segunda-feira, 11 de abril de 2022

 APESAR DE MANGA

DE TEMPO((U),

KA BU LARGA

BU KURPO(U)!

KA BU NEGA

BU KURPO(U)!(1)


I


Com o tempo,

Trepo,

Rampo,

Limpo

Todo

O tipo

De campo

Impregnado

De ervas 

Nocivas.


II


Enquanto

Se é novo,

Macebo,

Garbo,

Ativo,

Repleto

De amor 

E de vigor,

Deve-se

Aproveitar

E gozar

A chance

Oferecida

Pela vida,

Em pleno,

Neste mundo terreno!


1. Apesar de muito

Tempo,

Não desprezes

 o teu corpo!

Não largues

O teu corpo!


(Continua)


Queluz-Belas ( 14h14 minutos, quinta-feira), 11/04)2019.


                      KK(NDO)


I

MY MIND
AROUND
THE(ON) WORLD...

I

End
in D,
In D,
In D!!!

II

Aleatoriamente,
Tenta-se
Libertar
A mente
Da psicose
Provocada
Pela crise
Ao longo da 
Vida,
Independentemente
Da condição social
Ou cultural.

III

O fenómeno
Global
Que prende
A Humanidade
A nível rural,
Local,
Regional,
Nacional,
Internacional,
Urbano,
É preocupante
Para qualquer
Ser
Pensante,
Amante
Da paz,
Da justiça,
Da liberdade
E da democracia.

IV

A escalada
Do terrorismo,
Das guerras
Locais,
Regionais:
No Sudão( Norte e Sul),
Na República Centro Africana,
No Tchad,
Na Síria,
Na Líbia,
No Iraque,
No Afeganistão,
No Iémen,
E em tantos outros países do mundo inteiro,
Devem preocupar,
Atormentar
As " consciências civilizadas" ,
Sobretudo
As ditas democracias
Ocidentais.

V

My mind
Around
Of(on) the  world,
Is dormant,
But does not sleep,
Because,
When the(a)  child
Cry,
It hirts my pride
As a son,
As a father,
As a grandfather,
As a man.

TRADUZIDO:

A minha mente
Em torno
Do (no) mundo
Está dormente,
Mas não dorme,
Porque
Quando a (uma) criança
Chora,
Fere 
O meu orgulho
Como um filho,
Como um pai,
Como um avô,
Como um homem. 

(Por concluir)

PATAMEIRAS( STRADA OUTLET, TERÇA-FEIRA, 11H 48 MINUTOS), 11/04/2017.

 KK(NDO)

quinta-feira, 7 de abril de 2022

 ...AQUELE QUE TRAZ

O TEMPO PARA TRÁS !


I

A Musa

PROMESSA,

A geradora,

A protetora

De cada criatura

Na Terra,

Prometera

Com a sua palavra

Íntegra

E sincera,

Que sempre estará

Atrás

E à frente​,

Para orientar

E guiar.


II


A MUSA

Na sua promessa,

Alerta e avisa

Ser

A força

Da esperança,

Que nos lança

Para tudo o que um ser

Precisa

Na sua raiz,

Para ser

Feliz.


III


Tudo

Para frente

E nada

Para trás

No que se faz

Diariamente

Na vida.


IV


Àquele

Que conseguir

Trazer

O tempo

Para trás,

Será considerado

O maior

Herói

Na (da,) história

Da  Humanidade.


V


A ciência

E as novas tecnologias

Serão capazes

De atingir

Esse alvo,

De conseguir

Esse objetivo

E deixar os humanos mais felizes?


( Por concluir)


STRADA OUTLET( SÁBADO, 13H 57 Minutos), 08/04/2017.


                                      


                               KK(NDO)

 INTERROMPER

A FELICUDADE

QUE UM SER

PRETENDE...


I


CEGO 

DE AMOR 

NADA CONSIGO 

VER AO REDOR,

SENÃO O VALOR 

QUE UM SER 

TEM NO SEU VIVER...


II


O LONGO 

PERCURSO

DIGNO

DE UM SER

HUMANO,

É O PAGO 

DO DIVINO 

DO PAI MISERICORDIOSO,

BONDOSO,

ZELOSO

POR CADA PASSO

NOSSO

NO DIA 

A DIA!

NÃO O TRAIA!


