quinta-feira, 30 de julho de 2026

 Devo

Reler 

Sempre o que escrevi

Como na altura vivi,

O que escrevo:


COMO HISTORIADOR,

TENHO O PENDOR,

REPETINDO

O PASSADO...


I


Ei-me

Sempre em meu nome,

Ou em meu cognome,

À defesa para para que  não haja a fome,

Manchando o renome

Daquele que fora sublime,

Que nunca quis vexame

Em qualquer direção ou volume.


II


Não é uma publicidade

A minha poesia,

Mas sim, a realidade

De cada dia,

Que eu transmito,

Que eu relato,

Que eu ponho 

Ao conhecimento,

Que ponho 

A descoberto,

Que ponho 

Ao  relento,

Para que não seja 

Levado 

Pelo vento,

Escondido

De todo

O mundo...


III


O papel

Do poeta

E distribuir o mel,

Dar o moscatel 

Que não seja o fel,

Mas sim, o (nosso) gel

Que  perfuma e agiganta

Um humanista

Pacifista 

E não belicista...


IV


A função 

De um poeta,

É como a de um jornalista

Que presta

Uma informação 

Isenta,

Credível,

Objetiva,

Louvável 

Aos olhos da opinião 

Pública,

Uma informação ou comunicação 

Massiva,

Que torna genérica,

Não eletista.


V


O poeta 

Taciturno,

Torna-se um escritor

Noturno

Que se esconde

E dorme até muito tarde,

Para que a sua escrita

Se torne melhor,

De amor,

Posta

À vista

De qualquer leitor,

De qualquer curioso 

Na leitura do verso

Harmonioso

E amoroso.


VI


Eu sou um escritor,

Isto é, pretendo

Ser um  escritor,

Um poeta,

Um humanista 

Insatisfeito

Com o feito

Conturbado

Do mundo 

Atual,

Tanto

A nível nacional,

Como internacional 

Em(a) diversos aspetos,

Sobretudo,

As desigualdades sociais 

Gritantes 

E humilhantes,

Para não dizer, vergonhosas,

A fome,

A miséria,

A pobreza envergonhada,

O incentivo à guerra

A todos os quadrantes,

Em todos os continentes...


,(Continua)


BRANDOA ( quinta-feira, 02:14), 31 de julho de 2025.


kKNDO 

(FF1)

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