DIA OITO,
O PONTO
DA PARTIDA,
O DIA DO NASCIMENTO,
O COMEÇO DA VIDA,
NAQUELE MÊS
QUE DEUS ME FEZ...
I
Não consigo
Libertar- me da escrita
O abrigo
O meu sossego
O meu aconchego,
Que me liberta
Da pressão
De qualquer obsessão
Pessoal
Ou profissional.
II
Não fiz anos.
Não me felicitem,
Não me dêem
Parabéns,
Porque os homens
Temem
Quando não conseguem
Os seus intentos,
Os seus propósitos,
Beltranos,
Sicranos,
Os fulanos...
III
No trajeto
Frívolo,
Vejo
Com os próprios olhos,
Tantos empecilhos,
Que toldam os brilhos
Que podiam alegrar cada coração
De cada cidadão
A lutar,
A batalhar
Por cada pão
Diário,
Necessário
Para o sustento
Pessoal
E familiar,
O contributo,
O desejo
Para que nada seja nulo
E em vão...!
IV
DIA OITO,
O PONTO
DA PARTIDA,
O DIA DO NASCIMENTO,
O COMEÇO DA VIDA,
NAQUELE MÊS
QUE DEUS ME FEZ...
I
Não consigo
Libertar- me da escrita
O abrigo
O meu sossego
O meu aconchego,
Que me liberta
Da pressão
De qualquer obsessão
Pessoal
Ou profissional.
II
Não fiz anos.
Não me felicitem,
Não me dêem
Parabéns,
Porque os homens
Temem
Quando não conseguem
Os seus intentos,
Os seus propósitos,
Beltranos,
Sicranos,
Os fulanos...
III
No trajeto
Frívolo,
Vejo
Com os próprios olhos,
Tantos empecilhos,
Que toldam os brilhos
Que podiam alegrar cada coração
De cada cidadão
A lutar,
A batalhar
Por cada pão
Diário,
Necessário
Para o sustento
Pessoal
E familiar,
O contributo,
O desejo
Para que nada seja nulo
E em vão...!
IV
Eu vou
Escrevendo
Sobre o que vou
Lendo,
Sobre o que vou Ouvindo,
Sobre o que estou
Vendo...
VI
Condenado
A escrever,
NDO
Cumpre
Sempre
O que lhe vem
A mente
O que lhe convém,
Ago como um dever
De um cidadão
Preocupado
Não apenas
Consigo
Próprio,
Mas também
Com os que estão no seu meio,
No seio
Da sociedade
Onde
Vai vivendo,
Onde
Está inserido
(Continua)
Casal de São Brás, 08/02/2023.
KK

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