III


EIS O QUE RESUME

O MEU NOME,

O RENOME

DE UM PRONOME

QUE TEME

UM REGIME

SANGUINÁRIO, 

QUE NÃO É SOLIDÁRIO 

NUM DADO TERRITÓRIO....


IV


LAVO

COM O QUE ESCREVO,

AS MÃOS 

SUJAS

DOS MEUS IRMÃOS 

QUE SÃO NIJAS,

PARA ATINGIR O OBJETIVO 

QUE SE PROPÔS O MEU POVO...


V


O MEU PEITO,

ESTAVA REPLETO

DE UM PROJETO

QUASE QUE COMPLETO, 

DIRIA MESMO PERFEITO

COMO UM DESIDERATO 

DE QUALQUER SUJEITO

DESDE O SEU NASCIMENTO.,

DIRIA, UM DESEJO INFINITO,

UM CONTO

DE FADAS DO PEQUENITO...!


VI 


ARQUITETA-SE,

SONHA-SE

SE PULA

E SE REVELA

NAS LIDES HUMANAS

E QUOTIDIANAS ,

AS AÇÕES 

DAQUELES QUE TÊM BONS

CORAÇÕES 

E SE PAUTAM PELOS SEUS DONS..


VII


DE PEQUENINO

SE TORCE O PEPINO,

PARA QUE TUDO SEJA DIGNO

HUMANO,

PROFANO 

E SE POSSÍVEL, DIVINO...


VIII


ESSE ERA O MEU SONHO

E AINDA O TENHO

EM TUDO QUE PROPONHO

ALCANÇAR : A FELICIDADE,

A VELEIDADE 

QUE SE PRETENDE

NA SOCIEDADE 

DA ATUALIDADE 

SEM GUERRA,

SEM IRA, 

SEM BIRRA

DE CRIATURA

EM RELAÇÃO À OUTRA...!

A INVASÃO 

DUMA NAÇÃO 

À OUTRA:

RÚSSIA

CPNTRA

A UCRÂNIA!!!


BRANDOA (AMADORA, SEXTA-FEIRA, 07:12),08 DE ABRIL DE 2022.


KK(NDO)=FF

terça-feira, 5 de abril de 2022

 REFLEXÕES SOLTAS

domingo, 6 de Abril de 2014

A PONTE/, A DOBRADIÇA/ ONDE A GENTE/ REPOUSA/


I


Nada mais doce

Na face

Do mundo,

Nesta vida

Onde estamos vivendo,

Como a saúde,

A plena felicidade!


II


É verdade

Que faz falta

Os bens materiais,

Os bens essenciais,

Para não dizer, fundamental,

Vital

Para a vivência

Humana,

Para a existência

Terrena.


III


A ponte

Entre a morte

E a vida

É o que separa

Cada

Um de nós

Da foz

E da cratera.


IV


Esta ponte,

A dobradiça

Entre a vida

E a morte,

O espaço onde nos movemos,

É como a peça

Que nos lança

Para os extremos

Do que efetivamente somos.


V


Na nossa mente,

Temos sempre

Algo ou alguém como mestre

Que nos incute

A ideia do sucesso,

Para alcançarmos o progresso,

A felicidade,

O bem-estar

E tudo o que nos pode encantar

Na sociedade.


CATUJAL (DOMINGO- 15H40 MINUTOS), 06 DE ABRIL DE 2014.


                                        MATTOS (NDO)

 Long time

In same

Thing

Where I,m always thinking!


I


Um pensamento

Exato,

Sobre um extrato

Remoto,

De um conto

Devoto

Acerca de um sujeito

Inquieto

Perante um projeto

Conjunto,

O instinto

Que causa o conflito

Em cada momento,

Mesmo no leito,

Quando procura o conforto!


II


Nada

Digo

Ao amigo,

Nada

Digo

À amiga

Que me sossega

Nas minhas preocupações,

Nas minhas divagações

Diúrnas

Ou noturnas,

Senão,

Dizer obrigado

Pelo consolo

Recebido

No vosso colo

Depois de cada safanão

Por cada ato

Mal feito

Em cada dia

E que não defendia,

Ou porque não podia...!


III


Escrevo

Porque levo

A vida de escravo

Pelo que devo

Ao coevo...

Concrecretizar o objetivo

E a felicidade do meu povo!


