sábado, 31 de julho de 2021

 KU

PURCU,

BU

TA KUMÉ

FARELO!


I


É inadimissível

Senão impossível

Aceitar que alguém 

Nos maltrate

Na nossa propria terra!

Já há tempos

Fomos humilhados

E mal tatados 

Pelos colonialistas, 

Pelos invasores.


II


À razão 

Pelo que, na nossa nação 

Um cidadão, 

Um concidadão

Tomou a decisão,

Que consciencialização 

De cada irmão,

Era fundanental

Para a libertação 

Total 

Do nosso chão,

Com o objetivo de acabar com a humilhação, 

E, consequentemente, com a expulsão 

Do invasor, 

Do agressor.


III


Ó Patria,

Quem

Diria 

Que alguém 

Voltaria

A apoderar-se

De novo,

E ter a posse

Do pedaço,

Não 

Tão 

Imenso,

Que é o nosso

Universo,

O nosso,

Àquele que é do nosso

Povo?!


IV


O" b-a-ba,

Em Buba,

Em Bruntma,

Em Bolama,

Em Nova Lamego,

Em Canchungo,

Em Canchuma,

Noutros luguares

Distantes

De Bissau,

As crianças,

Os adolescentes 

Já não sabem,

Desconhecem

O que significa escola,

Incluindo os de Bula,

De incoré

De Cacine,

De Bafata,

De Gabu,

Etc.!

Já não têm, 

Esperanças?!


V


Falta

Di rispitu,

Depois da grande conquista

Da independência 

De nô terra

Em 1973(1974),

Volta

Conquinu porta!

I preciso pa nô lanta

Mass(mais) pa luta

Pa nô terra,

Não ku tarçadu,

Pó, lamparan ou canhong,

Má(mas) ku caneta,

Não ku arma

Na mon,

Mass(mas) pa rispita

O " império da lei",

Pa dignidade 

De cada pessoa humana,

Suma cusa sagradu

Na face di terra,

Na face di mundu

Civilizadu!!!


VI


Faltang

Rispitu

Na nha próprio terra?!


Brandoa ( sábado,  16h35m), 31 de julho de 2021.


       KANKAMBALL (NDO)

 COM MUITO

RESPEITO

E DETERMINAÇÃO,

PARTO

PARA AGOSTO 

PARA A HIBERNAÇÃO 

E  A INAÇÃO...


I


Justo

Ou não,

Parto

Para o mês de agosto

Com uma razão:

Descanso

Merecido

E devido

Pelo  grande esforço 

De labor,

Com muito 

Amor,

Num espaço

Bastante restrito

E curto.


II


As minhas atividades

De interatividade

Com a minha comunidade

Do Facebook,

Serão limitadas,

Preenchendo os momentos

De afetos

Com os meus prediletos,

Que o sr Corona barrou

E limitou,

Há quase um ano.


III


A todos,

De coração,

Desejo o mesmo,

Com muito amor

E muita saúde!!!


NDO 


Brandoa (domingo, 01:41), 01 de agosto de 2021.


                               KK(NDO)

quinta-feira, 29 de julho de 2021

 OUVIR

O PORVIR...!

OUVIR

O PORVIR...!


I


Pensar

Longe

Do hoje

Que se vive,

Num dado 

Lugar

E num dado

Período. 


II


Ouvir

O porvir

E seguir

As linhas

Desenhadas nas folhas,

Nas palavras

Mestras,

Ditas

E escritas

Pelo nosso  Senhor

Criador,

O nosso  Pastor 

E Protetor...


III


Os dias passam

E nos deixam

Conhecimentos

E ensinamentos 

Ricos,

Verídicos,

Para a nossa vivência 

Diária,

Para  a nossa  existéncia 

Humana.

Plena.


IV


O mês 

De julho,

Que praticamente

Nada

Se fez

Em termos do verdadeiro  trabalho,

Na medida

Do labor

E do teor

Didático, 

Pedagógico

E científico,

Ou, seja, Algo de brilhante...!


V


Para findar,

Quero dar,

Desejar

Boas FÉRIAS 

A todos os colegas 

Em especial,

E a todos os funcionários 

Públicos,

Em geral,

Na companhia

Da família,

Com muita saúde,

Carregando 

E renovando 

Energias

Para o próximo 

Ano letivo

(Civil)!


(Continua)


Brandoa ( Amadora, quinta -feira , 22:00), 29 de julho de 2021.


                       Kankamball ( NDO)

I


Pensar

Longe

Do hoje

Que se vive,

Num dado 

Lugar

E num dado

Período. 


II


Ouvir

O porvir

E seguir

As linhas

Desenhadas nas folhas,

Nas palavras

Mestras,

Ditas

E escritas

Pelo nosso  Senhor

Criador,

O nosso  Pastor 

E Protetor...


III


Os dias passam

E nos deixam

Conhecimentos

E ensinamentos 

Ricos,

Verídicos,

Para a nossa vivência 

Diária,

Para  a nossa  existéncia 

Humana.

Plena.


IV


O mês 

De julho,

Que praticamente

Nada

Se fez

Em termos do verdadeiro  trabalho,

Na medida

Do labor

E do teor

Didático, 

Pedagógico

E científico,

Ou, seja, Algo de brilhante...!


V


Para findar,

Quero dar,

Desejar

Boas FÉRIAS 

A todos os colegas 

Em especial,

E a todos os funcionários 

Públicos,

Em geral,

Na companhia

Da família,

Com muita saúde,

Carregando 

E renovando 

Energias

Para o próximo 

Ano letivo

(Civil)!


(Continua)


Brandoa ( Amadora, quinta -feira , 22:00), 29 de julho de 2021.


                       Kankamball ( NDO)

 DOS ARANHA-CÉUS CAEM GOTAS ESPERADAS:

OS BICHOS DOS BISSILONS


I

Guiné abafada pelo vapor,

Guiné sob à segunda opressão e negrume, 

Dos "bissilons" das estradas, 

Caem gotas esperadas:

Os BICHOS 

Que devoram os seus semelhantes próximos!


II


O anseio já há muito tempo 

Aguardado pelos seus filhos,

É o que presentemente se vive,

Confiantes na sua geração,

Presente e vindoura!

III

Enquanto o GEBA se passeia,

O CORUBAL, com a sua água doce,

Aproxima-se dia-a-dia 

Que, do Norte de Farim, imóvel permanece!


IV


Os cinco séculos volvidos

Entre nós e os nossos antepassados,

deram-nos, netos e filhos,

Os rastos

Dos seus esqueletos;

Deram-nos uma visão clara e evidente da sua supremacia;

Os cinco séculos de corrupção e dominação,

Os cinco séculos de submissão e alienação,

Justificam o que somos nesta área.


V


Quem nos deu ao mundo?

Que instrumentos utlizavam os nossos antepassados?

Como têm labutado?

Com quem se assemelhavam?

Que características generícas possíam?

Como vestiam?


V


E o CO0RUBAL, 

Donde nasce e desagua?

Tem algo comum ao GEBA?

Existia uma guerra tribal

Com o BUBA?

E com o CACHEU, existiu uma trégua?

Como era a sua água?

Há quantas milhas se encontra?

No território, como se integra?


VI

 GUINÉ, Ó GUINÉ, te choramos! 

GUINÉ, Ó GUINÉ, te lamentamos!

Pelo que foi e hoje é!

Pelo que hodiernamente o teu povo vive ,

Encolhe e sobrevive!


VII


O canto marítimo

Usurpou o canto terrestre!

O u"uivo" do Unintu, imitou o "miar" do Cá!

O vinho palmo de Manecin turvou o chá predilecto do Carvalho!

O dilúvio ergue-se no cume dos efeitos vulcânicos!


VIII


Ó GUINÉ, o " ainda se soma ao "19"!

Ó GUINÉ, O "14"  é o eco do "24"!

Ó GUINÉ, o "14" aproxima-se ao "4 " do país contíguo!

Ó GUINÉ, o "14" floresce-te

E pinta-te!


IX


A ti, viraram  os olhos e as costas.

A ti, deram a grandeza o o pseudónimo ,

Mas, os que te guardam no interior,

Ganaciosamente fazem e farão de ti 

A terra do turismo

E da hospitalidade.


 X


Os seus emigrantes ouviram o seu apelo,

Mas, hesitam responder-te 

E cochichar-te.

As brisas de Bubaque esbofateiam-nos diariamente,

Mas a incerteza e a insegurança estrangeira, encrencam-nos.


XI


"Die" túr" esta aberta na Guiné,

Guiné para os Guineenses

Que não ousavam "bater" die záhne,

Porque a Maria Negra(Mãe)vê o seu filho 

Com a pupila artificial,

Com o "Karau" dourado.


XII


Sehrr zúfrieden sind Guineenses,

Weil sehen sie sein ... frei,

Weil kónhen sie jetzt sprechen,

Weil ihre kinder haben jtzt nicht hunger.


DAKAR(SENÉGAL), LE 16 NOVEMBRE 1980.


                                                                 MATTOS (NDO)


Poesia alusiva ao meu país, após o denominado  " Movimento Reajustador "que derrubou Luís Cabral, em 14 de Novembro de 1980. Encontrava-me no Senegal a passar as férias, em Dakar, Sicap Liberté IV. Volvidos trinta e quatro anos quis, com muito prazer,partilhá-la com familiares e amigos, publicando-a no Facebook(hoje, 30 de Julho de 2014, às  2 horas).

 AMANHECE-SE 

PELA CONSCIENCIALIZAÇÃO


I


Vim a conhecer a história  europeia,

Devido à corrupção,

Vim a conhecer a cultura europeia

Devido à alienação,

Deixando-me uma tira

Negra 

Sobre os meus olhos.


II


Falando seriamente  de ti,

Absolutamente nada conheci;

Não me falaram de ti,

Mãe África!

Porque, segundo eles, a tua história era oca!


III

Hoje, elucidaram-me de ti,

Falaram-me de ti,

Como um dos berços da Humanidade.

Hoje, deram-me um panorama geral da tua fertilidade.

Consagrarei esse mérito

 Para o teu engrandecimento.


IV


Com os olhos relaxadamente ensopados,

Com braços marcados 

Pelo tempo ,

Com rostos enrugados

 Pela labuta quotidiana,

Te entregamos à geração vindoura.


V


Não queremos mais sujeira no nosso "FATHERLAND",

Não queremos mais a promiscuidade alheia.

Queremos que seja a raiz genuína  o teu sustentáculo,

Para que não amareleçam as tuas folhas.


VI


Quando verei o teu telhado

Equipado d,outro uniforme?

Dando uma labareda benigna ,

Iluminando os caminhos espinhosos?


VII


Irmãos,

Encaremos a madrugada 

E o sol nascente!

