MAMBI
UBABU,
UMAL,
PARCE QUE
BAXINTH
NDJU
AITH
AH..
BADJU!
II
MANDUK
FAMILLE
NDJI
THI UTCHAK,
AMBI
PU DJUK
PA PUINE
KAFLAL,
PA PUDJUK
KAFLAL, AM BI DUKA
THI UBABU,
AM BI DUKA
NAFUR,
NANANU,
NAMONTON.
III
OH NACIN BATHI!
MAN NHANU
PHIIS PA
BA BUK NDJI,
PA AAR NDJI,
NI PHIIS NDJI!
IV
DJAMPSAN,
M,NTH BATHI,
FITHRIN BGHA!
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Seixal, a passagem éfemera
I
Ele ama
Com toda a sua alma,
Porque há uma chama
Da sua dama
Que constantemente lhe chama;
É como algo que lhe trama
E para sempre, lhe enferma.
II
A sua beleza
Extravassa
A fronteira
Da sua terra
E nenhuma baliza
Ousa segurar a sua postura
Com toda a firmeza
Que possa
De forma mais tenra.
III
A formosura
Da minha senhora
É rara,
Porque tem uma fibra
Bastante púrpura
Que me enfeitiçara
Naquela longínqua primavera!
IV
A pele feminina
Desta diva é divina,
Porque a sua existência
É a audácia
Humana
Na pura evidência
Quotidiana.
V
A fraqueza
De um homem
Vem da sua sinceridade,
Da sua humildade
Da imagem que constrói
Como um herói.
VI
Procuro a beleza
Singela,
A beleza
Da natureza
Que enfeitiça
Qualquer criança.
SEIXAL, 09 DE OUTUBRO DE 2007 (16h37 minutos))
MATTOS ( NDO )
Ele ama
Com toda a sua alma,
Porque há uma chama
Da sua dama
Que constantemente lhe chama;
É como algo que lhe trama
E para sempre, lhe enferma.
II
A sua beleza
Extravassa
A fronteira
Da sua terra
E nenhuma baliza
Ousa segurar a sua postura
Com toda a firmeza
Que possa
De forma mais tenra.
III
A formosura
Da minha senhora
É rara,
Porque tem uma fibra
Bastante púrpura
Que me enfeitiçara
Naquela longínqua primavera!
IV
A pele feminina
Desta diva é divina,
Porque a sua existência
É a audácia
Humana
Na pura evidência
Quotidiana.
V
A fraqueza
De um homem
Vem da sua sinceridade,
Da sua humildade
Da imagem que constrói
Como um herói.
VI
Procuro a beleza
Singela,
A beleza
Da natureza
Que enfeitiça
Qualquer criança.
SEIXAL, 09 DE OUTUBRO DE 2007 (16h37 minutos))
MATTOS ( NDO )
Etiquetas:
a beleza feminina,
a fraqueza,
a natureza,
criança
domingo, 27 de dezembro de 2009
NÃO TENHO NINGUÉM/, COM NINGUÉM, POSSO CONTAR
I II
O meu caminho Vou pedindo a Deus
Tem espinho. Que me livre dos estorvos
Rego-o com vinho Da vida diária e humana,
Do meu próprio sonho, Porque nada tenho,
Com seda e linho. A não ser os meus filhos!
III IV
Se estes me negam, Pego no sinto para bater,
Estou feito ao bife, Mas, afinal, o que vai acontecer,
Estou tramado É o bater
Neste mundo, Do coração,
Pois, assim, mais nada me resta. Que me conduz à razão,
V VI
O que está acontecendo O filho que não me obedece,
Comigo nestes dias?! O filho que me desobedece,
Os sonhos assustadores O filho que agora só se preocupa
E terríveis Com os amigos, amigas,
Que me esmagam com sobressaltos! Dormindo dias consecutivos
Fora de casa!
VII VIII
Eu não desejo mal a ninguém! A Deus,
Por isso, peço a Deus Faço prece
Que ninguém me deseje mal também, Para que o caminho
Porque também estou preocupado Trilhado pelos meus
Com os filhos dos outros Filhos, seja correcto,
Que estão a portar-se mal Pautando dentro
E já se transformaram em marginais. Dos limites legais
Da sociedade,
Indo ao encontro
Dos trâmites aceitáveis e normais
Da Humanidade !
PRIOR VELHO CITY, 11 DE AGOSTO DE 2009.
MATTOS ( NDO )
O meu caminho Vou pedindo a Deus
Tem espinho. Que me livre dos estorvos
Rego-o com vinho Da vida diária e humana,
Do meu próprio sonho, Porque nada tenho,
Com seda e linho. A não ser os meus filhos!
