quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

UM SALTIMBANCO/, UM MANJACO/

I

HIRTO
PELO SENTIMENTO
REMOTO,
TENTO
E TRANSMITO
O QUE SINTO
NO MEU PEITO
COMO QUALQUER SUJEITO.

II

OS FILHOS
DE MANJACOS
SEGUEM OS CONSELHOS
DOS SEUS VELHOS
MESMO NA TERRA DOS BRANCOS
COM DEDICAÇÃO E AFINCOS.


III
APANHADO
DE SURPRESA
E ADMIRADO
PELO QUE ME ESTÁ ACONTECENDO
NESTA MINHA CASA,
PELO O QUE A MIM ME ARREMESSA
DIA
APÓS DIA
NESTA TERRA
QUE ME PARECE UMA MASMORRA,
SINTO UMA IMENSA
TRISTEZA.

IV

A MINHA TRISTEZA
NÃO É ESTRANHA
A NINGUÉM
NESTA PARAGEM,
PORQUE NADA ME É ILESA,
DO QUE NINGUÉM SE ADVINHA.

V

A DOR DO PEITO,
PROVÉM DO COMPORTAMENTO
RUIM DO MEU PEQUENITO,
QUE JÁ NÃO TEM RESPEITO
POR QUALQUER SUJEITO
NESTE TECTO!

VI

DIAS CONSECUTIVOS
FORA DE CASA
SEM QUALQUER AVISO,
SEM QUALQUER TELEFONE,
INDICANDO ONDE SE ENCONTRA
OU O QUE FAZ!

VII
QUE PENA
O QUE NOS CONDENA,
O QUE NOS ENGANA
EM CADA CENA
QUOTIDIANA!

VIII

ASSIM,
ATÉ AO FIM,
TODOS ME ZOMBAM,
TODOS ME GOZAM,
TODOS ME OLHAM
COM DESDÉM
E TODOS ME RIEM!

IX

FILHO DE FARÃ MATOS,
FILHO DE NHANHA,
A QUE TODOS TINHA OLHOS POSTOS
COMO SE FOSSE UMA GRANDE E ALTA MONTANHA
ESTÁ AGORA DE RASTOS
PELA CONDUTA QUE TINHA
NO MEIO DO BAIRRO
QUE HÁ MUITO TEMPO MORO.


X

MAS O QUE FAÇO,
SE DEUS DIZ QUE MEREÇO
TUDO ISSO
DESDE O MEU BERÇO,
TIRANDO-ME INCLUSIVE O OSSO
DA MINHA
NHANHA
SEM QUALQUER AVISO?!

XI

A CORAGEM
DESTE JOVEM
HOMEM,
EM CADA PASSAGEM,
EM CADA PAISAGEM,
LIBERTA-O DE CADA NUVEM
E LHE DÁ PLUMAGEM
PARA ATINGIR OUTRA MARGEM,
PORQUE TEM
A PERSEVERANÇA
E ESPERANÇA!

PRIOR VELHO( DOMINGO- 18H30 ), 11 DE JULHO DE 2010.
E TODOS ME RIEM



SE NÃO EXISTIR O AMOR/, O CASAMENTO /, MAIS TARDE OU MAIS CEDO/, É DESFEITO/


I

O sonho
Morre de velho!
Sou
E serei
Sempre
Um sonhador,
Porque tenho
Sempre
O amor.

II

O casamento,
É o entendimento
Do conjunto
Em e de  cada sujeito,
O que tem sentimento
Em relação ao outro
E vai ao seu encontro.

III

Quando isso já não se verifica,
Nada fica;
Tudo
Desmorona;
Tudo
Termina;
Tudo
Acaba;
E tudo
Desaba !

IV

Cada qual
Segue o seu destino,
Cada qual
O seu caminho,
Cada qual
Cingindo
O seu  pano,
Em direcção
A outros horizontes,
À procura do seu sonho!

V

Nada suporta,
Nada aguenta
O amor,
Senão a compreensão,
A paixão,
O carinho,
O miminho,
O compromisso,
O senso,
Porque com a dor,
O casamento não vai  avante ,
Não vai à frente !