IV


Tudo o que eu escrevo,

O devo

À minha consciência,

À minha irreverência,

À minha persistência,

À minha paciência

Em reconhecer à minha Ignorância

Face à evidência

Diária...


V


Circunscrito

Num canto

Recôndito,

Me medito

Em cada assunto

Pelo qual debato

Ponto

Por ponto

Todos

Os prós

E contras

Pelos

Quais as pessoas

Se enfadonham,

Às vezes, do que sonham...


VI


A máscara

Posta 

Na cara,

A mentira

Que nos livra

Do desdém

De alguém

Que se tem,

Que nos ama,

Que nos tem

Muita 

Estima,

É passageira,

Pois, pode ser descoberta

A qualquer hora.


(Continua)


London, 06/04/2018.


                      NDO

 INGLATERRA,

BÔ KA DIBIBA DIXA NÔ TERRA,

SOBRETUDO NHA  BOLAMA"! (1)


I


Escrevo

O que devo,

Melhor dito,

O que sinto

Dentro do meu peito.

BOLAMA,

A minha alma,

Está em cima

Da minha preocupação,

Dentro do meu coração!


II


O tema

Que acima

Fiz referência,

É a notícia

Diária,

A carência

Séria

Que apoquenta

A minha consciência

E está

À ribalta!


III


Dirão

Os críticos,

Àqueles que terão

A oportunidade

Na brevidade,

De ler esta minha reflexão,

Que certamente,

Serão

Poucos,

Porque afirmirão,

" Este homem 

Está desvairado,

Alienado,

Louco,

Maluco

Senão,

Demente!

Está além

Das suas faculdades,

Das suas potencialidades"!


IV


Eu não quero

Ferir susceptibilidades,

Sensibilidades,

Dos portugueses,

Nem tão pouco dos guineenses,

Conterrâneos

Idóneos,

Que eu muito adoro,

Amo

E estimo.


V


O problema

Que se põe,

O problema

Que se coloca,

Se supõe

Quando se evoca,

Invoca,

O que existe

E está patente

Naquela 

Que era tão bela

Cidade,

Que hoje,

Bem longe

Da beldade

Para quem a visita

E a percorre de ponta

A ponta!

É muito triste

Ver o seu estado

De abandono

Por parte

Do governo,

Porque tudo

Está degradado!


VI


Eu choro

E nada imploro,

A quem está no leme,

Porque não quero

Vexame

Que entola e  entoa

À minha pessoa!

A minha Bolama,

Dantes "ninho de terroristas"

Hoje, o pasto de animais

Irracionais

Nas encostas"!


VII


Oh Ulisses!

Se hoje visses,

A cidade

Que pretendias 

Para a sua Majestade,

As delícias e moradias 

Dos guineenses!!!


VIII


A degradação,

A putrefação

Da predileção

Da tua Nação,

Não merece à menção

Por outro concidadão!


IX


Por linhas 

SOLTAS,

Faço as minhas,

As tuas conquistas

De outrora

Naquela terra,

Que me dá sono

Por tanto abandono!


X


Por tanto rubro

Por dentro,

Espero

Que seja próspero

O louro

Plantado naquele terreno,

O ébano

De cada menino!


1. INGLATERRA, NÃO DEVIA(S) DEIXAR A NOSSA TERRA, SOBRETUDO A MINHA BOLAMA.


(Continua)


Brandoa ( sábado, 11horas e 37 minutos), 06/04)2019.


                                 KK(NDO)

 RELER,

RECORDAR:


INGLATERRA,

BÔ KA DIBIBA DIXA NÔ TERRA,

SOBRETUDO NHA  BOLAMA"! (1)


I


Escrevo

O que devo,

Melhor dito,

O que sinto

Dentro do meu peito.

BOLAMA,

A minha alma,

Está em cima

Da minha preocupação,

Dentro do meu coração!


II


O tema

Que acima

Fiz referência,

É a notícia

Diária,

A carência

Séria

Que apoquenta

A minha consciência

E está

À ribalta!


III


Dirão

Os críticos,

Àqueles que terão

A oportunidade

Na brevidade,

De ler esta minha reflexão,

Que certamente,

Serão

Poucos,

Porque afirmirão,

" Este homem 

Está desvairado,

Alienado,

Louco,

Maluco

Senão,

Demente!

Está além

Das suas faculdades,

Mentais,

Das suas potencialidades"!


