sábado, 3 de novembro de 2012

DE PAU/EM PAU/, A MINHA GUINÉ-BISSAU!/

I Ó fundador da nacionalidade, Vinde Ao nosso socorro, Porque o país Está sempre em choro! Acuda à nossa grande Dor! A desgraça Que cada vez mais, Ameaça O nosso país! II Ó Amilcar Cabral, O teu sonho Transformou-se Numa guerra inetstinal, Em interesse mesquinho; Transformou-se Em batalha campal, Em vez de servir As principais aspirações Das populações Actuais e das que hão-de vir! III Ó Amilcar Cabral, Os gatilhos Premidos Pelos nossos filhos Queridos, Nas matas da Guiné-Bissau, Para a libertação Total Da nossa nação Sob o jugo colonial, Não surtiram os efeitos, Não nos deixaram satisfeitos!!! IV As armas Daqueles que estão no trono, Continuam a perpetuar lágrimas Do seu(nosso)povo E assim, continua escravo Do seu próprio destino!!!! V São golpes E golpes Dos galopes, D,equipes, D,outras estirpes! VI São ceifadas Vidas De inocentes vítimas Pelas armas Anónimas Daquelas almas Que criam traumas, Que lançam chamas Que lançam trevas e brumas Sobre o nosso povo, Que tinha e tem grande objectivo: A paz, A liberdade, A democracia, A justiça, O progresso, A prosperidade E a felicidade! VII Ó Cabral, Afinal, Era esse o sinal Do seu desaparecimento fatal, Ainda na época colonial?! VIII Quem pode ou poderá Investir na nossa terra Com a permanente/constante Instabilidade política? IX Os projetos São deitados por terra Por falta de confiança Política Desde à época (de ) noventa! X Agora, os`"intocáveis" São impuníveis, Fazem E desfazem, Porque a terra Lhes pertence Ou é a pertença exclusiva deles E ninguém lhes faz Face. X Os militares Estão nos altares, Estão nos lugares Conferidos pelos poderes Parlamentares, Numa palavra, pelos eleitores? XI A Guiné Estará eternamente Condenada, Governada E perdida Nas malhas da guerra, Nas malhas da morte Da sua população, De cada cidadão, Nas mãos desses "joguetes", Desses ignorantes Que recusam submeter-se Ao poder civil E de forma vil, A exibir-se?! XII Ó Cabral, Faça com que a sua voz Seja ainda Ouvida, Respeitada E recordada Por cada um de nós A nível nacional E também a nível ineternacional, Pelo respeito Ao direito Fundamental E integral Da pessoa humana na sua Pátria! XIII "Nha mantenha" (1) Para àqueles que têm vergonha Na cara E não para os que perpetuam Os malifícios Da guerra; Não para os que nos seus comícios Enchem a palavra "povo"! A esses, não louvo! Condeno, Recrimino Veemente E intensamente! XIV O que faço, O que rezo Em cada dia, É que Deus tenha misericórdia Do meu povo; Que a palavra Esperança Permaneça E cresça Na nossa terra E na mente de cada cada guineense Apesar da crise! 1. Os meus cumprimentos, os meus abraços. LOJA DO CIDADÃO(ODIVELAS PARQUE-4ª-FEIRA), 31 DE OUTUBRO DE 2012. MATTOS (NDO)

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