VI

Sentado na varanda
Como se fosse o dono,
Mas que infelizmente
Não  o sou
Reflicto
O que já me passou,
 Sobre um outro conto,
Que só na minha mente,
Existe.
Sou
O inquilino,
Estou
Numa casa arrendada,
Pelo que estou
Quase arruinado,
Pois, neste momento,
Estou
Arruinado
Como um pato !

VII

Eu bem queria
Ser feliz
Neste país,
Com este casamento,
Com esta mulher;
Queria
Apenas  ter
Alegria
Neste tecto,
Neste apartamento
E viver
Com muito prazer.

VIII

As duas filhas
Eram o motivo,
A razão,
O incentivo,
Para que a nossa união
Fosse eterna,
Vivendo duma
Forma
Digna !

IX

O trabalho,
Não deveria
Ser o motivo
Do nosso desentendimento,
Da insensibilidade
Da minha queridea Nactividade !

X

Compreendo
A sua azáfama,
o seu cansaço,
Mas isso,
Não deveria
Ser o seu álibi,
O seu pretexto.

PV. CITY ( DO, 13H13 MINUTOS), 13 DE JANEIRO DE 2013.

                                                                                                    KANKAMBAL (NDO)




terça-feira, 15 de janeiro de 2013

SÃO ESTES, OS DITOS DEMOCRATAS? !



                                         


São estes ditos
                 “Democratas”,
São estes  rostos
Que  agora provocam tantos
E tantos
Sofrimentos
Aos meus compatriotas,
Ao meu povo,
Que apenas tinha um objetivo:
A paz
No que cada um faz!
 II
São estes “democratas”
Que, pelo seu conceito
De democracia
Lançaram o meu país,
Para mais
Uma vez,
Na confusão,
Na revolução,
Dando pontapés
De novo,
Na nossa Constituição,
No  nosso povo!
 É assim
Que se faz a revolução
Que não se chega ao fim
Pretendido,
Sonhado
Pela geração
Martirizada,
Sacrificada
Pelo colonialismo,
Pelo imperialismo!

NA PAZ...



                                           

  •  
  •                                    Na paz,
  •                                     Apraz
  •                                     A este rapaz
  •                                     Voltar atrás
  •  
  • I
  •  
  • Vivo o meu dia-
  • A -dia,
  • Cada vez
  • Mais atormentado,
  • Mais desgastado
  • De tudo
  • O que tinha sonhado.
  •  
  •  
  • II
  •  
  • Procuro
  • No escuro
  • Um tesouro,
  • Um ouro
  • Que não compro,
  • É como um touro,
  • Sinto um faro
  • Onde nem sequer moro.
  • POR CONCLUIR  MATTOS (NDO)
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A ÁFRICA
SEM A PAZ ,
SEMPRE FICA
PARA ATRÁS!

...

NA PAZ/ APRAZ/ ESTE RAPAZ/, VOLTAR ATRÁS/



                                     


                                   Na paz,
                                    Apraz
                                    A este rapaz
                                    Voltar atrás

I

Vivo o meu dia-
A -dia,
Cada vez
Mais atormentado,
Mais desgastado
De tudo
O que tinha sonhado.


II

Procuro
No escuro
Um tesouro,
Um ouro
Que não compro,
É como um touro,
Sinto um faro
Onde nem sequer moro.
POR CONCLUIR  MATTOS (NDO)

QUANDO A FOME DA/ ESCRITA/ ME ARREBATA/, NADA/,NEM/ NINGUÉM/ ME DETÉM/




                                       
QUANDO A FOME DA ESCRITA
ME ARREBATA
NADA, NEM
NINGUÉM,
ME DETÉM

I
Quando um homem
Quer,
Sonha,
O mundo pula,
Salta
E tudo se concretiza.