Irmãos,

Ergamos bem as cabeças!

Tenhamos audições atentas!

Abramos os olhos bem abertos

E escutemos os irmãos 

De cabeças prenhes!


VIII


A fome e a miséria,

O racismo 

E o divisionismo,

Passarão,

Quando os teus(os nossos)irmãos 

Voltarem.


IX


Menino chorando

No seio dos seus pais,

Menino abatido

Pelo quotidiano,

Vê(o embrião ) aproximando

No horizonte ventos reais,

Perguntando-lhe o que causou o dano.


DAKAR, le  1  Novembre 1980.


                                                     MATTOS (NDO)

 Recordar,

Fazer lembrar

O escrito,

O dito:


É PRECISO SACRIFÍCIOS


PARA COLHER BENEFÍCIOS


I


Dia

Após dia,

Suplico

A Deus 

Que me dê 

A saúde,

A luz 

E que me conduza

Para o caminho 

Do amor,

Da compreensão

E da solidariedade.


II


Suplico

A Deus

Que ilumine

Os netos

E os bisnetos

De Tymanane

E de Docudjune,

Netos

E bisnetos 

De Tchaku

E de Batchabu.


III


Que nas suas ações diárias

Repletas de tristezas

E de alegrias,

Tenham forças

Para enfrentar os desafios,

Sacrifícios

A fim de colherem benefícios

Mais tarde, 

Para a própria felicidade!


 

IV

 

Manjaco

Agnóstico,

Animista,

Católico

Apostólico

Romano,

E ao mesmo tempo um apologista

Que acredita

Nas potencialidades do ser humano.


V


Que cada

Um afine

A sua personalidade,

A sua individualidade,

Para que, na heterogeneidade,

Haja a pluralidade

De homogeneidade

Em cada

Sociedade 

Que se define

Na humanidade.


VI


Para que os jovens consigam benefícios,

É necessário que os “velhos”

Lhes dêem oportunidades,

Que lhes concedam trabalhos,

Aceitando as suas “caducidades”

E larguem os lugares

“Seculares”,

Àqueles que ocupam há “séculos”, 

Porque não são os melhores

E, assim, passam a “símbolos”

Nacionais

E internacionais.


VII


Os ditos “revolucionários”,

São catalogados

De reacionários,

De “comunistas”,

Pois, não estão conformados,

Nem tão pouco são conformistas

Com os cenários

Diários

Dos seus países,

Porque pretendem outras hipóteses.


VIII


O poder não lhes cansam,

Porque se “afogam”

Em “divisas”

Imensas,

Produtos

Dos sofrimentos

Dos seus povos,

Esses, transformados em novos

Cativos,

Em novos

Servos,

Em novos

Escravos!


IX


Em África,

Abundam esses exemplos;

Dirigentes sem escrúpulos

Que açambarcam,

Que se apropriam

Da “coisa pública”,

Como se fosse a sua propriedade

E aos povos, massacram,

Exploram

Sem dó nem piedade!


X


Oh! Não!

É preciso um safanão,

Dar um empurrão

A cada Nação,

Tomar uma decisão

Sem hesitação,

Varrendo (como lhes chamo) os abutres,

Os militares,

Outros “Hitleres”,

Acantonando-os nos quartéis

A fim de cumprirem os seus papeis,

Dando-lhes outras regalias

Com mais valias.


BENFICA (LX) (4ª-feira, 12H25 MINUTOS), 29 DE JULHO DE N2015.


                                                                                KANKAMBALL ( NDO)

quarta-feira, 28 de julho de 2021

 Ó COMO

ME LEMBRO

DESSE MERCADO 

DE ENCARNAÇÃO  !


 MUNDO NÃO TEVE NEM TERÁ FIIM

 DEPOIS DE MIM


I


O ser humano,

O homem, 

Só tem

O valor

Se tiver o amor

Em relação ao seu próximo.


II


 O seu carácter 

Mede-se pelas suas acções 

Diárias

E pelas alegrias

Que distribui pelos corações,

Para melhor

Consigo, viver.


III


Em cada palavra

Que eu escrevo,

Fá-la com muita honra

Em memória dos que muito devo

Neste mundo,

Sobretudo 

Aos meus pais

E também ao meu país.


IV


Nasci

E sorri 

Para o mundo 

Que me tem acolhido

Como um filho querido;

Pelo que fico muito grato. 

Pelo facto.


V


Ninguém

É mais ninguém,

Pois,

Ninguém

Tem 

O direito sobre outrem,

Sobre qualquer homem;

Por isso, todos devem 

Contribuir para o bem,

Não só dum,

Mas para o bem 

Comum.


VI


A misericórdia

Em cada dia

De cada homem,

Não significa a cobardia,

Mas a coragem 

E o valor que possui

No seu “ i “(…).


VII


A superioridade

Na humanidade,

É uma questão de individualidade

Da (própria) dignidade

De cada ser

No seu conviver,

Pois, é algo de relatividade

De cada.


VIII


Conforme o meio 

E as circunstâncias,

Assim é o benefício,

Assim são as regalias

Que cada sujeito 

Tem como proveito,

Se de tudo souber 

Tirar o máximo de dividendos 

Para os seus fundos.


IX


Os seres humanos passam,

O mundo fica;

Os homens tropeçam,

Mas o mundo não estica;

Permanece no mesmo sítio,

No mesmo pátio.


X


Quero,

Queria

Que as minhas “porcarias”,

Que as minhas “loucuras”

Na utilização 

Das letras,

Na composição 

Das palavras,

Fossem alegrias

Para todos aqueles que têm um bom “faro”

Para cada livro,

Para cada brochura,

 Ou para cada obra.


 MERCADO DE ENCARNAÇÃO SUL (LISBOA), 10 DE MARÇO DE 2007.


                                                                     MATTOS (NDO)

 SEM TÍTULO.

APENAS O MEU PRÓPRIO DUELO,

UM JOGO SEM GOLO


I


Pego 

Na caneta

E escrevo

Uma coisa

Que me vem

À cabeça;

Algo

Que sinta

Que devo

Transmitir

A alguém

Sem

Mentir,

Para diminuir

A pressão 

Interior

Vinda do coração

Para o exterior.


II


É o vazio,

O silêncio,

O meio

Que me permite

“Voar”,

Para lugares 

Desconhecidos,

Lugares imaginados

Onde habitam

Outros seres,

Como monstros,

Insectos,

Répteis,

Afáveis

E corruptos,

De dia e de noite,

E que me falam

Sem cessar,

Ininterruptamente.


III


Lembro-me

De cada nome,

De cada espécime,

Como o ditame

Da fome

Numa hora íngreme,

Que nos obriga a pegar no leme

Com todo o volume

Até ao cume,

Mesmo debaixo do lume.


IV


A Insónia

Acaba com a agonia

Do homem 

Que não conhece 

Nem 

Recebe

A vénia

Dos que se embrenham exclusivamente

 Na cerimónia

Dos que cá já não fazem parte.


V


Acordado,

Sou obrigado

A ler

Ou a escrever,

Para perverter

A situação

Que, de momento,

Me atormenta

Como um cidadão

Solitário

Na imensidão

Do planeta

Onde habito,

Para não dizer,

Acocorado

Num grande mistério!


POVOA DE SANTO ADRIÃO(2ª-FEIRA- 3H23 MINUTOS), 06DE JULHO DE 2015.


                                                         KANKAMBAL (NDO)

terça-feira, 27 de julho de 2021

 A PONTE

QUE ALIA

A NOITE

E O DIA


I

A romaria

Que angaria

A alegria

Entre os filhos da Maria

Na pacata aldeia...


II


Me apraz

A paz

Para todos

Em todos 

Os dias,

Devastando monotonias

Em todas as fisionomias,

Que tenham a saúde, 

A prosperidade

E a felicidade!


III


NDO finta

O tempo,

Kankambal queima o tempo,

Para evitar  que ele

O queime

O seu corpo...


(Por concluir)


Brandoa ( terça-feira,  21:00), 27 /07/2021.


                                                          KK (NDO)

 N, NA

AFRICAIN


I


N, na

Afrique,

Sur

Tes épaules,

C'est tout

Responsabilité

De tout

La communauté,

De tout

La société

Et de tout

Ses membres.


II


actuellement

Reste seulement

Sur le continent,

Les femmes,

Parce que les hommes partent

Vers d'autres endroits

Cherchant mieux

Conditions de vie.


iI


L'océan Atlantique

Des offres

Votre meilleur

Les enfants,

Ceux qui ne veulent pas

Meurs pauvres,

Vers la Méditerranée,

Vers l'océan Indien,

Vers le Pacifique,

Parce que tout

Manque

Ce côté:

Il n'y a pas d'emplois,

Et tout le monde s'enfuit ...!


III


N, na

Afrique,

Où sont tes garçons?

Pourquoi choisir

Autres destinations

jusque là?


IV


N, na

africain

Où est Unintu?!

Où est Demba?!

Où est N, bongo?!

Où est Upa?!

Où est M, bana?!

Où est Varela

Où est Mamadú?!

Où est Nsinga?!

Tu ne sais même pas où

Rencontrer!

S'ils y travaillent!

S'ils reviennent encore

Un jour à la maison!


IV


N, na

africain

ne sait pas,

Ne te rends pas compte,

Ne comprend pas

Mettez-vous à l'aise,

Le désir,

Siège social,

La faim

Qu'ils doivent revenir,

À plus,

Te câliner

Fermement,

Comment as-tu fais

Sur tes genoux,

Avec votre "bambarran"!


Brandoa (samedi, 1h12m), 28 juillet 2018.


KK (NDO)

 N,NA

AFRICANA


I


N,na 

Africana,

Sobre

Os teus ombros,

Está toda

A responsabilidade

De toda

A comunidade,

De toda

A sociedade

E de todos 

Os seus membros.


II


Atualmente

Só permanecem

No continente,

As mulheres,

Pois, os homens partem

Para outros lugares

À procura de melhores 

Condições de vida.


II


O Oceano Atlântico

Oferece

Os seus melhores

Filhos,

Aqueles que não querem 

Morrer pobres,

Ao Mediterrâneo,

Ao Índico,

Ao Pacífico,

Porque tudo

Carece

Deste lado:

Não há trabalhos,

E todos fogem...!


III


N,na 

Africana,

Onde estão os teus meninos?

Porque escolhem 

Outros destinos

Tão distantes?


IV


N,na

Africana

Onde está Unintu?!

Onde está Demba?!

Onde está N,bongo?!

Onde está Upa?!

Onde está M,baná?!

Onde está Varela

Onde está Mamadú?!

Onde está Nsinga?!

Nem sabes em que  lugares

Se encontram!

Se lá trabalham!

Se ainda regressam

Um dia a casa!