IV


Eu não quero

Ferir susceptibilidades,

Sensibilidades,

Dos portugueses,

Nem tão pouco dos guineenses,

Conterrâneos

Idóneos,

Que eu muito adoro,

Amo

E estimo.


V


O problema

Que se põe,

O problema

Que se coloca,

Se supõe

Quando se evoca,

Invoca,

O que existe

E está patente

Naquela 

Que era tão bela

Cidade,

Que hoje,

Bem longe

Da beldade

Para quem a visita

E a percorre de ponta

A ponta!

É muito triste

Ver o seu estado

De abandono

Por parte

Do governo,

Porque tudo

Está degradado!


VI


Eu choro

E nada imploro,

A quem está no leme,

Porque não quero

Vexame

Que entola e  entoa

À minha pessoa!

A minha Bolama,

Dantes "ninho de terroristas"

Hoje, o pasto de animais

Irracionais

Nas encostas"!


VII


Oh Ulisses!

Se hoje visses,

A cidade

Que pretendias 

Para a sua Majestade,

As delícias e moradias 

Dos guineenses!!!


VIII


A degradação,

A putrefação

Da predileção

Da tua Nação,

Não merece à menção

Por outro concidadão!


IX


Por linhas 

SOLTAS,

Faço as minhas,

As tuas conquistas

De outrora

Naquela terra,

Que me dá sono

Por tanto abandono!


X


Por tanto rubro

Por dentro,

Espero

Que seja próspero

O louro

Plantado naquele terreno,

O ébano

De cada menino!


1. INGLATERRA, NÃO DEVIA(S) DEIXAR A NOSSA TERRA, SOBRETUDO A MINHA BOLAMA.


(Continua)


Brandoa ( sábado, 11horas e 37 minutos), 06/04)2019.


                                 KK(NDO)

 O MUNDO NÃO TEVE NEM TERÁ FIM 

DEPOIS DE MIM


I


O ser humano,

O homem,

Só tem

O valor

Se tiver o amor

Em relação ao seu próximo.


II


 O seu carácter

Mede-se pelas suas acções

Diárias

E pelas alegrias

Que distribui pelos corações,

Para melhor

Consigo, viver.


III


Em cada palavra

Que eu escrevo,

Fá-la com muita honra

Em memória dos que muito devo

Neste mundo,

Sobretudo

Aos meus pais

E também ao meu país.


IV


Nasci

E sorri

Para o mundo

Que me tem acolhido

Como um filho querido;

Pelo que fico muito grato.

Pelo facto.


V


Ninguém

É mais ninguém,

Pois,

Ninguém

Tem

O direito sobre outrem,

Sobre qualquer homem;

Por isso, todos devem

Contribuir para o bem,

Não só dum,

Mas para o bem

Comum.


VI


A misericórdia

Em cada dia

De cada homem,

Não significa a cobardia,

Mas a coragem

E o valor que possui

No seu “ i “(…).


VII


A superioridade

Na humanidade,

É uma questão de individualidade

Da (própria) dignidade

De cada ser

No seu conviver,

Pois, é algo de relatividade

De cada.


VIII


Conforme o meio

E as circunstâncias,

Assim é o benefício,

Assim são as regalias

Que cada sujeito

Tem como proveito,

Se de tudo souber

Tirar o máximo de dividendos

Para os seus fundos.


IX


Os seres humanos passam,

O mundo fica;

Os homens tropeçam,

Mas o mundo não estica;

Permanece no mesmo sítio,

No mesmo pátio.


X


Quero,

Queria

Que as minhas “porcarias”,

Que as minhas “loucuras”

Na utilização

Das letras,

Na composição

Das palavras,

Fossem alegrias

Para todos aqueles que têm um bom “faro”

Para cada livro,

Para cada brochura,

 Ou para cada obra.


 MERCADO DE ENCARNAÇÃO SUL (LISBOA), 10 DE MARÇO DE 2007.


                                                                     MATTOS (NDO)

segunda-feira, 4 de abril de 2022

 COM O TEMPO,

CADA RUGA

RASGA

CADA PARTE DO NOSSO CORPO


I


É do tempo

Ou do campo

Onde se situa o nosso corpo,

Que faz

Aparecer

Ruga

Em cada parte

Da nossa fronte

E nos faz

Envelhecer!


