O IRMÃO
DE MÃO
SEM SERMÃO
I
Se eu pudesse
Ascender,
Ser
E suceder
O meu vice
Da cominidade
Tribal
Da antiguidade,
Desempenharia
O meu papel
De forma cabal.
II
Suceder,
Ter
Sobre os ombros
A responsabilidade,
Ser
E corresponder
As expetativas
Dos membros,
Os convivas
Que também
Fazem
Parte
Da minha tribo,
Da minha gente,
Que me gabo
Pertencer
Com todo o orgulho,
O filho
Que não tem
Ggozado
As prerrogativas
Da família
Com alegria...!
II
Que saudades
Do irmão
Que partiu
E nem sequer
Acenou
No momento da partida!.
Que saudades
Da mana- madre
Que anticipou
A partida
Do mano- patriarca
Quando este tentava
Escapar o destino
Nas terras Lusíadas,
Na pátria de Camões...!
III
Onde atualmente
Jazem,
Faço a prece
Para que descansem
No Reino Celeste,
Sem o calor que aquece,
Nem
Com o frio que amolece!
(Continua)
Há três anos
KK(NDO)
(Por concluir)

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