IV


N,na

Africana

Não sabe,

Não percebe,

Não compreende

A vontade,

A saudade,

A sede,

A fome

Que eles têm de voltar,

Ver-te,

Abraçar-te

Fortemente,

Como tu fazias 

No teu colo,

Com o teu "bambarran"!


Brandoa (sábado, 1h12m), 28 de julho de 2018.


KK(NDO)

 ADEUS

PARA SEMPRE ,

MANA ANGÉLICA!


I


Foi o tempo 

Possível

Que Deus

Te concedeu

Para semeares

 E regares

O teu amor 

E afeição

Sobre os teus irmãos,

Filhos, netos

E sobre todos 

Os que tiveram 

A oportunidade

De conviverem

Contigo!


II


Mana - mamã Angélica,

Que Deus te receba

Com os braços abertos

E te conduza

Para um lugar 

Condigno no Céu!


III


Tu,

Não foste

Apenas uma irmã,

Mas uma mãe precoce

Desta criança,

Que hoje escreve

Algumas palavras 

Que já não valem nada,

Depois da tua morte.


IV


Sobre uma folha,

Sobre um papel branco,

Escrevo sobre uma filha

De um manjaco

Que se despediu,

Que partiu(...)

Isto é, tento disfarçar

A ( minha) dor,

Do amor

Que perdi

A fim de suavizar

O sofrimento

Que se move

E remove

Todo o meu interior!

O sofrimento 

Que move

No peito

De um sujeito

Que se atreve

Inutilmente 

Contra a morte.


V


Copiosamente,

Choro

A partida

De uma pessoa querida,

Uma mana que muito

Adoro,

Pelo que escrevo 

Para preencher o vazio,

O silêncio,

O tédio

Que não 

têm 

Fim

Para mim!

Como um artista

Barroco,

Eu, manjaco,

Travo

Uma tremenda luta

Ao vácuo,

O horror

Ao vazio

Interior,

Provocado pela morte

 De alguém

Que amámos,

Que adorámos!


(Por concluir)


PÓVOA DE SANTO ADRIÃO (SEXTA FEIRA, 21H38 MINUTOS), 24 DE JULHO DE 2015.


                                                            KANKAMBALL (NDO)

 O QUE A VIDA

NOS RESERVA AO LONGO DA CAMINHADA...!


I


Kambaleando,

KAMBAL

Vai levando

NDO 

Para cada lado,

Enquanto está

Vivendo

Neste mundo,

Neste planeta

De modo

Normal.


II


Viver

E ser

Solidário,

Ser

Gregário,

Societário

Na comunidade,

Na sociedade,

Deve ser

Um objetivo,

Um imperativo,

De cada povo!


III


A nossa absorção,

A nossa inserção,

A nossa integração,

Será um factor

De harmonização

E inclusão

Ainda maior,

Na sociedade em geral,

Na sociedade global.


IV


A mesma 

Pessoa

Em Lisboa,

Com dois 

Nomes,

Com dois

Lemes,

Da mesma 

Canoa,

Com os mesmos 

Remos,

Ainda com diferentes Rumos,

Para o mesmo

Porto,

Ponto,

A cidade

Ou a localidade

Da Brandoa.


(Continua)


Amadora (sexta-feira, 12h35m), 06/07/2018.


KK(NDO)

Ks

 BOA VIAGEM

E BOAS FÉRIAS...!


 

I


Bonne voyage/

Et bonnes vacances/,

Mes reliques/,

Mes bijoux/,

Ils sont les plus grands votes cet homme/,

Qui vos aime/

Au fond de son âme/!


I


Good trip/

And good holidays/,

My relics/,

My jewels/,

They are greatest wishes of this man/,

That loves you/,

Deep in his(your) soul/!


I


Boa viagem/,

Boas férias,/,

Minhas relíquias/,

Minhas jóias/,

São os maiores votos deste homem/,

Que vos ama/

No fundo da sua alma/!


     27/07/2017.


                                             KK(NDO)

 IF YOU WANT,

YOU CAN WIN!


I


É assim

A vida,

Se  na labareda

Está traçada

Um fim

Que nos leva no tempo,

A um determinado topo.


II


Tudo se mascara

Em cada cara,

A pretensão

De cumprir uma missão

Pura

E meramente

Importante

No respeitante

À Nação.


III


Na minha cabeça,

Não sai a ideia

Da Pátria,

Da Nação,

Da aldeia

Onde cada cidadão

Emergiu a veia

Que o faz pulular

E circular

No espaço

Imenso

Chamado de  universo,

Mesmo que seja num

Restrito

E reduto 

Poço

De cada um.


IV


A minha amnésia,

Em  demasia,

Me impede

Atingir a sede

Da intelectualudade,

Para denunciar a falsidade

Patente,

Existente 

Na nossa  sociedade,

Na humanidade,

Demonstração

Da minha inércia,

Da minha impotência.


V


Os filhos

Devem trabalhar,

Batalhar

Mais 

Que os próprios pais;

Ultrapassá-los

E fazê-los

Ver nos seus orgulhos

Máximos

E íntimos.


VI


Rir,

Sorrir,

Não deve ser

A fingir;

Fazer

Com que no exterior,

Alguém acredite(credite?)no melhor

Para o seu interior.


VII


A luta,

Conduz a conquista

Da meta

Que inicialmente

Se tem em conta,

Como limite

Do nosso esforço,

Que a vida nos permite!


VIII


Não defraudemos

As expetativas

Daqueles que nos têm

Como idolos,

Como divas,

Como exemplos,

Que os tiram das trevas,

Do obscurantismo

E do analfabetismo...!


Continua


Encosta do Sol( sábado, 05h 30 minutos), 27/07/2019.


       KK(NDO)

domingo, 25 de julho de 2021

 CUTUM  MADINA


I


A cada esquina,

No Bairro

 De Cutum Madina(Medina?),

Me deparo

Com um buraco,

Há sempre um espaço oco,

Onde arduamente,

Labutam os homens, mesmo sem horizonte.


II


Nos rostos das pessoas,

Nada nos transparece risonho!

Já não há gamboas,

Porque o Estado está morto

E o povo está faminto!


III


As greves sindicais,

(Será que existem?!)

Assolam o país.

Tudo 

Está paralisado,

Nada está definido.

Os grandes 

Estão indiferentes

De tantas mortes,

De tantas calamidades

Dos inocentes!!


IV


Os ministros,

São os maestros;

Os secretários,

São os larápios;

Os directores 

São os abutres!


V


Aqui, tudo

 Está quase podre!

Acomoda-se com o compadre,

Porque a própria mulher é comadre!

Porque num Estado

De putrefacção,

É inevitável a corrupção!


VI


O taxista,

O “candonguista”,

O carteirista ,

O  de “toca-toca”, o legalista

Motorista,

O “bideiro”,

O pedreiro,

Ou o carpinteiro,

Todos estão contentes,

Porque não há controlo nas fontes,

E os outros, estão tristes!!!


VII


Não têm 

Pão,

Porque não lhes dão 

O que realmente têm,

Porque à custa deles, se divertem

Como os nobres da Idade Média,

Que não se preocupavam com o seu dia -

- A - dia.


VIII


Têm 

Bons carros,

Têm

Boas e bonitas

Mulheres,

“Casa um, casa dois, casa três”.

Não sabem 

Se os produtos são caros.

Têm

Fartas

Mesas

E têm

Esperanças, 

Porque pensam serem

Donos 

E gestores 

(Eternos)

Desta nossa querida terra

Até a sepultura!!!!


IX


Aí, minha Guiné!

Continuas a ser Néné (“néné”)!

Com a tua fama,

Retribuis 

Como país,

“Djarama”

Aos que te lembram 

E sempre te ajudam,

Acompanham

Onde moram!!!


X


Em nome da estabilidade,

Enterraste 

O peso.

Em nome da prosperidade,

Puseste 

Em circulação, o franco forte

E coeso,

Que substitui os habituais milhões,

Que apenas alimentavam ilusões!


XI


Percorri 

Ruas

E ruas,

Mas nada vi

E nada encontrei.

Apenas misérias, 

Vendo homens com” zum-

-Zum”,

O refúgio

Que se torna vício.

Pelo que copiosamente, chorei.

Chorei

Devido a indiferença 

De tanta pobreza

Na ignota massa!

Chorei,

Pelos ventres 

Famintos

Por causa 

Dos abutres;

Chorei, 

Pelos desempregados hirtos

E com tantos

E tantos

Vómitos!!!

E regressei

À terra

Que o destino

Me empurrara

Sem aceno;

Regressei

A Lisboa

Com muita mágoa!

Guiné, terra

“pequenino”

Mas “garande” na fama”

Que já não tem alma;

Guiné,

Terra “sabi”,

Mas que deixou o”nantubi”

Decepcionado

E magoado

Pelo seu lastimável estado.


( POESIA POR CONCLUIR)


CUTUM MADINA, EM BISSAU(6ª-FEIRA), 22 DE AGOSTO DE 1997.


                        MATTOS (NDO)

 O QUERER

SER

O ESPELHO

DE CADA FILHO


I


A culpa

Tem 

Sempre uma capa,

Sempre trepa

Em alguém

E ninguém

Escapa,

Esteja na Europa,

Na Ásia, na América,

Ou em África.


II


Eu queria ser

O retrato,

O retrato,

O ponto

Essencial de referência

Pela vivência,

Pela minha experiência

Para os meus filhos,

Para vários trilhos!

Mas nem sempre os nossos anseios 

Como pais são aceites

Pelos mais novos,

Pois, têm outros valores

Que não coadunam 

Com os dos seus progenitores.


III

Mas o desejo,

Muitas das vezes, esbarra-se com o pejo;

A grande aspiração,

Nem sempre corresponde

A realidade.

Contudo, sou um sonhador,

Continuo a sonhar,

Porque quem sonha,

Verdadeiramente caminha.


IV

Eu queria 

Que os meus filhos lutassem

Com dignidade;

Fossem 

Mais longe

Do que eu estou 

E sou 

Hoje,

Nesta sociedade

E que abominassem

A miséria.


V

Cada um 

Deve ser

O que efetivamente é

E não o que os outros quisessem 

Que fosse.

No entanto, há um ponto fulcral

Que todos os seres reconhecem:

O bem e o mal.


VI

Cada filho,

Deve pegar na peneira,

Separa

O joio do milho,

Pesquisa a cegueira

Do pai ao olhar ao espelho,

Aproveita 

O que tem

De bom e de bem 

E deita

Fora 

O que tem

De mal e de ruim.


VII

É a ansiedade

Paternal,

Que reside 

 Na felicidade,

No bom final

Da sua mocidade.


