O ATO
DE BRAVURA
É A PALAVRA,
O SENTIMENTO
I
O ato
De bravura,
É a palavra,
O fomento
Do conhecimento
Para cada criatura.
II
Quanto
Mais culto
For
O conhecimento
Da pessoa,
Mais boa
Mais trégua
Encontra em si mesmo,
Mais voa,
Mesmo estando
Andando
À pé,
Mais fé
Tem
Como alguém,
No seu desenvolvimento
Como sujeito
Capaz
E no que diariamente
Faz,
Mais amor
Para com seu semelhante,
Mais solidário
Ao contrário
Do que em princípio
Se julga,
Se pensa
Que apenas se realiza
O que joga
No seu seu individualismo,
Como egoísmo,
Se esquecendo
Do altruísmo.
III
Outro
Existe,
Vive
De alguém
Com que se vá ao seu encontro,
Para ser mais forte,
Porque a união,
É a razão
Da existência
Terrena
Da pessoa humana
E não apenas o fator
Da sobrevivência
No seu interior
Como algo que o promove
Como individualidade
Na sociedade.
IV
Escrevo
Como objetivo
Pelo qual vivo,
Atrevo,
Sirvo
De modo ativo,
Como um bravo
Num dado povo
Em que me curvo,
Em cada luta que travo
E não me louvo.
V
Escrevo
Por prazer,
Por ambição
Do meu coração,
Em aprender
Cada vez mais
Com os demais,
Sobretudo
No campo
Literário
Dos que se destacaram
Nesse mistério,
Bem como o testemunho
Do meu grande sonho
Em seguir os que atingiram
O topo.
VI
Não é uma questão
De vaidade
Esta minha ambição,
Nem tão pouco
Atingir a notariedade
Como um louco
Que não mede
Os passos
Para conseguir sucessos,
Uma loucura,
Uma aventura
Para se exibir.
VII
Escrever,
E cada vez aprender
Os meandros
Da escrita,
Da literatura,
Os centros
Nevrálgicos
De cada poeta,
Os loucos
Que nos embalam
Nos falam
E nos encantam
Das suas peregrinações,
Nas suas viagens
Pelas nações,
Mesmo sem sair
Da sua pátria.
VIII
O amor,
É o clamor
Do esplendor
Do interior
Para o exterior.
Um corredor
Que nos faz um lutador
Pelas causas nobres,
Não apenas pelas mulheres,
Mas para algo mais vasto,
Mais amplo,
Mais lato
Em cada
Ciclo,
Em cada templo...!
(Continua)
Brandoa( domingo, 01:23), 07 de abril de abril de 2024.
kKNDO (FF )

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