A SENHORA
QUE NOS SALVARA
OUTRORA,
SERÁ
A MESMA QUE NOS ABANDONARÁ...
I
A senhora
Que nos salvara
Outrora,
Será
A mesma que nos abandonará,
Dispensando
O nosso amor,
Quando
Tudo,
Estiver a seu favor,
Uma coisa
Ou vice-versa...
II
A fragilidade
Do ser
Humano,
É aproveitada
Por
Outro
Ser,
Para conseguir
Dividendos,
Como por
Exemplo,
Estar ao nosso dispor
Com muitos engodos
E carinhos,
Como sinónimo
De amor
Puro
E verdadeiro,
Quando,
Na realidade,
Estando a fingir;
Tapa
A cara
Com uma máscara,
Trepa
A montanha
Que o outro adivinha
Ser
O extremo
Do esforço humano,
Um engano,
Que eu falo,
Que eu digo,
Querido
Amigo,
Um dolo,
Porque no jogo,
Procura-se marcar golo,
Como a premissa
Que compensa
A (nossa) vida...
III
Na vida,
Aprende-se
A viver
O que não se
Ensina
Nos bancos da escola;
Se treina
Ao longo da vida,
Ou seja, uma aprendizagem
Contínua,
Na rua,
Descobre-se
Fora,
O que é a verdade
E o que é a mentira;
A pesagem
Da nossa sabedoria
Ou da nossa ignorância
Sobre a realidade
Verídica,
Transparente
E não opaca,
Tudo evidente ...
IV
Cada um,
Cada qual,
Tira as ilações
Consoante
OI seu entendimento,
Conforme o seu conhecimento,
Sem prejuízo nenhum,
Tal
E qual
A sua análise
Factual,
Pessoal,
Individual...
V
O que importa,
É que cada um,
Sem precipitação
Se comporta
Sem arrependimento
De cada ato
Feito
Em lado algum
E que tudo
Beneficie
Os inocentes,
Que não os prejudique
Os ausentes
Por cada contratante,
Assinante
Do contrato,
Do acordo
Estabelecido,
Assinado
E rubricado
Por ambas as partes.
VI
Para um entendedor,
Meia palavra basta,
Chega,
Querendo
Com isso dizer,
Que não lesem
As crianças,
Agentes indefesas...!!!

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