II


Cada

Ruga,

É uma marca

Que significa

Uma chaga

Da entrega

Pelo que se peca

Em cada

Década

De vida?!


III


Cada

Ruga

Simboliza

A tristeza

Que galvaniza

Cada 

Massa

Feita

Por cada

Vivente

Deste

Planeta,

Ou, simplesmente,

O que lhe preocupa ou intriga?!


Entre Campos- Foros de Amora(segunda feira, 18h55 minutos), 04/04/2016.


KANKAMBALL (NDO)

 SEMPRE

A RECORDAR:


A INSTRUÇÃO,

A ORIENTAÇÃO 

DO CORAÇÃO.


I

 Nené,

Nené

"Kodé"

Nené,

De "Taian",

Onde estás?

Apalpo

O trapo

Espesso

E denso

Que cobre

O meu pobre 

Corpo,

Mas em vão,

O travão

Que vem do trovão,

Impede

A progressão

Dos meus sonhos

De várias cores e tamanhos,

Que já

Vão!!!


II


O amor

Que me entreguei e me entrego

Fez e faz-me de cego

Ao dispor

De uma

Dama

De intensa

Chama

E que é hoje, a minha esposa.


III


Só sei

Amar;

Nunca sei

Desamar,

Desarmar

E limar

Um sentimento

Que diz

Respeito

Ao afeto,

Porque sempre quis

Ser

Feliz

Para poder

Viver!


IV


Sem querer,

Estou sempre a escrever,

Muitas das vezes,

Sem saber

O que estou a fazer.

Mas, penso

Que isso,

Tem a ver

Com a instrução,

Com a orientação

Vinda do meu coração.

Escrevo involuntariamente,

Inconscientemente,

Obedecendo o meu subconsciente.


V


Para todos, 

Uma boa

Pascoa!

Na Páscoa,

Se perdoa

Mesmo àquele que nos magoa.


Póvoa de Santo Adrião (13h), 04/04/2015.


                  Kankambal

 QUERIA 

SER 

UM SER

E VIVER

COM ALEGRIA....


I


Em abril,

Desejei

Sempre, mil

Vezes,

Aos que amo e amei

Que vivam

Convivam 

E estejam

Em pazes

Em todos os países,

Onde labutam

Com afinco,

Para obterem algum troco...!


II


Em abril

Primaveril, 

Sempre viril,

Sempre com cantil,

Tanto para o juvenil

Como para o senil,

Sempre gentil,

Mas sempre com o seu projétil

A fim de evitar a guerra civil, 

Apaziguar a sociedade

E viver em liberdade...!


III


A liberdade

Que procuro,

A liberdade

Que me dá seguro

Em cada localidade,

Em cada cidade,

Que dá folgo 

A cada amigo,

O consolo 

Com muito

Zelo

Em cada canto,

Mesmo que esteja recôndito....


IV


Abril

Que não pode ser covil,

Funil

Para o réptil,

Mas não para o ser hábil 

Que abomina tudo o que é vil

E ignóbil.  


(Continua)


BRANDOA (segunda-feira,  23:15), 04/04/2022.


KK(NDO)=FF

sexta-feira, 1 de abril de 2022

 EU PROCURO

QUE AS PALAVRAS

VENHAM AO MEU ENCONTRO,

COM TERNURAS,

SEM APURO


I


A dança

Das cadeiras,

Proferindo

Palavras

Austeras,

Duras,

Sobretudo

Nas alturas

Da mudança

Das chefias,

Provocando

Discussões e porfias.


II


Harmonizar,

Embelezar

E uniformizar,

É um ato

Particular,

Pessoal

E individual,

Com o intuito

De sossegar

O espírito

(Inquieto)

No seu conjunto,

No seu todo,

No seu mundo,

Isto

É, o praxe

Do encaixe.


III


Nesta

Ótica,

Procuro

Ir ao encontro

Das palavras,

Quando 

Elas não vêm 

Ao meu,

Vindo

Do céu,

Com ternuras

E sem

Apuro.


IV


É um ato

E um exercício

Da civilidade,

Da cordialidade,

De  cada indivíduo,

De cada sujeito

No seu ofício,

Isto

É, de cortez,

E de polidez

No relacionamento

Entre os seres

Humanos.


(Por concluir)


TELHEIRAS( LISBOA, SEXTA-FEIRA, 17H40M), 31 DE MARÇO DE 2017.