II
O meu sonho,
É que o mundo
Se humanize
E se solidarize
Com os pobres,
Com os necessitados
De todo
O Planeta!
III
O meu sonho,
É que o Mundo
Viva de e com :
O amor,
A solidariedade,
A justiça,
A igualdade,
A fraternidade,
A liberdade,
A segurança
E em paz
E cooperação
Internacional
Entre todos os povos
Em todos os aspectos:
Económicos,
Culturais,
Políticos,
Sociais
E ambientais!
IV
O meu sonho,
A minha utopia,
Quiçá, a minha miopia,
Idêntica a de outros teóricos,
Políticos
Que  sonharam
E já partiram
Deste mundo:
Martin  Luter  King,
Kennedy,
Amilcar Cabral,
Patrício Lumbumba,
Kwame N,khrumah,
Nasser,
Agostinho Neto,
Etc., etc,

Gare de oriente, Lisboa, 30 de Novembro de 2011- At. 25 para Prior Velho, 14h45  minutos - 4ª-feira.

                                                     MATTOS ( NDO )

ALGUÉM PARTE/PARA A ARTE/- VÁRIAS POESIAS


                                                          

Sexta-feira, 11 de Novembro de 2011

NALEMPE/ALEMPE/OFICIALMENTE/JÁ NÃO EXISTE/

I

O milagre
Do tigre
Que abre
O seu sabre
Sobre
A lebre
Silvestre,
Faz febre
Neste pobre
Nobre.

II

Supersticioso
E teimoso,
Faço
Cada verso
Manso,
Mas denso,
Sem nexo,
Que eu mexo
Submerso
Num poço.

III

A poesia
É a fantasia
Da pessoa
Solitária,
Sem alegria,
Vivendo na monotonia,
Sem guia,
Nem mestria
Para concretizar a filosofia
Que o seu todo envolvia.

IV

As tristezas
Diversas,
Difusas
Em muitas cabeças,
Patenteiam divisas
Que não têm musas
Nas suas casas,
Mas sonham com justiças
Onde se encontram(habitam) crianças.

V

Hoje,
Tão longe,
Com azáfama
Dessa pobre alma,
Na loja do Cidadão,
Em Odivelas,
A tratar o Bilhete
De Identidade,
O Cartão
Do Cidadão,
O Cartão
Do Utente,
O Cartão
De Contribuinte,
O Cartão
De Segurança Social
E o Registo Criminal
E ainda
À Ida
À Câmara Municipal
De Loures.
Tantos corredores
E tantas dores!!!

VI

E no final do dia,
Tanta agonia
No início da noite
Com a notícia
Da morte
De um ente
Querido: Um sobrinho!
Fiquei tristonho
Sem nada puder
Fazer!

Bubacar! Bubacar! Bubacar!

Na Guiné-Bissau!

PV CITY(SEXTA-FEIRA), 11/11/11
MATTOS( NDO)

NALEMPE/ALEMPE/OFICIALMENTE/JÁ NÃO EXISTE/

I II

Milagre Supersticioso
Do tigre E teimoso,
Que abre Faço
O seu sabre Cada verso
Sobre Manso
A lebre E mexo
Silvestre, Em cada laço
Faz febre Sem nexo,
Neste pobre Submerso
Nobre. Num poço.

III IV

A poesia As tristezas
É a fantasia Diversas,
Da pessoa Difusas
Solitária Em muitas cabeças,
Sem alegria, Patenteiam divisas
Vivendo na monotonia, Que não têm musas
Sem guia, Nas suas casas;
Nem mestria Mas sonham com justiças
Para concretizar a filosofia Em todas as balizas
Que o seu todo envolvia. Onde se encontram(habitam)crianças
Indefesas.

V VI

Hoje, E no final do dia,
Tão longe, A tristeza e a agonia
A azáfama Da morte
Dessa pobre alma, De um ente
Na loja do Cidadão, Querido:um sobrinho
A tratar o Bilhete Que me deixou tristonho
De Identidade, E triste
O cartão Toda a noite!
Do Cidadão, Bubacar! Bubacar! Bubacar!
O Cartão Na Guiné-Bissau
Do Utente, E eu sem nada puder
O Cartão Fazer!!!
De Contribuinte,
O Cartão
De Segurança Social
E o Registo Criminal
Em Odivelas
E ainda
A ida
À Câmara Municipal
De Loures.
Tantos corredores!
E tantas dores!