LISBOA, 27 DE ABRIL DE 2005


MATTOS (NDO)

 GOING 

TO LONDON


Muito

Ledo

Do espaço

Tão denso

Onde estamos neste momento

Sobrevoando;

Fico

Tenso,

Perpplexo

Pelo facto

De  já não estar em baixo!


II


Digam-me :

Qual é a coisa

Tão maravilhosa

Que "l,homme"

Não consegue

De tudo 

Que já foi dado

E  entregue

Pelo Criador

Ao redor?


III


É  tão bom

Viajar,

Conhecer

Outros lugares,

Apanhar

Outros ares,

Atravessar

Outros mares,

Outras

Terras

Distantes,

Conviver

Com outras

Gentes;

Ouvir 

 E distinguir

Cada som

Que vem por meio de bombolom,

Transmitindo  outras culturas,

Civilização 

De cada população,

De cada região,

De cada nação!


IV


Oh! Que bom!

Que sensação

Depois de tanto

Silêncio

Naquele meio

De tanta solidão,

De tanto

Embrutecimento,

Naquele canto 

De soneto

Camoniano

E lusitano,

O empobrecimento

Pessoal

E Individual!


V


Vou a Londres

Para remover

Os "podres"

Dos meus sensores,

Tanto interiores,

Como exteriores;

Rever 

Os meus amores

Que ali vivem,

Bem

Como os  que vivem

Nos arredores

E assim, promover

Mais amizade,

Fraternidade

E irmandade.


VI

A saudade

Que me invade,

Não depende

Da minha vontade,

Sobretudo daquela 

Gazela,

A minha Nactividade.


VII


Os meus filhos,

SÃO trilhos

E atalhos

Que me permitem fazer ladrilhos,

Porque são os meus olhos

E ouvidos

Em todos 

Os sentidos

(mundos).


VIII


Lá em cima,

O tema

Que domina,

É o poder

Do Homem

Que ousou

Desafiar  

A  Mãe Natureza.


IX


O Homem

Quis

E quer

Ser 

O Senhor

Absoluto

Do Mundo

Onde está vivendo,

A fim 

De assim

Ser 

Feliz.


X


Hoje é a minha  Revolução

Pessoal

E individual,

Como aquela que aconteceu na Inglaterra,

A revolução Indostrial 

Do século XVIII.


XI


Vejo montes 

De algodão De gelo,

De nuvens brancos,

Do sal,

Do açúcar,,

As oficinas,

As usinas,

O mar

Cedendo lugar 

`A minúscula terra,

Cercamentos,

Cercas,

"Enclosures"

Dos " Landlords",

Pântanos secos, etc, etc.


XII


Sao precisamente

Neste momento,

09H20 minutos,

 Estamos a aterrar

Na cidade de Londres 

No aeroporto

Gatwick.


(Continua)


No espaço londrino(2ª feira, 0925minutos), 25 de julho de 2016.


KK(NDO

 À Memória

Do Candé:

Que Deus receba

Em paz,

A alma missionária

Desse jovem,

Na sua Glória !


Independentemente

De razão 

Ou razões,

Que estão por detrás 

Desse móbil,

Condena-se qualquer ato vil,

Hodiendo

E abominável, 

Que tirou a vida

Desse jovem!


Porquê?!

Privar a vida

A  um ser

Na flor da vida,

E, conseqüente,

Privação à familia

A tudo,

Neste

Mundo?!


Espero que seja feita

A justiça

Por quem é de direito!


Os meus sentimentos

À família enlutada,

Extensível aos amigos,

E aos homens bons

De Moscavide,

Nas portas de Lisboa, 

Onde o crime foi perpetrado,

Que agiram humanamente

Em prol da justiça!


Eis os detalhes e os factos publicados:


"Premediatado", "ameaças", "ódio". SOS Racismo afirma que morte de homem de 39 anos em Moscavide tem motivações raciais


Em causa está a morte de Bruno Candé Marques, ator de origem da Guiné-Bissau, que foi baleado por um homem de cerca de 80 anos, em Moscavide, no concelho de Loures. Associação garante que o autor do crime "já o havia ameaçado de morte três dias antes".


Aassociação SOS Racismo exigiu este sábado justiça para o caso da morte de um homem de 39 anos, baleado esta tarde em Moscavide, no concelho de Loures, considerando que "o caráter premeditado do assassinato não deixa margem para dúvidas de que se trata de um crime com motivações de ódio racial".


"Hoje, pelas 14 horas, Bruno Candé Marques, cidadão português negro, foi assassinado com quatro tiros à queima roupa. O seu assassino já o havia ameaçado de morte três dias antes e reiteradamente proferiu insultos racistas contra a vítima", afirma a associação, em comunicado.


Bruno Candé, de 39 anos, era ator, tinha três filhos e pertencia à companhia de teatro Casa Conveniente, indica o jornal "Público". Segundo a PSP, o jovem foi "baleado em várias zonas do corpo" por outro homem com "cerca de 80 anos". Fonte do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP disse à Lusa que o óbito foi declarado no local e que o responsável pelos disparos foi detido, tendo-lhe sido apreendida uma arma de fogo.


"O detido, após os disparos, foi retido por populares até à chegada da PSP, não ofereceu resistência e, neste momento, encontra-se na nossa custódia", referiu o comissário Bruno Pires, acrescentando que o suspeito está num dos departamentos policiais do Comando Metropolitano de Lisboa.


Segundo os relatos recolhidos no local, dias antes terá havido uma discussão entre os dois homens, tendo Bruno Candé Marques sido desde então ameaçado pelo homem que este sábado disparou quatro tiros. No comunicado, o SOS Racismo pede que o "assassinato do Bruno Candé Marques não seja mais um sem consequências", exigindo que "justiça seja feita".


Questionado sobre se o crime foi motivado por racismo, o comissário da PSP Bruno Pires referiu que "a única coisa que se sabe, e que poderá ser útil para a investigação, é que já existem relatos ao longo desta semana de desacatos", mas a PSP ainda desconhece o motivo dos mesmos. "Dos relatos que conseguimos, não foi adiantada muita informação", reforçou.


O crime ocorreu na via pública, "em plena avenida de Moscavide", onde foram registados "alguns disparos" cujos vestígios "estão a ser recolhidos pela Polícia Judiciária", por se tratar de um crime de homicídio, avançou o comissário da PSP.


A líder do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, deixou também um post no Twitter, denunciando o crime."


//com: Expresso, Lusa


Premediatado", "ameaças", "ódio". SOS Racismo afirma que morte de homem de 39 anos em Moscavide tem motivações raciais


Em causa está a morte de Bruno Candé Marques, ator de origem da Guiné-Bissau, que foi baleado por um homem de cerca de 80 anos, em Moscavide, no concelho de Loures. Associação garante que o autor do crime "já o havia ameaçado de morte três dias antes".


Aassociação SOS Racismo exigiu este sábado justiça para o caso da morte de um homem de 39 anos, baleado esta tarde em Moscavide, no concelho de Loures, considerando que "o caráter premeditado do assassinato não deixa margem para dúvidas de que se trata de um crime com motivações de ódio racial".


"Hoje, pelas 14 horas, Bruno Candé Marques, cidadão português negro, foi assassinado com quatro tiros à queima roupa. O seu assassino já o havia ameaçado de morte três dias antes e reiteradamente proferiu insultos racistas contra a vítima", afirma a associação, em comunicado.


Bruno Candé, de 39 anos, era ator, tinha três filhos e pertencia à companhia de teatro Casa Conveniente, indica o jornal "Público". Segundo a PSP, o jovem foi "baleado em várias zonas do corpo" por outro homem com "cerca de 80 anos". Fonte do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP disse à Lusa que o óbito foi declarado no local e que o responsável pelos disparos foi detido, tendo-lhe sido apreendida uma arma de fogo.


"O detido, após os disparos, foi retido por populares até à chegada da PSP, não ofereceu resistência e, neste momento, encontra-se na nossa custódia", referiu o comissário Bruno Pires, acrescentando que o suspeito está num dos departamentos policiais do Comando Metropolitano de Lisboa.


Segundo os relatos recolhidos no local, dias antes terá havido uma discussão entre os dois homens, tendo Bruno Candé Marques sido desde então ameaçado pelo homem que este sábado disparou quatro tiros. No comunicado, o SOS Racismo pede que o "assassinato do Bruno Candé Marques não seja mais um sem consequências", exigindo que "justiça seja feita".


Questionado sobre se o crime foi motivado por racismo, o comissário da PSP Bruno Pires referiu que "a única coisa que se sabe, e que poderá ser útil para a investigação, é que já existem relatos ao longo desta semana de desacatos", mas a PSP ainda desconhece o motivo dos mesmos. "Dos relatos que conseguimos, não foi adiantada muita informação", reforçou.


O crime ocorreu na via pública, "em plena avenida de Moscavide", onde foram registados "alguns disparos" cujos vestígios "estão a ser recolhidos pela Polícia Judiciária", por se tratar de um crime de homicídio, avançou o comissário da PSP.


A líder do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, deixou também um post no Twitter, denunciando o crime."


//com: Expresso, Lusa

 NÓS 

SOMOS

A VOZ 

CONTRA QUALQUER REGIME FEROZ


I


Paulatinamente, 

Vamos marchando 

CONTRA 

O MEDO 

Na nossa TERRA

Até 

A morte!


II


A nossa marcha,

É ordeira 

E pacifica,

Porque se identifica

Com o espírito 

Do respeito

De cada criatura,

Que se desabrocha

Dia

Após dia!

Somos portadores 

Dos valores

Dos verdadeiros 

Guerreiros,

Antigos combatentes

Das várias frentes 

Da liberdade da PÁTRIA,

Os corajosos e destimidos

Escudos 

Que garantiram a nossa independência!


III


A destruição 

Da Rádio Capital

FM, esta madrugada,

Por homens desconhecidos,

Mal intencionados,

Encapuzados,

É mais um sinal 

Da demonstração

Do um regime de cariz 

Ditatorial,

Já instalado

E implantado

No nosso país!


IV


Guineenses

Da GUINE-BISSAU, 

Verdadeiros filhos

Da terra,

" LALA QUEMA,

KAU DI SICUNDI

KA TEM MÁS"(1)

Para uns

E para outros!

"Guerra

É guerra",

Como dizia o outro.

Vamos intensificar

E incentivar 

A nossa luta

De "caneta

E de garganta",

A luta

Que a ninguém mata,

Mas sim educa,

Purifica ,

Informa,

Forma,

E sensibiliza cada alma!


V


Homens incultos,

Incautos,

Brutos,

São instrumentos

Utilizados,

Usados

Pelo regime,

Que eu não cito nome, 

Para concretizar os seus intentos,

Os seus objetivos,

Para atingir os seus alvos!

Não, 

Não!

