As verdades
Qué digo
Incomodam algum amigo,
Algumas personaljdades...
Há um ano refletia
ESCREVO
O QUE DEVO
PARA O MEU POVO
...!
I
É Por
Amor,
Não um favor,
Algo a impor
Do exterior
Para o meu interior,
Mas sim o que devo
E escrevo
Para o meu povo.
II
Nunca vi,
Nunca ouvi
Ao longo do tempo que vivi,
Tanto alibi
Um povo
Que já não é escravo
Mas que continua
Servo
E cativo
De alguma cobra,
De alguma víbora
Que não sabe outra
Coisa, senão a mentira,
Ameaça
Que impeça
A esperança
Da criança ...
III
Não devo
Ficar inativo
Enquanto o meu povo
Continua escravo
De interesse instalado
De um determinado
Grupo corrompido
E comprometido
Com alguns estranhos,
De outros caminhos
Com outros sonhos
Com dados espinhos...
IV
STJ, O SUPREMO,
É órgão supremo
Da NAÇÃO
Em termos de jurisdição...
Pelo que não deve ter medo
Vindo
Do exterior
O do interior,
Porque é um órgão autónomo,
Que pode tomar decisão
De modo
Musculado,
Sem auscultação
De outra instituição...
V
A verdade,
Sai da legalidade,
Isto é, deve sair da legalidade,
Vem da imparcialidade,
Saida,
Procurada
Apenas
Das urnas,
Da vontade
Popular,
A única entidade
Com credibilidade
Para falar...!
Aquela que dê resultado aceitável
E credível...!
Lisboa(sexta-feira, 18h22 minutos), 14 de fevereiro de 2020.
KK(NDO)

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