III IV
Se estes me negam, Pego no sinto para bater,
Estou feito ao bife, Mas, afinal, o que vai acontecer,
Estou tramado É o bater
Neste mundo, Do coração,
Pois, assim, mais nada me resta. Que me conduz à razão,
V VI
O que está acontecendo O filho que não me obedece,
Comigo nestes dias?! O filho que me desobedece,
Os sonhos assustadores O filho que agora só se preocupa
E terríveis Com os amigos, amigas,
Que me esmagam com sobressaltos! Dormindo dias consecutivos
Fora de casa!
VII VIII
Eu não desejo mal a ninguém! A Deus,
Por isso, peço a Deus Faço prece
Que ninguém me deseje mal também, Para que o caminho
Porque também estou preocupado Trilhado pelos meus
Com os filhos dos outros Filhos, seja correcto,
Que estão a portar-se mal Pautando dentro
E já se transformaram em marginais. Dos limites legais
Da sociedade,
Indo ao encontro
Dos trâmites aceitáveis e normais
Da Humanidade !
PRIOR VELHO CITY, 11 DE AGOSTO DE 2009.
MATTOS ( NDO )
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código social e moral,
conduta,
legalidade
sábado, 19 de dezembro de 2009
A HISTÓRIA, A VIVÊNCIA DA MEMÓRIA COM ALEGRIA
Longe/ do tempo/ e do espaço/, não esqueço/ aquele campo/ donde/ se imerge/ a Humanidade.
Com o espírito comunitário e solidário, o Homo ergue um biface para salvar a sua face, face às adversidades temporais e espaciais.
Cabe-nos a nós, filhos de Cromagnon, conservar e perservar a relíquia longínqua da cicilização, a fim de manter a nossa genuidade na necessidade da continuidade e na diversidade.
Inicio hoje um périplo da história, diria, a memória da alegria que teria se algum dia visse numa livraria uma "porcaria" do meu pensamento escrito.
Eu quero escrever tudo o que vem à minha mente.
Eu adoro ver tudo o que me aparece à frente,
Porque tudo o que é humano, não me é indiferente.
A minha existência,
Para não dizer a minha essência ,
Está na pessoa humana
Que nos ensina
A caminhar com detrminação
E convicção.
Tentarei nesta minha caminhada
Da vida,
Trazer algumas memórias
Das minhas vivências ,
Das minhas alegrias
E também das minhas misérias.
O tempo dir-me-á o que deveria
Ter feito
Em relação à minha história,
Com um intuito
De encontrar o rasto
Do meu verdadeiro caminho,
Do meu real e sincero sonho !
O amor dos meus queridos filhos
E da minha querida mulher,
Fazem viver,
Porque são os meus grandes orgulhos !
Atempadamente,
Aguardo sinceramente,
As vossas críticas.
Elas serão benvindas,
Benéficas
Para as minhas constantes caminhadas.
Obrigado
Pela atenção
E compreensão.
Atenciosamente,
"NDO"
Com o espírito comunitário e solidário, o Homo ergue um biface para salvar a sua face, face às adversidades temporais e espaciais.
Cabe-nos a nós, filhos de Cromagnon, conservar e perservar a relíquia longínqua da cicilização, a fim de manter a nossa genuidade na necessidade da continuidade e na diversidade.
Inicio hoje um périplo da história, diria, a memória da alegria que teria se algum dia visse numa livraria uma "porcaria" do meu pensamento escrito.
Eu quero escrever tudo o que vem à minha mente.
Eu adoro ver tudo o que me aparece à frente,
Porque tudo o que é humano, não me é indiferente.
A minha existência,
Para não dizer a minha essência ,
Está na pessoa humana
Que nos ensina
A caminhar com detrminação
E convicção.
Tentarei nesta minha caminhada
Da vida,
Trazer algumas memórias
Das minhas vivências ,
Das minhas alegrias
E também das minhas misérias.
O tempo dir-me-á o que deveria
Ter feito
Em relação à minha história,
Com um intuito
De encontrar o rasto
Do meu verdadeiro caminho,
Do meu real e sincero sonho !
O amor dos meus queridos filhos
E da minha querida mulher,
Fazem viver,
Porque são os meus grandes orgulhos !
Atempadamente,
Aguardo sinceramente,
As vossas críticas.
Elas serão benvindas,
Benéficas
Para as minhas constantes caminhadas.
Obrigado
Pela atenção
E compreensão.
Atenciosamente,
"NDO"
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