                                                     KK(NDO)

 Recordar:

LEMBRANÇA


"O LIVRO BRANCO/

DO MANJACO/ 

NA TERRA DO BRANCO/"


O LIVRO BRANCO

DO MANJACO

NA TERRA DO BRANCO


I


 OS MEUS ESCRITOS E AS MINHAS ADVERTÊNCIAS SOBRE OS MEUS SUCESSOS E PERCALÇOS


O LIVRO:

Em branco

Do manjaco,

Na terra do branco

O meu companheiro

Diário,

Aquele que me guia,

Aquele em que consta o itinerário

Onde o meu todo seguia

Se encontrar o intermediário;

Neste livro,

Poderá encontrar o roteiro

Do meu solitário

 Retiro

Onde cada dia que passa

Faço reparo

Da minha tábua rasa;

O seu conteúdo,

É pobre ou rico

Conforme a perspectiva ou sentido

De cada pessoa, de cada crítico.

Por isso, sois livres

De apresentarem os vossos digníssimos pareceres.


LISBOA(5ª-FEIRA), 16 DE MARÇO DE 2000.


MATTOS (NDO)

O LIVRO BRANCO/DO MANJACO/ NA TERRA DO BRANCO/


O LIVRO BRANCO

DO MANJACO

NA TERRA DO BRANCO


 OS MEUS ESCRITOS E AS MINHAS ADVERTÊNCIAS SOBRE OS MEUS SUCESSOS E PERCALÇOS


O LIVRO:

Em branco

Do manjaco,

Na terra do branco

O meu companheiro

Diário,

Aquele que me guia,

Aquele em que consta o itinerário

Onde o meu todo seguia

Se encontrar o intermediário;

Neste livro,

Poderá encontrar o roteiro

Do meu solitário retiro

Onde cada dia que passa

Faço reparo

Da minha tábua rasa;

O seu conteúdo,

É pobre ou rico

Conforme a perspectiva ou sentido

De cada pessoa, de cada crítico.

Por isso, sois livres

De apresentarem os vossos digníssimos pareceres.


LISBOA(5ª-FEIRA), 16 DE MARÇO DE 2000.


MATTOS (NDO)

 Recordar:

LEMBRANÇA


"O LIVRO BRANCO/

DO MANJACO/ 

NA TERRA DO BRANCO/"


O LIVRO BRANCO

DO MANJACO

NA TERRA DO BRANCO


I


 OS MEUS ESCRITOS E AS MINHAS ADVERTÊNCIAS SOBRE OS MEUS SUCESSOS E PERCALÇOS


O LIVRO:

Em branco

Do manjaco,

Na terra do branco

O meu companheiro

Diário,

Aquele que me guia,

Aquele em que consta o itinerário

Onde o meu todo seguia

Se encontrar o intermediário;

Neste livro,

Poderá encontrar o roteiro

Do meu solitário

 Retiro

Onde cada dia que passa

Faço reparo

Da minha tábua rasa;

O seu conteúdo,

É pobre ou rico

Conforme a perspectiva ou sentido

De cada pessoa, de cada crítico.

Por isso, sois livres

De apresentarem os vossos digníssimos pareceres.


LISBOA(5ª-FEIRA), 16 DE MARÇO DE 2000.


MATTOS (NDO)

O LIVRO BRANCO/DO MANJACO/ NA TERRA DO BRANCO/


O LIVRO BRANCO

DO MANJACO

NA TERRA DO BRANCO


 OS MEUS ESCRITOS E AS MINHAS ADVERTÊNCIAS SOBRE OS MEUS SUCESSOS E PERCALÇOS


O LIVRO:

Em branco

Do manjaco,

Na terra do branco

O meu companheiro

Diário,

Aquele que me guia,

Aquele em que consta o itinerário

Onde o meu todo seguia

Se encontrar o intermediário;

Neste livro,

Poderá encontrar o roteiro

Do meu solitário retiro

Onde cada dia que passa

Faço reparo

Da minha tábua rasa;

O seu conteúdo,

É pobre ou rico

Conforme a perspectiva ou sentido

De cada pessoa, de cada crítico.

Por isso, sois livres

De apresentarem os vossos digníssimos pareceres.


LISBOA(5ª-FEIRA), 16 DE MARÇO DE 2000.


MATTOS (NDO)