiosos,
E até os criminosos!
VI
Acredita-se
Sempre numa coisa,
Numa força
Superior,
Num amor
Até quando se
Definha,
Se espinha
E se transforma numa dor!
VI
A “cotovelada”
Levada
Na cama
Por quem não nos ama,
É um sintoma
De que o amor enferma,
A que posição
Do coração
Se extrema.
VII
Eu não acredito
Na maldade
Da individualidade,
Apesar do reconhecimento
Da sua existência
Na nossa vivência,
No nosso dia
A dia.
VIII
Acredito na pessoa
Humana,
Na sua bondade
Natural,
Apesar da maldade,
Que se perpetua
Em cada local,
Que nos mina
E nos domina.
IX
Reza-se tantas Avés - Marias
Todos
Os dias;
Os santos
Em todos
Os quartos,
Em todos
Os cantos!
Mas nos atos,
Só semeia
Desgostos;
Só semeia
Sofrimentos;
Frequenta-se
Igreja,
Mas tem uma alma
Rija,
Uma alma
Cheia
De vingança,
Cheia
De ódio,
De repúdio,
Pela criança
Sem uma defesa,
Sem mãe
E um pai
Em ausência!
Não! Não! Uma mãe
Ama !!!
Uma mãe,
Perdoa !!!
Compreende !!
Não fere suscetibilidade !!
X
"BACA
K KA TENE RABU,
DEUS K TA BANAL"
FREAMUNDE( PAÇOS DE FERREIRA, SÁ- 01H45 MINUTOS), 15 DE JUNHO DE 2013.
KANKAMBAL- MATTOS FERREIRA (NDO)
Parte superior do formulário
o

Parte inferior do formulário
SOU MAIOR,
SOU SUPERIOR
PARA ULTRAPASSAR A DOR
DO AMOR
I
Eis o gladiador,
Filho do lavrador
Aquele que aprendeu a dar o valor
A qualquer feitor,
A qualquer construtor
Que se empenha com vigor
E com muito suor,
Para proporcionar o amor
A criança, mulher, velho,
Numa palavra, o pão
E a compreensão.
II
A minha preocupação
Maior,
Não é tanto o amor,
Mas sim a dor
Da desagregação
De qualquer
Lar,
Em qualquer
Lugar.
III
A minha aflição,
É a afeição
Que se tem no coração,
Em relação
Àqueles que estão
Na nossa alma
E que poderão
Enfrentar o drama
Da separação.
IV
Como sonhador,
Venho expôr
A dor
Que vem do meu interior
Em relação às pessoas que muito amo,
Em relação às pessoas que muito estimo.
V
No entanto,
Sei redimensionar
E separar
Cada contexto,
Tanto
A nível pessoal,
Famiar,
Bem como profissional.
V
Estou firme
No leme,
Em direcção
À missão
Que o Criador,
O meu meu progenitor
Me confiou
E posteriormente, alguém me segredou.
Pelo que, sou maior,
Superior,
Para ultrapassar a dor
Do amor
E nunca vacilar
Em relação a um pilar
Basilar:
A esperança
Da criança !
FREAMUNDE (PAÇOS DE FERREIRA- 2ª FEIRA, 10 HORAS), 10 DE JUNHO DE 2013.
KANKAMBAL- MATTOS FERREIRA (NDO)
SOU SUPERIOR
PARA ULTRAPASSAR A DOR
DO AMOR
I
Eis o gladiador,
Filho do lavrador
Aquele que aprendeu a dar o valor
A qualquer feitor,
A qualquer construtor
Que se empenha com vigor
E com muito suor,
Para proporcionar o amor
A criança, mulher, velho,
Numa palavra, o pão
E a compreensão.
II
A minha preocupação
Maior,
Não é tanto o amor,
Mas sim a dor
Da desagregação
De qualquer
Lar,
Em qualquer
Lugar.
III
A minha aflição,
É a afeição
Que se tem no coração,
Em relação
Àqueles que estão
Na nossa alma
E que poderão
Enfrentar o drama
Da separação.
IV
Como sonhador,
Venho expôr
A dor
Que vem do meu interior
Em relação às pessoas que muito amo,
Em relação às pessoas que muito estimo.
V
No entanto,
Sei redimensionar
E separar
Cada contexto,
Tanto
A nível pessoal,
Famiar,
Bem como profissional.
V
Estou firme
No leme,
Em direcção
À missão
Que o Criador,
O meu meu progenitor
Me confiou
E posteriormente, alguém me segredou.
Pelo que, sou maior,
Superior,
Para ultrapassar a dor
Do amor
E nunca vacilar
Em relação a um pilar
Basilar:
A esperança
Da criança !
FREAMUNDE (PAÇOS DE FERREIRA- 2ª FEIRA, 10 HORAS), 10 DE JUNHO DE 2013.
KANKAMBAL- MATTOS FERREIRA (NDO)
Parte superior do formulário
o

Parte inferior do formulário
A fonte!