Não 

Foi isso, 

O preço 

Da luta de Libertação Nacional,

Onde muitos bons filhos

Da nossa terra,

Deram 

O seu contributo,

Deram

A sua propria vida!


VI


Com a caneta,

Alguém, 

Neste dia,

Um homem

Com ousadia,

Regista 

Um acontecimento

Bárbaro e muito 

Triste,

Para quem,

Em qualquer parte

Do Mundo,

Toma conhecimento

Deste abominável e horrendo 

Facto,

Praticado

Por um bando,

A mando

De alguém 

Para calar,

Para silenciar

A voz

Dos que não têm 

Posses,

Nem

Vozes!


VII


Fico triste

E chocado

Com esta 

BARBARIDADE,

Mais esta,

Sem limite,

Que não respeita

A liberdade de expressão!

Onde estamos?

Para onde caminhamos ?

Para onde vamos?

Instalar o medo,

O silêncio,

Para fomentar o vício 

No nosso seio,

Em nome 

Do regime :

" POSSO, QUERO E MANDO"?!


VIII


Hoje, 

Sou,

Mesmo longe,

Sou 

RÁDIO CAPITAL FM!

Estou 

Solidário 

Com o seu projeto

Contra o projeto 

Barbaro e primário!

Estou

Com o projeto

Que incentiva o desenvolvimento,

Promove a liberdade de expressão,

Democracia,

Justiça 

Para todos os filhos da Guiné-Bissau!


IX


FORÇA 

E  ESPERANÇA!

À FRENTE 

COM O QUE  EMITE 

DIARIAMENTE !

DEUS É GRANDE 

E A RÁDIO REERGUERÁ 

DE NOVO, NA NOSSA  TERRA,

PORUE É  A VOZ

DAQUELES 

QUE NÃO TÊM VOZES,

NEM 

POSSES !


1. A mata, a selva está queimada. 

Já não há por onde se esconder. 


(Continua)


BRANDOA(AMADORA, DOMINGO, 16H37 MINUTOS), 26 DE JULHO DE 2020.


                                                   KANKAMBAL

sábado, 24 de julho de 2021

 A REVOLUÇÃO DE ANSUMANE

MANÉ

NA GUINÉ..!


I


Dois amigos 

De tempos 

Longos,

Tornaram-se

 Inimigos

Em campos

Opostos;

Viraram-se

As costas e os rostos:

Instalou-se

A crise

Na sociedade guineense!


II


Porquê 

Esta guerra

Entre 

Dois irmãos 

Que,

Lado

A lado,

Combateram,

Lutaram 

Nas matas

Contra

O inimigo comum, 

Contra

Os colonialistas

Portugueses?!

.


III


Na nossa terra,

Na Guiné,

Deflagrou-se a guerra

Entre "Nino " Vieira

E Ansumane

Mané, 

Em 07 de junho de 1998!


IV


Esta guerra 

Fratricida 

Desencadeada

Exclusivamente

Em "Bissauzinho",

Teve consequências 

Humanas,

Sociais

Económicas 

Nefastas

No país. 


V


O que ganhou o nosso país 

Com esta guerra?!

Depois dela, apenas o caos instalou-se no país!

A instabilidade política instalou-se definitivamente até o dua de hoje!

O país nunca mais conheceu a estabilidade política e a paz!

É a autêntica  degradação permanente do aparelho do Estado e, consequentemente,  a corrupção,  o nepotismo, numa palavra, a debandada total!

Vinte  anos de sucessivos goloes de estado, assassinatos,  intrigas,  mexerico!

O erário público depilado e esvairou-se em virtude de clientelismo e interesses pessoais! A coisa pública minou-se!

Agora, é  tempo de fazer contas a vida com a maioridade desta efeméride!


( Continua)


Amadora,  7 de junho de 2018.


                                                   KK   (NDO)

sexta-feira, 23 de julho de 2021

 É AQUI,

NESTE CANTO,

QUE ME ASSENTO 

E TARNSMITO

O MEU PENSAMENTO

POR ESCRITO


I

É normal,

Habitual

No momento atual,

Acantonar-me num canto

 E apelar o intelecto

Sobre o meu envolvimento

Em algum projecto

Que diz respeito

Restrito

À minha condição pessoal

E Individual,

Bem como o da sociedade global.


II

Aqui na Póvoa de Santa Iria,

Na Escola Básica e Secundária

D. Martinho Vaz de Castelo Branco,

Nos meus últimos dias

Como docente contratado,

Dedico,

Do meu fundo,

A todos

 Os colegas,

Umas férias

Felizes 

Junto dos que mais lhes são queridos

E que isso, se repita,

Se possível,

 Por várias 

Vezes

Em cada ano

De modo salutar, memorável

E  digno.


 Póvoa de Santa Iria (sexta feira, 12h48 minutos), 24 de julho de 2015.


                                                              KANKAMBALL (NDO)

 RAINHA

NHANHA


I


Na face 

Desta terra,

Habitava 

Uma criatura

Bastante 

Meiga, doce

E atraente,

 Uma diva

Chamada Nhanha,

A Rainha

Da Região de Quinara!


II


Ela 

Toda 

Catita,

Bela,

Linda,

Esbelta

Que dava

Azia

E fazia

Inveja

A cada gaja !


III


No entanto,

Chegou a sua vez

E teve que responder

E acatar o chamamento

Do Criador

Para o outro canto,

Causando a dor

Aos que a amavam,

Aos que a idolatravam,

Incluindo 

A pessoa do 

NDO!


(Por concluir)


ESA(Amora), 30/09/2015.


KANKAMBALL(NDO)

 A HIPOCRISIA,

ME DÁ MUITA AZIA...


I


Se eu soubesse

Bem interpretar

As evidências

Do coração...

As flores,

De várias

Cores,

Nos diversos pomares,

Com os seus frutos,

De vários gostos

E sabores,

São como as tertúlias

Nos grandes 

Centros 

Urbanos...


II


Me repugna

Uma reunião,

Uma relação

" Fantoche",

Um feixe

Que congrega

Sujeitos

Heterogéneos

Em pensamentos,

Projetos,

Àquela que emana

E segrega

Diferentes crânios

Sem a mínima condição

De existência

E de sobrevivência...


III


Um aperto

De coração

Quando o fingimento,

A hipocrisia

Se torna a evasão

A qualquer problema

Que enferma

A minha (nossa)pobre,

Mas nobre

Alma...


IV


Sorrisos,

Gargalhadas,

Risos

Face às lufadas

Das nossas vidas,

Juramentos

A fim de tentar a evidência, a veracidade

Dos nossos feitos,

Dos nossos atos,

Afirmações,

Que são autênticas deambulações,

A falsidade

Da integridade

Da personalidade...


V


Uma relação

Da família,

Deve ser sadia,

Salutar

Àquela que se assenta

Em bases de franqueza,

De verdade

Sincera,

Verídica,

Pura;

Não aquela que reza

A mentira,

A hipocrisia...;

Uma relação

Oca,

Vazia;

Àquela apenas para enganar;

Àquela, como se costuma dizer:

" Só para o inglês ver”.


(Continua)


Finchley Road (sunday), 23/07/2017.

London


        KK(NDO)

 "DJARAMA"(1)

A CADA MAMÃ, 

A CADA MANA,

A CADA MANO....


I


Nós dissemos:

Muito obrigado

Por tudo,

Compatriotas,

Democratas

Anónimos...


II


Reconhecemos,

Nós,

Democratas,

Humanistas,

Entusiastas

Da democracia,

Da tolerância, 

Da liberdade,

A maturidade,

De mulheres e homens,

Nossos compatriotas 

Anónimos,

Que nos deram 

E transmitiram 

Estas imagens

Belas, 

Brilhantes 

E impressionantes 

Em BRUXELAS,

A sede do Parlamento

Europeu,

A casa da democracia

Por excelência, 

Que qualquer

Ser,

Tira o chapéu!!!..


II


Obrigado

Bélgica, 

Pelo acolhimento

Caloroso 

E amistoso

Aos que procuram os apoios

Socorros,

Pelo abuso

Posto

Em prática,

Pelo governo

Dos golpistas,

Dos narcotraficantes,

Com o conluio

Da CEDEAO,

Que aumentou apuros

Dos guineenses. 


III


Não ao medo,

Que nos conduz ao silêncio,

Ao vício

Trazido

Pelos que não têm o amor

E, consequetemente,

Subsequente,

Horror,

Terror

À PÁTRIA

E a miséria 

À juventude

E à sociedade!


IV


Sem a mínima hesitação,

A Diáspora guineense

Chegou a conclusão

Que é premente,

Que há a necessidade

De denunciar,

Com toda a veemência,

Toda a manobra

Maliciosa

Em voga,

Atualmente

Na nossa terra,

Na Guiné-Bissau,

Com um regime 

De cariz 

Ditatorial,

A toda comunidade

Internacional,

Nomeadamente, 

À UNIÃO EUROPEIA...!


V


VIVA A GUINÉ-BISSAU !

VIVA A DEMOCRACIA!

VIVA A JUSTIÇA!

VIVA A LIBERDADE!

EXIGIMOS À REPOSIÇÃO 

DA LEGALIDADE CONSTITUCIONAL!

NÃO A MENTIRA!

NÃO A DITADURA!

QUE A CEDEAO, SAIA 

DA NOSSA TERRA,

DA NOSSA PÁTRIA!


1.Obrigado.


(Continua)


BRANDOA (Sexta-feira,  00: 16), 24 de julho de 2020.

                                                            KANKAMBAL

quinta-feira, 22 de julho de 2021

 DEPOIS DO DILÚVIO,

VEIO

O ALÍVIO


I


Zero, zero, zero!

Afunda-se!

Afoga-se!

A vida

já não é nada,

Quando já não se nada.

O mundo

Está ao rubro

Lá no fundo

Com um grande zero.!

Um buraco

Enorme

Lá na cratera!

Um sufoco

Nesta terra

Por cada espécime.


II


…”Deus decide

Inundar a terra(…)”

Em virtude 

“Da profundidade

Do estado pecaminoso

Da humanidade(…)”

Por assim dizer, o juízo

Final

Sobre o universo.

(Segundo Génesis da Bíblia Hebraica)


III


OH! Esta humanidade

Perdida,

Castigada,

Punida,

Fustigada!

A arca

De Noé

Onde embarca

Todas as espécies 

De animais

Para a salvação 

Da punição

Dos pecados 

Colossais

Cometidos

Pelos humanos!

O castigo,

A fúria da Criação

Pelos comportamentos indignos

Dos seus filhos,

Pelos trilhos

Conduzidos 

Pelo puro 

E mero 

Umbigo

Até

A exaustão!


IV


Noé e a sua família,

Os representantes

De todos os animais

Da Terra

Dentro da arca,

São salvos dessa fúria

Da Criação

Para a continuidade

Da própria 

Humanidade

E todos os que estão fora

Da arca

Perecem,

Morrem!