PV CITY, 11/11/11.

MATTOS (NDO)

Sexta-feira, 21 de Outubro de 2011


A MORTE/DE UM HOMEM INDECENTE/,
KADDHAFI


I


Alá
Kubarum!
Hum!!!
A fala
Vinda daquela
Fila,
Daquela
Sala
Com mescla
De fula
Ou de djola
ou cerere;
De berbere,
Divulgando
Notícia
incrédula,
Sobre a Líbia,
Concretamente,
Sobre a morte
De um ente
Indecente
Desumano,
De um tirano
Que explorou,
Que tirou
sono
A milhares
E milhares
De seres
Humanos,
seus próprios manos,
disimando,
seifando
vidas
Selvaticamente,
Barbaramente
Durante
Mais de quatro décadas!

II

Um
Homem!
Hum!
Um
Hoje sem-
-Ninguém,
Que ontem,
Foi um
Sanguinário,
Um
Inalterario,
Um
Ditador,
Um
Repressor.

III

Um lá Kubarum!
Chegou o fim
A Líbia,
A África Àquele que matou A África
E o mundo
Inteiro,
Livraram-se de mais um tirano,
Àquele que pensara ser o dono
Da Líbia,
àquele que maltratou,
àquele que matou,
muitos dos seus conterrâneos
sem
dó,
nem
piedade

IV
I
Nós humanistas,
Nós Altruístas,
Não celebramos,
Não Comemorámos
A morte de um semelhante,
De um ser humano;
No entanto, hoje, regozijámo-nos
Com o fim da opressão,
Da repressão,
Com a alegria,,
Com a paz,
Com a harmonia,
Com a liberdade
E com a democracia
De um povo!

V
Todos os ditadores,
Mais tarde
Ou mais cedo,
Acabam por cair.


VI

Com o fim da tirania
Na Líbia,
Oxalá
Que
Alá
Traga a verdadeira paz,
A democracia,
A justiça,
A dignidade
E a felicidade
Aos Líbios,
Restituindo-lhes os seus profundos desígnios !


PV CITY (5ª-FEIRA), 20 DE OUTUBRO DE 2011.


MATTOS ( NDO )

A MORTE/DE UM HOMEM INDECENTE/,
KADDHAFI


I


Alá
Kubarum!
Hum!!!
A fala
Vinda daquela
Fila,
Daquela
Sala
Com mescla
De fula
Ou de djola
ou cerere;
De berbere,
Divulgando
Notícia
incrédula,
Sobre a Líbia,
Concretamente,
Sobre a morte
De um ente
Indecente
Desumano,
De um tirano
Que explorou,
Que tirou
sono
A milhares
E milhares
De seres
Humanos,
seus próprios manos,
disimando,
seifando
vidas
Selvaticamente,
Barbaramente
Durante
Mais de quatro décadas!

II

Um
Homem!
Hum!
Um
Hoje sem-
-Ninguém,
Que ontem,
Foi um
Sanguinário,
Um
Inalterario,
Um
Ditador,
Um
Repressor.

III

Um lá Kubarum!
Chegou o fim
A Líbia,
A África Àquele que matou A África
E o mundo
Inteiro,
Livraram-se de mais um tirano,
Àquele que pensara ser o dono
Da Líbia,
àquele que maltratou,
àquele que matou,
muitos dos seus conterrâneos
sem
dó,
nem
piedade

IV
I
Nós humanistas,
Nós Altruístas,
Não celebramos,
Não Comemorámos
A morte de um semelhante,
De um ser humano;
No entanto, hoje, regozijámo-nos
Com o fim da opressão,
Da repressão,
Com a alegria,,
Com a paz,
Com a harmonia,
Com a liberdade
E com a democracia
De um povo!

V
Todos os ditadores,
Mais tarde
Ou mais cedo,
Acabam por cair.


VI

Com o fim da tirania
Na Líbia,
Oxalá
Que
Alá
Traga a verdadeira paz,
A democracia,
A justiça,
A dignidade
E a felicidade
Aos Líbios,
Restituindo-lhes os seus profundos desígnios !