Fonte, das nossas almas,
mato da nossa infancia
Vi as lagrimas nos olhos
de bandjumpor,
Mas as suas lagrimas quente
nao vim dos olhos
mas da profunidade da alma
e num misterio de remorço
inconsolavelmente,chorei
li nos meus proprios olhos
o trageco desfecho
Perdi o tino:
E para nao acobardar,
Aminha pobre cachimona,
dava volta do meu cerebro
nas ideias e, nas ondas cilenciosas
Fonte, das nossas almas,
mato da nossa infancia
Vi as lagrimas nos olhos
de bandjumpor,
Mas as suas lagrimas quente
nao vim dos olhos
mas da profunidade da alma
e num misterio de remorço
inconsolavelmente,chorei
li nos meus proprios olhos
o trageco desfecho
Perdi o tino:
E para nao acobardar,
Aminha pobre cachimona,
dava volta do meu cerebro
nas ideias e, nas ondas cilenciosas
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Fernando Matos Ferreira Esta poesia do meu sobrinho Osvaldo, realçando àquele lugar sagrado da
família e que a todos toca. Oh! Como me lembro do Banjumpôr! O outrora, o lago,
a fonte, o desígnio dos princípes! As nossas brincadeiras, as nossas correrias,
os jogos!
Fidalgo Raúl Ferreira tio Fernando Matos Ferreira,
por acaso esta poesia d tio osvado batica ferreira, e impressionante...
o

Parte inferior do formulário
E ... VOU...
PARA ONDE ALGUÉM CAVOU...
I
A réstia da esperança
É mínima
Na alma
Que já não encontra a sua própria raça.
II
No entanto,
Me mergulho
No meu próprio orgulho
Para ter o ímpeto
Na senda
Que é a própria vida!
III
No meu fundo,
Vem o manto
De Pelundo,
O canto
Dos pássaros
De Banjumpôr
Lá em Utiacôr,
Dando-me temperos,
Adubos
Das tribos
De "bantumbi",(1),
Para enfrentar tempestades,
Para enfrentar as dificuldades,
Com coragem e determinação,
Em cada instante e em cada ocasião.
IV
Quando o sonho
Não definha,
Leva-nos a escalar a montanha,
E nada nos impede
Continuar, enquanto tivermos a saúde
E a força
Para seguirmos o caminho,
Com a esperança.
V
Dedico este poema
No fundo
Da minha alma,
Para todos os meus sobrinhos,
Os meus filhinhos,
Desejando
Que lutem pelos seus sonhos!
VI
Só se engana
Aquele que faina,
Aquele que trabalha,
Aquele que batalha,
Dia
Após dia,
Pois, quem está deitado,
Não tem fado.
VII
Despeço-me
Por agora
E vou à procura
D,outra
Doçura,
D,outra
Postura,
Que me alegra
Como criatura,
Digna desse nome.
VII
O deleite
Da leitura,
Da escrita,
Incita
A minha mente
À demanda,
À procura
Do que não me peque
Da vida
Terrena,
Da coisa obscena
E assim, me purifique.
VIII
O sonho
Do tacanho
Manjaco
Na terra do branco,
Esbarra-se
Com a crise
Na Europa,
Porque nem a sopa,
Garante
Àquele
Que dele,
É dependente.
IX
A máxima,
Ou, a música
Manjaca
Do manjaco
Américo,
Começa a ter sentido,
A ter significado:
"Os kotas"
Já não são apostas
Na Europa.
O momento é, arrumar a sua roupa,
Porque a terra os chama"
1. Bantumbi, a geração da minha (a nossa) tribo(?).
FREAMUNDE( PAÇOS DE FERREIRA-DO-18H20MINUTOS), 09 DE JUNHO DE 2013.
KANKAMBAL- MATTOS (NDO)
PARA ONDE ALGUÉM CAVOU...
I
A réstia da esperança
É mínima
Na alma
Que já não encontra a sua própria raça.
II
No entanto,
Me mergulho
No meu próprio orgulho
Para ter o ímpeto
Na senda
Que é a própria vida!
III
No meu fundo,
Vem o manto
De Pelundo,
O canto
Dos pássaros
De Banjumpôr
Lá em Utiacôr,
Dando-me temperos,
Adubos
Das tribos
De "bantumbi",(1),
Para enfrentar tempestades,
Para enfrentar as dificuldades,
Com coragem e determinação,
Em cada instante e em cada ocasião.
IV
Quando o sonho
Não definha,
Leva-nos a escalar a montanha,
E nada nos impede
Continuar, enquanto tivermos a saúde
E a força
Para seguirmos o caminho,
Com a esperança.
V
Dedico este poema
No fundo
Da minha alma,
Para todos os meus sobrinhos,
Os meus filhinhos,
Desejando
Que lutem pelos seus sonhos!
VI
Só se engana
Aquele que faina,
Aquele que trabalha,
Aquele que batalha,
Dia
Após dia,
Pois, quem está deitado,
Não tem fado.