V


Haverá

Um outro Dilúvio

Para a purificação

Dessa nossa sociedade

Cheia de crueldade?

Haverá 

Um outro

Dilúvio

Para tornar mais puro

O espaço Terra,

Para que não haja mais sofrimento,

Mais tormento,

Para que haja mais alívio ?

Ou Deus quebrará

A sua promessa

De nunca

Mais Dilúvio,

De nunca

A necessidade

Da construção

Da arca

Para embarcar toda a criação

E fazer a justiça?!(…) (…)

O clamor

Anunciado 

Pelo tambor

De todo

O mundo…


PÓVOA DE SANTO ADRIÃO(2ª FEIRA, 14H45MINUTOS), 20 DE JULHO DE 2015.


                                                                                        KANKAMBALL ( NDO)

 VERDADE,

E SEMPRE

VERDADE,

NA ATUALIDADE,

ATÉ

A ETERNIDADE...


I


True

And always

True,

Nowadays,

Until 

The eternity,

While I have

Sanity

Mental.


II


Integrity

Personnel

Individual,

It,s measures

By his office

Through daily action

What develops

In dgnified way

In his community

(In the narrow

Sense board).


(

A verdade,

Sempre

Verdade,

Na atualidade,

Até

A eternidade.


II


A integridade

Pessoal do indivíduo,

Se mede

Pelo seu ofício,

Pela ação quotidiana

Que desenvolve 

De forma digna

Na sua comunidade

(  No sentido restrito

E lato).


Leicester Square(London), 23/07/2017.


             KK( NDO)


(To be continued)


Leicester Square(London), 23/07/17


KK(NDO)

 PAI

MNTH(1)

BRENE,(2)

N,DUCARINE(3)

PUAI!(4)

MAWATH(5)

PA:AI !(6)


I


Homem 

De Quínara,

De Kantomá,

De Nova Sintra,

De Bolama,

Portugal,

Figura

Ímpar,

Invulgar

Que, em cada lugar,

Local,

Quis

Sempre vincar,

Deixar

O seu cunho,

Concretizar

O seu sonho,

Para que, cada um,

Cidadão comum,

Fosse feliz!


II


MNTH

BRENE,

Nhane(7),

Ninth(8)

Ulempe(9)

Nagal kapabe(10)

Abuk(11)

Methul(12)

Maque, uare(13)

Senão através

Das informações dos terceiros.


III


Rendo,

Aqui

Nestas linhas,

A tua homenagem

Como homem,

Pois, não pude fazê-lo,

Quando tu,

Prematuramente

Partiste

E nos abandonaste

Nos momentos

Funestos,

Precisamente

Em mil novecentos

E setenta e sete

(1977),

Neste

Dia 

Dezoito

De julho,

Um dia

Sem brilho!!!


IV


Copiosamente,

Chorei

Duplamente,

A tua partida,

Pois,

Pois, nem o teu funeral

Assisti como meu rei,

O meu exemplo,

O meu ídolo,

Quando, tu partiste,

Para a outra vida!!


V


O impreparo

Do rapaz

Ainda

Incapaz

Não lhe permitiu

Assumir a responsabilidade,

Cabendo esta de ser assumida

Cabalmente

Pelo nosso irmão

Mais velho,

Ernesto, que, também infelizmente,

Já não está entre nós

Os vivos.


V


No entanto,

O sonho

Risonho

Continua vivo

No(Do) ser vivo

No(Do) homem

Que tem

Um objetivo

De proporcionar

Aos seus semelhantes,

Aos seus parentes,

De (Em) ajudar

Principalmente

Aos que mais precisam,

Aos que mais necessitam

De ajuda 

Em cada 

Instante.


VI


O homem,

É verdadeiramente homem,

Se tiver

A propensão 

E a missão

De cumprir,

De contribuir 

E de valer

Para o bem-estar

Social...!


OBS: Palavras no dialeto Manjaco:


1. Dono, proprietário;

2. Mata, floresta(mato);

3. Deixaste-me, incumbiste-me;

4.  Uma vigia, uma responsabilidade, um cargo;

5. e 6. Uma cerimónia em honra dos deuses, ( irãs)e das almas mortas, entes queridos falecidos) em que se dá oferendas ( comida,deita e derrama aguardente);

7. Alguém;

8. Homem;

9. Do trabalho

10. Aquele que desbrava a mata, a floresta;

11. O seu filho;

12. Não o conhece;

13. Bem(conhece-o mal).


Continua


Encosta do Sol(quinta-feira, 13 horas), 18/07/2019.

                                                                    KK(NDO)

 Le combat

D'UN DÉMOCRATIQUE,

D'UN HUMANISTE ...!


I


Si vous êtes démocrate, humaniste, combattez pour la démocratie, pour la liberté, pour la justice, pour la tolérance, pour la restauration de la légalité constitutionnelle de votre terre, de GUINÉE-BISSAU!

allez assister à la régression de la démocratie en Guinée-Bissau, depuis que le coup d'État, soutenu par les militaires, a pris le pouvoir!

Les armes parlent plus fort que les lois, que la Constitution aujourd'hui, en GUINÉE-'BISSAU!


II


Allez démontrer

Votre indignation

dans l'une des institutions les plus démocratiques

Du monde:

L'UNION EUROPÉENNE,

A BRUXELLES (BELGIQUE)!

Allez témoigner

L'horreur,

L'horreur

Avec le penchant

À la dictature,

Qui est maintenant

En force,

Aujourd'hui,

Loin,

Dans notre pays!


III


Allez démontrer

Votre répudiation,

Ton dégoût

Pour mépris

Des plus élémentaires

droits humains,

Qui autoproclamé

Directeurs,

De la fausse majorité

À l'Assemblée

Populaire

De Guinée-Bissau

Mettez-le en pratique!


IV


Les leaders,

Cambrioleurs

Au pouvoir

En Guinée-Bissau,

Ils ont fait un pas,

Ils font mal,

N'a pas respecté

Notre Constitution,

Ouais, pur

Et simplement,

Je l'ai ignorée

avec complicité

De CEDDAO,

Moralement

De Snegal,

Du Niger,

Du Nigeria

Et la Gambie!


V


Le combat

D'un démocrate,

D'un humaniste

Pour une société

Pluraliste,

Pour une société

Plus juste,

Le respect

Droits humains,

Intégrité

La physique

Et psychique

Individualité,

De l'individu,

s'il se matérialise

En démocratie,

Dans la tolérance!


VU


L'ÉTAT

Vous devez vous assurer

Et servir

Au citoyen,

Le droit à l'éducation,

Au pain,

Sous abri,

Au logement

De bonne humeur,

À l'emploi,

La santé,

En un mot,

L'essentiel

Pour la dignité

Humain !!!


(À suivre)


sacoches (mercredi, 16 h 27), 22 juillet 2020.


                                                       KANKAMBAL

quarta-feira, 21 de julho de 2021

 Poesia é Amor


Um canto do fundo do coração

Um suspiro de muita emoção

Um delinear perfeito de actos 

Um mundo perfeito de fatos


A evasão dos sentimentos 

As marcas dos momentos 

A inspiração gerada pela musa

Do poeta que na inspiração a usa


Sentimento fecundo da alma

Ternura de palavras em calma

Tinta mágica colorindo o mundo

No mais íntimo do ser profundo 


Cantadas, declamadas, escritas

Sois coloridos de muitas vidas

Luas encantadas de Luar

Vento da alma a navegar


Amor…Canto em melodia

Carinhos em sintonia 

Entrelaçando todos os versos

Poesias de amor beijos impressos


Ruth Cristina Matos Ferreira


Póvoa de Santo Adrião 21/07/2015

 PAI

MNTH

BRENE,

N,DUCARINE

PUAI!

MAWATH

PA:AI !(1)


I


Homem 

De Quínara,

De Kantomá,

De Nova Sintra,

De Bolama,

Portugal,

Figura

Ímpar,

Invulgar

Que, em cada lugar,

Local,

Quis

Sempre vincar,

Deixar

O seu cunho,

Concretizar

O seu sonho,

Para que, cada um,

Cidadão comum,

Fosse feliz!


II


MNTH(2)

BRENE,

Nhane(3)

Ninth(4)

Ulempe(5)

Nagal kapabe(6)

Abuk(7)

Methul(8)

Maque(9),

Senão através

Das informações dos terceiros.


III


Rendo,

Aqui

Nestas linhas,

A tua homenagem

Como homem,

Pois, não pude fazê-lo,

Quando tu,

Prematuramente

Partiste

E nos abandonaste

Nos momentos

Funestos,

Precisamente

Em mil novecentos

E setenta e sete

(1977),

Neste

Dia 

Dezoito

De julho,

Um dia

Sem brilho!!!


IV


Copiosamente,

Chorei

Duplamente,

A tua partida,

Pois,

Pois, nem o teu funeral

Assisti como meu rei,

O meu exemplo,

O meu ídolo,

Quando, tu partiste,

Para a outra vida!!


V


O impreparo

Do rapaz

Ainda

Incapaz

Não lhe permitiu

Assumir a responsabilidade,

Cabendo esta de ser assumida

Cabalmente

Pelo nosso irmão

Mais velho,

Ernesto, que, também infelizmente,

Já não está entre nós

Os vivos.


V


No entanto,

O sonho

Risonho

Continua vivo

No(Do) ser vivo

No(Do) homem

Que tem

Um objetivo

De proporcionar

Aos seus semelhantes,

Aos seus parentes,

De (Em) ajudar

Principalmente

Aos que mais precisam,

Aos que mais necessitam

De ajuda 

Em cada 

Instante.


VI


O homem,

É verdadeiramente homem,

Se tiver

A propensão 

E a missão

De cumprir,

De contribuir 

E de valer

Para o bem-estar

Social...!


Continua


Encosta do Sol(quinta-feira, 13 horas), 18/07/2019.

                                                                    KK(NDO)

 ÀS JUSTAS

HOMENAGENS AOS POETAS


I


Aqui

Em Oeiras,

VImos render

Homenagens 

Aos poetas,

Aos homens 

De letras

E de outras 

Áreas

Do saber.


