QUE GRANDE "SECA"
DA POLÍTICA
NA MINHA "TABANCA"!
I
O furor,
O horror
Que causa
A grande dor,
Por causa
Daquele senhor
Governador
Que lesa
O meu grande amor,
Utiacor!
II
Com um pé
Bem assente,
Bem firme
No chão,
E com muita fé,
Cada guineense
Não deve
Atirar a toalha
Ao chão,
Por causa de um canalha
Que não vale
Nenhum tostão,
Senão
Atrapalhar
A nossa NAÇÃO
Um traste,
Um gangster,
Um ser
Sem carácter
Ligado a Máfia
Internacional,
Que constirui um mal,
Que incomoda
A nossa vida,
Que incomoda
A nossa PÁTRIA...!
III
Por mais que nos incomode,
Por mais
Que nos perturbe,
Por mais
Que perturbe
O nosso país,
Por ser um intruso,
Por ser um cancro,
Um estorvo
Ao desenvolvimento
Do nosso povo,
O povo guineense
Deve continuar a ser
Íntegro,
Deve continuar a ser
Verdadeiro,
Sincero,
Se se efetivamente,
Pretende
Atingir o ponto
Mais
Alto
No progresso,
Com o seu desiderato
Como uma sociedade
Que almeja
A felicidade!
Que bem haja!
IV
As lágrimas
Derramadas
Pelas vidas
E almas
Dos nossos antepassados,
Dos nossos entes
Queridos,
Sobretudo dos nossos combatentes
Da luta de libertação
Pela NAÇÃO,
Não devem ser em vão...,
Pois, a força
De cada irmão,
Deve ser a esperança
E a confiança
Em ascensão,
A fim de limpar
Toda a purga
Toda a pulga
Em cada lugar
Da nossa tabanca
E de tudo que nos enforca ..!
V
Continuaremos
A confiar,
A depositar
A nossa confiança
A nossa esperança,
No nosso líder,
Aquele homem
Que tem
Um carácter,
Ímpar,
No seu ser
E no seu viver,
O nosso Guia,
O nosso Salvador,
Aquele que vem
Dissipar,
Acabar
Com a nossa dor,
O nosso sofrimento,
O padecimento
Coletivo,
O pesar do povo...!
O senhor
DSP!
VI
Sempre
A esta hora,
Da noite
Ou de dia,
Estarei sempre
Alegre
E confiante,
Escrevendo
Sobre
O destino
Daquele pequeno
Terreno,
O legado
Do nosso passado,
Para que a geração
Vindoura
Possa ter também algo digno
Para os seus descendentes...
VIII
A identidade
Dúbia
Duma individualidade,
Impede
Que tenhamos
Confiança
Em alguém
Que venha exercer
Um cargo importante
Na nossa sociedade
E que nos represente
Dignamente
Como presidente...
IX
Que pena
A nossa sorte!
A sorte
De um povo
Que sempre quis
Ser feliz,
Com gente
Digna
E honesta
E não aquela qus não presta!
Um povo abençoado
Com um presidente
Iluminado
E não com um ignorante
E arrogante...!
(Continua)
Gare de Oriente( Lisboa, Pavilhão do Conhecimento- Ciência Viva, 15h26 minutos, 24-01), concluído em 25 de janeiro de 2020.
KK(NDO)

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