VII
Despeço-me
Por agora
E vou à procura
D,outra
Doçura,
D,outra
Postura,
Que me alegra
Como criatura,
Digna desse nome.
VII
O deleite
Da leitura,
Da escrita,
Incita
A minha mente
À demanda,
À procura
Do que não me peque
Da vida
Terrena,
Da coisa obscena
E assim, me purifique.
VIII
O sonho
Do tacanho
Manjaco
Na terra do branco,
Esbarra-se
Com a crise
Na Europa,
Porque nem a sopa,
Garante
Àquele
Que dele,
É dependente.
IX
A máxima,
Ou, a música
Manjaca
Do manjaco
Américo,
Começa a ter sentido,
A ter significado:
"Os kotas"
Já não são apostas
Na Europa.
O momento é, arrumar a sua roupa,
Porque a terra os chama"
1. Bantumbi, a geração da minha (a nossa) tribo(?).
FREAMUNDE( PAÇOS DE FERREIRA-DO-18H20MINUTOS), 09 DE JUNHO DE 2013.
KANKAMBAL- MATTOS (NDO)
Parte superior do formulário
o

Parte inferior do formulário
VIDA
SERIA BELA
SE EM CADA
VILA...
I
O que custa
Cada um fazer um pequeno,
Esforço,
Um laço
Como humano,
Para o entendimento
À nossa volta,
Evitando o conflito?!
II
Diariamente,
Amiudadamente,
Se assiste
Querelas
Frívolas,
Sem piedade
No seio da família,
Da sociedade,
Tertúlia!
III
Para quê, irmãos?!
Por que não darmos às mãos
E vivermos em paz
No que cada um faz?
Por que se fervilha
A guerrilha
Feroz
Em cada um de nós?!
IV
Perdemos imenso tempo,
Machucando o nosso corpo
E a nossa mente,
Esquecendo o que existe
À nossa frente,
Não resiste
A morte!
V
Toda a riqueza
Humana,
Emana
Da nossa
Pureza,
Do que cada um se sente
Para cada semelhante.
VI
O convívio
Seria um alívio
Para todos os problemas reles,
Para todos os males
Que afetam a nossa sociedade,
Que afetam a humanidade...
VI
A felicidade,
Depende
Da atitude,
Da sinceridade,
Da ombreadade
Em que se incide
À resolução de cada tema,
De cada problema
No seu global,
No seio tribal
Ou familiar.
VII
O trono
Não é eterno
Para sicrano,
Ou para beltrano.
O destino
Cinge um pano
A cada um, para um determinado
Reinado.
VIII
O sorriso
Verídico
Em cada fisionomia,
É um passo
Autêntico
Para a autonomia
Da nossa vivência,
Da nossa existência
Como seres,
Não extraterrestres
Com muitos poderes.
IX
Neste espaço,
Faço
Um esboço,
Um troço
Que me leva a um laço
Escasso
E sem excesso
A cada sujeito,
Numa palavra, com todo o respeito.
FREAMUNDE (PAÇOS DE FERREIRA-DO - 17HORAS), 09 DE JUNHO DE 2013.
KANKAMBAL - MATTOS FERREIRA (NDO)
SERIA BELA
SE EM CADA
VILA...
I
O que custa
Cada um fazer um pequeno,
Esforço,
Um laço
Como humano,
Para o entendimento
À nossa volta,
Evitando o conflito?!
II
Diariamente,
Amiudadamente,
Se assiste
Querelas
Frívolas,
Sem piedade
No seio da família,
Da sociedade,
Tertúlia!
III
Para quê, irmãos?!
Por que não darmos às mãos
E vivermos em paz
No que cada um faz?
Por que se fervilha
A guerrilha
Feroz
Em cada um de nós?!
IV
Perdemos imenso tempo,
Machucando o nosso corpo
E a nossa mente,
Esquecendo o que existe
À nossa frente,
Não resiste
A morte!
V
Toda a riqueza
Humana,
Emana
Da nossa
Pureza,
Do que cada um se sente
Para cada semelhante.
VI
O convívio
Seria um alívio
Para todos os problemas reles,
Para todos os males
Que afetam a nossa sociedade,
Que afetam a humanidade...
VI
A felicidade,
Depende
Da atitude,
Da sinceridade,
Da ombreadade
Em que se incide
À resolução de cada tema,
De cada problema
No seu global,
No seio tribal
Ou familiar.
VII
O trono
Não é eterno
Para sicrano,
Ou para beltrano.
O destino
Cinge um pano
A cada um, para um determinado
Reinado.
VIII
O sorriso
Verídico
Em cada fisionomia,
É um passo
Autêntico
Para a autonomia
Da nossa vivência,
Da nossa existência
Como seres,
Não extraterrestres
Com muitos poderes.
IX
Neste espaço,
Faço
Um esboço,
Um troço
Que me leva a um laço
Escasso
E sem excesso
A cada sujeito,
Numa palavra, com todo o respeito.
FREAMUNDE (PAÇOS DE FERREIRA-DO - 17HORAS), 09 DE JUNHO DE 2013.
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