II


Aqui

Juntaram,

Uniram

Os pensadores,

Àqueles autores

De sensibilidades

Afinadas,

Àquelas personalidades

Que se preocuparam

Com as questões sociais,

Económicas,

Políticas,

Ambientais

E culturais

Da humanidade:

Luis de Camões,

Fernando Pessoa,

Alda de Espírito Santo,

Teixeira de Pascoes,

Florebela Espanca,

Alexandre Oneill,

António Feijó,

Filinto Elísio,

Marquesa de Alorna,

Jorge de Sena,

Eugénio de Andrade,

Natália Correia,

David Mourão Ferreira,

Manuel Alegre,

António Ramos Rosa,

Carlos de Oliveira,


III


Hoje,

Saí do meu beco,

Do meu buraco,

Do meu gheto,

Porque senti-me solto

Do meu manto,

Do meu pensamento

Esquizofrénico,

Diabólico

Para outros cantos

E recantos

Abertos...,

A fim 

De observar

In Loco

À razão  pelo que vim

Ver

E analisar

Esta pirâmide

De intelectualidade

Que não tem nada a ver

Com a hierarquização

De ação

De cada artista,

De cada poeta,

De cada pensador

De cada autor.


IV


No encontro

Organizado 

Pelo grupo 

Do " Novo Acordo",

Pensado

E arquitetado

Com toda a minúcia

Pela Dra Lúcia

Vaz Pedro

Pude aprender,

Descobrir

E redescobrir

Os erros mais comuns

Dos comuns

Cidadãos

Na língua portuguesa,

De A a Z.


Continua


Oeiras, Parque dos Poetas( domingo, 17h38 minutos), 21/07/2019.


KK(NDO)

 SENTIR,

ACUDIR

O CORAÇÃO,

MAS, AGIR 

COM RAZÃO... !


I


Irmãos,

Chegou

Ou está a chegar ,

O grande dia 

Que todos

Nós,

Estavámos 

À espera:

O dia 

23!

A MARCHA GLORIOSA

E VITORIOSA

SOBRE BRUXELAS:

O CORAÇÃO 

DA UNIÃO 

EUROPEIA,

O FERVOR DA DEMOCRACIA!

Um dia mágico 

Que pode reduzir

O nosso sufoco,

Que faz

De trágico ,

O caminho

Do nosso sonho

Patriótico :

A paz,

O sossego 

De cada amigo

E irmão 

Guineense,

Que vive uma crise

Em cada fase

Do seu crescimento, 

Que bloqueia ,

Em cada dia,

O seu desenvolvimento,

Que compromete o futuro

Da geração 

Vindoura

Da nossa terra,

Da nossa NAÇÃO!


II


Irmãos ,

Paremos

Um pouco,

E reflitamos

Madura e conscientemente,

Sobre o que tem sido o nosso

Percurso,

Desde que o país é independente!


III


Que praga,

Que saga,

Espetaram a chaga,

Há  muito tempo,

No nosso corpo?!


IV


Temos

O direito

De ser felizes

Como guineenses,

Como seres

Livres,

Deste, neste planeta

Onde se encosta!

A indignação 

Duma compatriota, 

Duma combatente

Que sente

A tristeza,

A"magreza"

Do nosso país

Em relação aos demais

Que partiram do mesmo ponto,

Do  e no mesmo minuto

E indaga,

Como quem investiga:

"Onde estão os países,

Que em termos de recursos naturais , são menos que nós?

Onde estão?

Podemos apanhá-los?!


V


Procuremos 

O respeito,

Levamo-lo

E recebemo-lo!

Vamos 

Fazer

Ouvir as nossas vozes, 

Que ecoam a nossa inquietaçao,

A nossa indignação, 

A nossa preocupação

No que está a paasar naquele canto 

Do mundo,

Onde o desprezo dos direitos

Básicos da pessoa humana

É gritante:

'- A ilegalidade constitucional, 

- O não respeito da soberania  popular,

- As barbaridades surdas

E obsurdas,

- As prisões arbitrárias,

- Sequestros,

- Raptos,

- Espancamentos ,

- Torturas,

- Ditadura;

 - Os meios de repressão reforçados,

- Falta de liberdade de expressão ,

De associação, 

De pensamento;

Em suma, falta de democracia, de liberdade !

Uma autêntica Ditadura!

Ditadura em pleno século XXI!


VI


Este é o complemento

Do relato

Do sujeito 

Ativo 

E vivo

Em carne e osso,

Na(Em) própria 

Pessoa,

Que dou ao conhecimento 

Da opinião 

Pública mundial

E internacional 


VII


A GUINÉ-BISSAU

DEVE ESTAR ACIMA 

DE TUDO

E DE TODOS !


A GUINÉ-BISSAU 

ESTÁ ACIMA

DE TODOS 

OS PARTIDOS

POLÍTICOS !


VIII


OS FILHOS,

OS VERDADEIROS 

FILHOS DA GUINÉ-BISSAU, 

EXIGEM A REPOSIÇÃO 

DA ORDEM CONSTITUCIONAL!

A REPOSIÇÃO 

DO GOVERNO LEGÍTIMO 

SAÍDO DAS ELEIÇÕES LEGISLATIVAS 

DE MARÇO DE 2019!

O RESPEITO 

PELO VEREDITO 

POPULAR, 

TANTO NAS ELEIÇÕES  LEGISLATIVAS, 

COMO NAS PRESIDENCIAIS

DE 2019!


IX


VIVA A GUINÉ-BISSAU!


VIVA AS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS!


X


EXIGIMOS O DIREITO

PELA CONSTITUIÇÃO 

DA REPÚBLICA 

DA GUINÉ-BISSAU!


A CEDEAO,

É UMA ORGANIZAÇÃO 

REGIONAL 

PARCIAL!

NÃO É UM ÁRBITRO!

E SE O É, 

ENTÃO,  É MÍOPE 

E SÓ VÊ

A SUA EQUIPE!


XI


O MEU LEMA:

A VERDADE,

ME 

CONSOME,

PROPORCIONANDO-ME

UM OUTRO VOLUME

DE UM DEMOCRATA,

DE UM HUMANISTA 

QUE TODOS OS DIAS, LUTA ...!


(CONTINUA)


BRANDOA (AMADORA, QUARTA-FEIRA,  04H 17 MINUTOS), 22 DE JULHO  DE 2020.


                                                   KANKAMBAL

 THE FIGHT 

OF A DEMOCRATIC, 

OF A  HUMANIST...!


I


Se é um democrata,

Um humanista, 

Lute pela democracia,

Pela liberdade,

Pela justiça,

Pela tolerância,

Pela reposição da legalidade

Constitucional da sua terra,

Da  GUINÉ-BISSAU! 


II


Vá testemunhar

A regressão da democracia 

Na Guiné-Bissau, 

Desde que os golpistas, 

Sustentados pelos militares,

Tomaram o poder! 

As armas estão a falar mais alto do que as leis,

Do que a Constituição

Hoje, na GUINÉ-'BISSAU !


IV


Vá demonstrar 

A sua indignação 

Numa das instituições mais democráticas 

Do Mundo:  

A UNIÃO EUROPEIA,

Em BRUXELAS(BÉLGICA) !

Vá testemunhar

O terror, 

O horror

Com o pendor 

À ditadura, 

Que está agora

Em vigor,

Hoje,

Lá bem longe,

Na nossa terra!


V


Vá demonstrar 

O seu repúdio,

O seu nojo 

Pelo desprezo

Dos mais elementares

Direitos humanos,

Que os autoproclamados

Dirigentes,

Da falsa maioria

Na Assembleia

Popular

Da Guiné-Bissau

Põem na prática!


VI


Os dirigentes,

Os assaltantes 

Ao poder 

Na Guiné-Bissau, 

Pisaram,

Machucaram, 

Não respeitaram

A nossa Constituição,

Pois, pura 

E simplesmente,

A ignoraram,

Com a cumplicidade 

Da CEDDAO,

Mormente

Do Senegal,

Do Níger, 

Da Nigéria

E da Gâmbia!


V


A luta 

De um democrata,

De um humanista

Por uma sociedade

Pluralista,

Por uma sociedade 

Mais justa,

Que respeite 

Os direitos humanos, 

A integridade

Física

E psíquica

Da individualidade ,

Do indivíduo,

Se consubstancia 

Na democracia,

Na tolerância!


VI


O ESTADO 

Deve garantir

E servir

Ao cidadão,

O direito à educação, 

Ao pão, 

Ao abrigo,

À habitação

Condigna,

Ao emprego,

À saúde, 

Numa palavra,

O essencial

Para a dignidade

Humana !!!


(Continua)


Alfornelos( quarta- feira, 16h27 minutos), 22 de julho de 2020.


                                                       KANKAMBAL

 LER

PARA PODER

ESCREVER...


I


O gosto

Pela escrita,

Deve passar,

Se interessar

Pelo conhecimento

Da estrutura

Completa

Da letra,

Da palavra,

Do hábito

Da leitura.


II


Numa

Palavra

Verdadeira,

Em suma,

Ir ao encontro

Do outro

Que escreve

E, com ele,

Aprende.


III


Ninguém

Nasce

Ensinado;

O homem

Aprende

Com a aprendizagem,

Com o que vem 

Do passado.

E um permanente aprendizado.


IV


O escritor,

O poeta

Retrata

O que gosta,

A sua paixão,

O que a sua visão

E o seu coração

Selecionam como o seu amor...


V


Ler,

Para aprender

A escrever

Corretamente

O que se sente!


VI


Leia,

Aprenda,

Escreva

Fluentemente

O que Camões

Difundiu por toda a parte,

Entre as Nações

E civilizações!...


(Por concluir)


Alfornelos( Continente, terça-feira, 14:20), 20 de julho de 2021.


                               KK (NDO)

segunda-feira, 19 de julho de 2021

 ...PA BIA DE:

N,DÉ(NUNDÉ)

QUE  N,SINTA,

PORTA

ISTA

SEMPRE ABERTA...


I


...quando

Falta

A caneta,

Falta

A nulidade,

Falta 

A banalidade

Que "NDO"

Sempre relata.


III


O coração

Aberto

Em cada

Momento,

É uma benção

Para o encontro

Com o outro

Em cada pólo

Do Globo,

Sem necessitar

De Ser

" lobo"

E estabelecer

Uma relação

Salutar,

Um com o outro.


III


A esperança

Na justiça,

Apesar da exclusão

Na colocação

De Professores

E Educadores,

"NDO" mantém-se firme

E não theme,

Nem  treme...!


IV


As nuvens

Dissipam-se

Para dar aos  homens,

(Que se  esforçam)

Para em todas as paragens,

Em todos os  lugares,

Serem senhores

Do esoaço

Do Universo

Imenso.


V


...os  rumos,

Que is fumos

Toldam,

Não desencirsjam

Àqueles que , com

 ...PA BIA DE:

N,DÉ(NUNDÉ)

QUE  N,SINTA,

PORTA

ISTA

SEMPRE ABERTA...


I


...quando

Falta

A caneta,

Falta

A nulidade,

Falta 

A banalidade

Que "NDO"

Sempre relata.


III


O coração

Aberto

Em cada

Momento,

É uma benção

Para o encontro

Com o outro

Em cada pólo

Do Globo,

Sem necessitar

De Ser

" lobo"

E estabelecer

Uma relação

Salutar,

Um com o outro.


