COMO A
MINHA SOFIA
ME
DESAFIA,
ME
PORFIA
I
Nas linhas
Tortas,
Encontro as minhas
Forças,
Para vencer as minhas
Fraquezas.
II
Longe
Da minha sofia
E da minha Ruth,
Procuro outra via
Para ser mais forte.
III
Fugi de Lisboa,
Porque cedo percebi
Que não tinha vida boa
Ali
E por aqui,
Vim
Para que assim,
Possa minimizar a minha mágoa,
O sofrimento
No meu peito.
IV
Aqui
Tenho
Tempo
Para continuar
A alimentar
O meu sonho.
V
Querendo descobrir,
Querendo sorrir,
Querendo crescer
Como criança
Com confiança
E esperança,
A minha Sofia
Me desafia,
Me porfia
Por tudo
E por nada
Sobre a vida,
Porque apenas, quer
Saber.
VI
Crianças
São as peças,
As alavancas
Que nos levam a outras praças
Mais ricas
E fantásticas.
E de lá,
Trazemos para cá,
As coisas
Mais maravilhosas:
O ouro,
O tesouro,
O amor
No nosso interior.
FREAMUNDE (DO- 11H25 MINUTOS), 24 DE FEVEREIRO DE 2013.
KANKAMBAL- MATTOS
FERREIRA (NDO)

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