sábado, 17 de julho de 2021

 VERDADE,

VERDADE,

ATÉ 

A ETERNIDADE, 

ATÉ 

A MORTE!


I


Jovens da minha 

Sociedade, 

Jovens  da minha 

NAÇÃO,

Jovens da minha 

PÁTRIA, 

Jovens da minha

GUINÉ 'BISSAU,

Tenhais

Orgulho

Do vosso país!

Não tenhais

Vergonha 

Da vossa terra!


II


Tenhais 

Dignidade, 

Tenhais 

Respeito,

Tenhais

Carácter 

Na vossa juventude

A fim de transmitirem 

A geração vindoura 

Da vossa terra,

A verdade 

E não a mentira

De uma grande máscara!


III


VERDADE 

E sempre VERDADE, 

Mesmo que isso vos custe privacidade,

Sacrifício,

Mas não embarcais

No mundo do vício...,

Pois, desejais

Uma sociedade 

De liberdade,

De justiça,

De democracia,

De esperança,

De tolerância 

Entre todos 

Os cidadãos,

Entre todos

Os irmãos!


IV


O medo,

É próprio 

De quem 

Vive no mundo 

Sombrio,

De quem

É inseguro,

De quem

Caminha no palheiro,

De quem 

Não é sincero,

De quem é trapaceiro...


V


Queremos 

Que a Guiné-Bissau 

Seja chamada,

Seja falada,

Por bons motivos 

E não por maus e ruins motivos:

Pela guerra,

Pela mentira,

Pela tortura

Pela ditadura,

Pelos raptos,

Pelos espancamentos

Levados a cabo pelos homens corruptos 

Que não medem a extensão dos seus atos...


VI


Queremos 

Uma Guiné-Bissau 

A nível de outras nações 

Que aspiram a paz, 

O desenvolvimento,

O respeito

Pela pessoa humana,

A harmonia 

A concórdia 

E a convivência 

Pacífica,

Religioso-énica!


VII


O medo

Do dono

Daquele mundo,

Do soberano,

Do divino

No nosso terreno,

Do nosso solo,

Do nosso mano,

Que agora

Tem o total controlo

Da nossa terra,

Isso, não passa no meu miolo!


VIII


Sou um humilde

Cidadão,

Guiado pela sua própria cabeça,

Que apenas pretende

A restauração 

Da legalidade,

/Da justiça/

Que já impera,

Que já não vigora

Na minha terra!


IX


Se  é esse o preço

Da verdade, 

Sigo

O seu passo,

Me vergo

No seu Paço,

E não temo a morte,

Pela a liberdade

Da minha gente...!


(Continua)


BRANDOA (sábado,  02h 37 minutos), 18 de julho de 2020.


                                             KANKAMBAL

Sem comentários:

Enviar um comentário