III


A esperança

Na justiça,

Apesar da exclusão

Na colocação

De Professores

E Educadores,

"NDO" mantém-se firme

E não theme,

Nem  treme...!


IV


As nuvens

Dissipam-se

Para dar aos  homens,

(Que se  esforçam)

Para em todas as paragens,

Em todos os  lugares,

Serem senhores

Do esoaço

Do Universo

Imenso.


V


...os  rumos,

Que is fumos

Toldam,

Não desencirsjam

Àqueles que , com

 AS CRIANÇAS

NO JARDIM


I


NDO

ESTANDO

No jardim,

Pôs-se em reflexão,

Enquanto a paixão,

A satisfação

E a diversão

Das crianças

Nas imensas

E diversas

Brincadeiras

Cândidas e sinceras

Com as pedras,

Areias,

Flores

De várias

Cores,

Esquecendo-se momentaneamente

Das regras

Impostas

Lá nas casas,

Nas palhotas

Pelos seus pais...


II


Oh! Tanto

Amor!

Lembro-me

Como me

Divertia,

Vendo 

Os meus pequenos

Genuínos,

A saltitar 

De um lado 

Para o outro,

Aproveitando

O momento

Para escrever

Qualquer

Coisa

Que me 

Vinha à cabeça,

Bem como me 

Sentia

Solto

Como um pássaro

Fora da Gaiola,

Ou como um pescador

A pescar,

Em pleno mar,

Guiado.

Pela

Estrela

Polar!!!


III


Agora,

Nesta hora,

Tudo o que paira

Na cabeça

Do filho de Quínara,

É a pura 

Lembrança,

A pura

Memória

Da História

De cada estória,

Que a sua teimosa

Recusa

Em não passar,

Apagar, lisar,

E assim, arrasa...!!!


IV


Tudo o que vejo,

Não invejo,

Pelo contrário,

Aproveito o ensejo,

Com o enorme prazer

Para ser 

Solidário

Com todos aqueles

Que partilham

O seu tempo,

Não importa o tipo

De atividades que praticam,

A sua sabedoria,

A sua alegria

Com os demais atores

Nos arredores,

Desde a pequenada,

A classe desocupada,

A classe reformada...


AS CRIANÇAS

NO JARDIM


I


NDO

ESTANDO

No jardim,

Pôs-se em reflexão,

Enquanto a paixão,

A satisfação

E a diversão

Dominam as crianças

Nas imensas

E diversas

Brincadeiras

Cândidas e sinceras

Com as pedras,

Areias,

Flores

De várias

Cores,

Esquecendo-se momentaneamente

Das regras

Impostas

Lá nas casas,

Nas palhotas

Pelos seus pais...


II


Oh! Tanto

Amor!

Lembro-me

Como me

Divertia,

Vendo 

Os meus pequenos

Genuínos,

A saltitar 

De um lado 

Para o outro,

Aproveitando

O momento

Para escrever

Qualquer

Coisa

Que me 

Vinha à cabeça,

Bem como me 

Sentia

Solto

Como um pássaro

Fora da Gaiola,

Ou como um pescador

A pescar,

Em pleno mar,

Guiado.

Pela

Estrela

Polar!!!


III


Agora,

Nesta hora,

Tudo o que paira

Na cabeça

Do filho de Quínara,

É a pura 

Lembrança,

A pura

Memória

Da História

De cada estória,

Que a sua teimosa

Recusa

Em não passar,

Apagar, lisar,

E assim, arrasa...!!!


IV


Tudo o que vejo,

Não invejo,

Pelo contrário,

Aproveito o ensejo,

Com o enorme prazer

Para ser 

Solidário

Com todos aqueles

Que partilham

O seu tempo,

Não importa o tipo

De atividades que praticam,

A sua sabedoria,

A sua alegria

Com os demais atores

Nos arredores,

Desde a pequenada,

A classe desocupada,

A classe reformada...


V


Enfim,

O jardim

Faz-me recordar,

Lembrar

Os momentos

Bons e maus;

Parar

Um pouco

Para refletir,

Organizar

E ajuizar

Os meus pensamentos

E, depois prosseguir,

Agir,

Perante

As adversidades do presente,

Para definir

E prevenir

O provir...!


VI


Enfim,

O jardim,

Nos conduz

A reflexão,

A introspecção

Uma luz

Que nos resgata

Do que é ruim,

Para uma meta

Capaz,

Que nos traz

A paz

De alma,

A calma,

O amor

Próprio,

O brio,

A autoestima,

O amor ao máximo

Ao nosso próximo,

Aos que nos amam,

Aos que nos estimam...!


(Continua)


Brandoa, ( 15h37m, Parque Luís de Camões, sexta-feira), 20/07/2018.


KK(NDO)

 AS CRIANÇAS

NO JARDIM


I


NDO

ESTANDO

No jardim,

Pôs-se em reflexão,

Enquanto a paixão,

A satisfação

E a diversão

Das crianças

Nas imensas

E diversas

Brincadeiras

Cândidas e sinceras

Com as pedras,

Areias,

Flores

De várias

Cores,

Esquecendo-se momentaneamente

Das regras

Impostas

Lá nas casas,

Nas palhotas

Pelos seus pais...


II


Oh! Tanto

Amor!

Lembro-me

Como me

Divertia,

Vendo 

Os meus pequenos

Genuínos,

A saltitar 

De um lado 

Para o outro,

Aproveitando

O momento

Para escrever

Qualquer

Coisa

Que me 

Vinha à cabeça,

Bem como me 

Sentia

Solto

Como um pássaro

Fora da Gaiola,

Ou como um pescador

A pescar,

Em pleno mar,

Guiado.

Pela

Estrela

Polar!!!


III


Agora,

Nesta hora,

Tudo o que paira

Na cabeça

Do filho de Quínara,

É a pura 

Lembrança,

A pura

Memória

Da História

De cada estória,

Que a sua teimosa

Recusa

Em não passar,

Apagar, lisar,

E assim, arrasa...!!!


IV


Tudo o que vejo,

Não invejo,

Pelo contrário,

Aproveito o ensejo,

Com o enorme prazer

Para ser 

Solidário

Com todos aqueles

Que partilham

O seu tempo,

Não importa o tipo

De atividades que praticam,

A sua sabedoria,

A sua alegria

Com os demais atores

Nos arredores,

Desde a pequenada,

A classe desocupada,

A classe reformada...


AS CRIANÇAS

NO JARDIM


I


NDO

ESTANDO

No jardim,

Pôs-se em reflexão,

Enquanto a paixão,

A satisfação

E a diversão

Dominam as crianças

Nas imensas

E diversas

Brincadeiras

Cândidas e sinceras

Com as pedras,

Areias,

Flores

De várias

Cores,

Esquecendo-se momentaneamente

Das regras

Impostas

Lá nas casas,

Nas palhotas

Pelos seus pais...


II


Oh! Tanto

Amor!

Lembro-me

Como me

Divertia,

Vendo 

Os meus pequenos

Genuínos,

A saltitar 

De um lado 

Para o outro,

Aproveitando

O momento

Para escrever

Qualquer

Coisa

Que me 

Vinha à cabeça,

Bem como me 

Sentia

Solto

Como um pássaro

Fora da Gaiola,

Ou como um pescador

A pescar,

Em pleno mar,

Guiado.

Pela

Estrela

Polar!!!


III


Agora,

Nesta hora,

Tudo o que paira

Na cabeça

Do filho de Quínara,

É a pura 

Lembrança,

A pura

Memória

Da História

De cada estória,

Que a sua teimosa

Recusa

Em não passar,

Apagar, lisar,

E assim, arrasa...!!!


IV


Tudo o que vejo,

Não invejo,

Pelo contrário,

Aproveito o ensejo,

Com o enorme prazer

Para ser 

Solidário

Com todos aqueles

Que partilham

O seu tempo,

Não importa o tipo

De atividades que praticam,

A sua sabedoria,

A sua alegria

Com os demais atores

Nos arredores,

Desde a pequenada,

A classe desocupada,

A classe reformada...


V


Enfim,

O jardim

Faz-me recordar,

Lembrar

Os momentos

Bons e maus;

Parar

Um pouco

Para refletir,

Organizar

E ajuizar

Os meus pensamentos

E, depois prosseguir,

Agir,

Perante

As adversidades do presente,

Para definir

E prevenir

O provir...!


VI


Enfim,

O jardim,

Nos conduz

A reflexão,

A introspecção

Uma luz

Que nos resgata

Do que é ruim,

Para uma meta

Capaz,

Que nos traz

A paz

De alma,

A calma,

O amor

Próprio,

O brio,

A autoestima,

O amor ao máximo

Ao nosso próximo,

Aos que nos amam,

Aos que nos estimam...!


(Continua)


Brandoa, ( 15h37m, Parque Luís de Camões, sexta-feira), 20/07/2018.


KK(NDO)

 A MINHA ARMA,

                            É  A CANETA!

                            ELA NÃO MATA!

                            EDUCA E ADOMA!

           


                                    I


O medo

Escraviza

Um ser,

Aprisiona 

Um ser ;

O medo

Asfixiona 

Um ser;

Arrasa

Um ser

E não o deixa

Ser

Livre,

Porque fere

O seu  espírito,

Lixa

O seu verdadeiro

E integro 

Desenvolvimento!


                                     II


Não podemos,

Nem devemos

Estar acomodados

Com o medo,

Com a mentira,

Que passaram a ser a cultura 

E a postura 

Na nossa terra,

O estado

Normal,

Habitual

Do Nosso dia 

A dia.


                                       III


O governo 

De mentira,

O governo 

De suborno, 

O governo

De incompetência,

De intolerância,

Porque não está facultado,

Habilitado 

De argumentos,

Nem tão ppuco de factos, 

Para rebater

E defender

Acusações

Vindas d,outro lado,

De oposições... 


                                      IV


O uso 

Da força, 

É a prova provada, 

Da fraqueza

Do juízo 

Daquele que hoje está na arena,

Daquele que hoje governa

Com a porrada,

Para quem

Não obedecer

Como deve ser,

As odens de quem

Está a mandar.

             

                                           V


NDO,

O aprendizado,

Utiliza

A caneta,

A ferramenta

Santa, 

Que não mata,

Porque não é uma arma;

Pelo contrário,

Com ela

Adoma,

Quer

Ser

Com ela, 

Solidário;

Educa,

Sensibiliza,

Não machuca,

Nem tão pouco, intoxica,

Porque, cada" cabeça,

A sua sentença";

A cada ideia, cada um ajuiza.


(Continua)


ALFORNELOS ( segunda-feira,  13:40), 20 de julho de 2020.


                                                   KANKAMBAL