Sou obrigado
A sempre recordar:
O SR. "RASO",
É FALSO
E PERIGOSO...!
I
O vivente
Brilhante
Que sente,
Que não é arrogante,
Que não mente
Descaradamente
À frente
Da sua gente,
Tem um suporte
Dignificante,
É decente
Perante
O que promete...
II
Porquê
Que a minha Guiné
Está infetada,
Suja,
Imunda,
A fonte de tudo
O que é nocivo
Para o seu povo?
III
Cada dia que passa,
Emerge um novo
Caso,
Que prejudica
A imagem do país,
A reputação
Da NAÇÃO
Conquistada
À custa de muito suor,
Sacrifício
E sangue,
E tudo nos arrasa,
Nos torna alvo
Pernicioso,
Nocivo
No relacionamento
Com as nações dignas
E decentes!
IV
Porquê?
Porquê
Minha GUINÉ?!
Por que tenho que escrever
Coisas ruins,
Coisas tristes
Sobre ti, MAMÉ
GUINÉ?!
Por que não as coisas
Alegres,
Positivas,
Que nos engrandecem?!
V
Até quando
Os tempos
De antigamente?!
Até quando
A proliferação
Da MÁFIA
Na nossa PÁTRIA?
Porquê
A PUTREFAÇÃO
Da minha NAÇÃO?
O fim do bom nome,
Que era a nossa conotação?!
VI
O meu choro,
Não pode ser definitivo,
Nem tão pouco
Do meu povo!
O sofrimento
Não pode ser eterno
E perene
Na minha GUINÉ!!!
VII
Eu queria
Parar
De escrever,
Mas não consigo,
Enquanto
O meu povo
Continua
Sem alegria
Na sua fisionomia,
No seu rosto,
No seu semblante
Inerte,
Pensando,
No futuro
Dos seus filhos,
Vendo
Dissipar
A esperança,
Porque perdeu a confiança
Nos políticos
Que só pensam
Nos seus umbigos,
Exceto
O nosso PRESIDENTE
Domingos,
O nosso DSP,
O nosso "MATCHU"!
VIII
Malabaristas,
Os gatunos,
Os vendidos,
Comprados
Pela dubriagem,
Pela gatunagem,
Os que estão na engrenagem
Do maquiavélico,
O falso general
Ou o raso-general,
Donde vem todo o mal,
Tudo o que é falso
E perigoso,
O avesso
Ao progresso,
Mas que exibe a riqueza,
Sem nenhuma empresa
Conhecida!
IX
Oh cegueira
Dos que na minha terra,
Ainda admiram uma figura
Que constitui o cúmulo
Da mentira,
O espetaculo
À beira
Da ruptura
Pelas novas evidências
E revelações
Pela SÁBADO(revista)!!!
X
A escrita
É me imposta,
É alheia
À minha vontade própria!
Algo
Que vem do meu âmago,
Que me obriga,
Que me carrega
Este peso
Pesado
E oneroso
Como um grande fardo...!
XI
Só o desfecho
Do enredo
Fabricado,
Enrolado
Numa película
Naquela
Bela
Lala,
Terra
Cheia de maravilha
Miraculosa,
O feixe de um trecho
Me deterá
Como filho de Farã!!!
XII
O repouso
Com sono
Divino,
Como escravo
Com o compromisso
Com o meu povo,
Ainda que triste
E distante,
Chegará,
Quando na minha terra,
Se encontrar o verdadeiro
Vencedor das eleições
Nas urnas,
E não nos refúgios
E subterfugios,
Nos palcos
Dos homens das leis,
Dos juristas,
Dos políticos,
Com interpretações
Adversas de acordões...!
XIII
Vamos,
Para a próxima
Semana,
Assistir mais novelas,
Mais episódios
Com malabarismos
E respetivos malabaristas
Compatriotas,
Verdadeiros,
Mas comprados,
E falsos...!
SUMÁRIO:
Continuação da aula anterior.
BRANDOA ( SÁBADO, 00H20 MINUTOS), 01 DE FEVEREIRO DE 2020.
KK(NDO)

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