PV CITY (5ª-FEIRA), 20 DE OUTUBRO DE 2011.


MATTOS ( NDO )

Quarta-feira, 12 de Outubro de 2011

Domingo, 9 de Outubro de 2011

OS PROJECTOS DESFEITOS


I

Postos
Em vários
Sacos
Que já estão
Todos
Rotos,
Os meus projectos
Já estão
Todos
Desfeitos,
Esquecidos,
Remetidos
E lançados
Para o lixo.

II

Escrevo
O que me vem
À CABEÇA
Nos momentos
Mortos,
Isto é,
Me atrevo
A seguir àquele homem
Chamado Eça
De Queirós
Ou de Fernando Pessoa,
Aquilino Ribeiro,
D. Dinis,
Egas Moniz,
Júlio Dinis,
Teixeira Pascoaes,
Alexandre Herculano,
Cardoso Pires,
Virgílio Ferreira
E tanto outros cérebros,
Membros
Literários,
Catedráticos
E inúmeros poetas
Ilustres
Deste país
À beira-mar plantado.

III

Hoje,
Escrevo
Porque as palavras
Que brotam
Da minha massa
Cinzenta;
Que apoquentam
As tiras
Que constituem
As veias
Que entrelaçam
O meu âmago,
Fazendo,
Permitindo
Que seja hoje
Um ser vivo.

IV

Ontem
Foi o aniversário
Deste homem
Que quis
Construir
Um império
A fim de servir
Os seus semelhantes.

V
Hoje,
É o novo dia,
Um dia
De luta
Que se acrescenta
Mais uma gota
Na escrita
Que me alimenta.

VI

Um sonho
De uma família feliz,
De uma família numerosa,
Airosa
Numa quinta
Onde é impossível
Esmiuçar a correria,
A gritaria
Da criançada
Jovial,
Desafogada!

VII

O sonho da intelectualidade
Em toda a plenitude,
Onde os assuntos abordados
São relacionados
Com a política,
Com a economia,
Com a História,
Com a Filosofia,
Com a Sociologia,
Com a Psicologia
Com a Pedagogia,
Com a Sociedade.

PV CITY(DO), 09 DE OUTUBRO DE 2011.
MATTOS (NDO)

Sábado, 8 de Outubro de 2011

EMBORA É NEGAN, NA NEGA BEDJU(1)




I

Se é verdade
Que tenho
Esta idade
Donde
Venho,
É porque,
De facto,
O meu nascimento
Corresponde
O domínio
Do grande desígnio.

II

O desejo
Da Providência,
É a evidência,
É a prova
Que comprova
A minha existência
Neste mundo.

III
Neste dia
Do meu aniversário,
Com as lágrimas
Nos olhos,
Quero,
Aqui,
Agradecer
Ao Pai Celestial,
Aos meus queridos pais
Que me conceberam,
Que me educaram
E a todos os que me criaram
Com ardor
E amor,
Pela confiança,
Pela perseverança,
E esperança
Numa criança
Que hoje é um homem.

IV

Queria
Sê-lo,
Queria
Merecê-lo
Com a alegria,
Expectativa
E confiança
Que em mim
Tinham depositado,
Com todo o orgulho,
De quem
Tem
Um filho
E esperava
Vê-lo
Crescer,
Desenvolver,
Vencer,
Lutar
E conquistar
A felicidade
Em cada sociedade.

V
A todos,
O meu muito obrigado,
Por me terem aturado
Em relação aos atropelos,
Falta de zelos
E erros
Cometidos,
Ainda que inocentemente.
Adoro-vos muito,
Porque para mim,
O que soa,
O que conta,
É a pessoa
Humana neste Planeta!

VII
Obrigado
A todos,
Que, neste dia,
Se lembraram de mim,
Felicitando-me
Por esse dia especial.

VIII

Bem haja a saúde
E decrepitude !


1. Em crioulo da Guiné-Bissau, apesar de me abandonarem, recuso-me a envelhecer.

PV CITY( SÁBADO), 08 DE OUTUBRO DE 2011

MATTOS( NDO )
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