sexta-feira, 10 de junho de 2022

 MAIO,

TANTO DESMAIO

E SEM NENHUM APOIO...


I


Maio,

Tu,  de soslaio, 

Tu despedes,

Nada pedes

A ninguém,

Porque não deves

Nada a ninguem!


II


Vais

Como os demais,

Para bem

Longe,

Como quem

Foge 

Por  dívida 

Não saldada

A um senhor

Credor

E a mim

Deixas assim

Sem nada,

Atrapalhado,

Preocupado

E quase acabado...!


III


Por esse mundo

Isolado, 

Esquecido 

E abandonado 

Por aqueles que tanto

Amava dentro 

Do meu coração 

Dé vidro,

Débil 

E frágil 

Como um bebé que depende do biberão,

Coberto

Por um peito 

Que aparenta robusto...


IV


Maio,

Procuro 

Esteio 

Devaneio,

Um passeio

A sério 

Onde pudesse 

Encontrar o rastreio 

Da crise

Que me afeta,

Que quase

Me decapita

Por tanta 

Afronta.,

Onde oresenteente moro.


V


Ó  maio,

Por que tanto

Me atormenta?

Até a porta

Da casa onde Ndo habita, 

Tão estreita

Nao deixa entrar o sofá,

Nem  tão pouco

 A alcofa , 

E assim, ele não se safa..

No seu cubico,

No seu humilde teto!.


VI


O raio

De maio

Cava,

Leva

O mínimo do sonho

Que tinha

E ainda tenho

No meu convívio 

Solitário...!


MAIO,

TANTO DESMAIO

E SEM NENHUM APOIO...


I


Maio,

Tu,  de soslaio, 

Tu despedes,

Nada pedes

A ninguém,

Porque não deves

Nada a ninguem!


II


Vais

Como os demais,

Para bem

Longe,

Como quem

Foge 

Por  dívida 

Não saldada

A um senhor

Credor

E a mim

Deixas assim

Sem nada,

Atrapalhado,

Preocupado

E quase acabado...!


III


Por esse mundo

Isolado, 

Esquecido 

E abandonado 

Por aqueles que tanto

Amava dentro 

Do meu coração 

Dé vidro,

Débil 

E frágil 

Como um bebé que depende do biberão,

Coberto

Por um peito 

Que aparenta robusto...


IV


Maio,

Procuro 

Esteio 

Devaneio,

Um passeio

A sério 

Onde pudesse 

Encontrar o rastreio 

Da crise

Que me afeta,

Que quase

Me decapita

Por tanta 

Afronta.,

Onde oresenteente moro.


V


Ó  maio,

Por que tanto

Me atormenta?

Até a porta

Da casa onde Ndo habita, 

Tão estreita

Nao deixa entrar o sofá,

Nem  tão pouco

 A alcofa , 

E assim, ele não se safa..

No seu cubico,

No seu humilde teto!.


VI


O raio

De maio

Cava,

Leva

O mínimo do sonho

Que tinha

E ainda tenho

No meu convívio 

Solitário..


VII


O raio

De maio

Cava,

Leva

A senha

Do mínimo sonho

Que tinha

E ainda tenho

No meu convívio 

Solitário...!

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