domingo, 30 de julho de 2023

 A CRIATURA

ESPERA

PELO QUE ASPIRA...


I


Hoje,

Bem longe

Dos que me amam,

Espero

Que os que me detestam,

Se afastem 

De mim

E fiquem

No confim 

Do mundo

Como se estivessem

No passado

Bastante longínquo

Deste indivíduo .


II


Eu levo,

A vida,

Tal 

E qual

Escrevo

Em cada

Banda,

Em cada

Esquina,

Em cada

Tribuna

Com alegria,

Honradez

Como aquele que me fez

Há muitas 

Décadas 

Naqueles lugares

Alegres,

Bonitas,

Povoadas

Pela maioria

Dos  beafadas.


III


Uma aspiração

Com muita

Moderação

De sujeito

Modesto

Que habita

Junto

Ao rio Tejo,

Com um desejo

Ardente

De atingir um horizonte

Bastante

Cosmopolita

Como um apologista

Do amor

Imenso,

Ardor,

Muito intenso,

Porque é um altruísta.


IV


Louvado

Seja

Aquele que é levado

Pelo amor

Incolor

Ao redor,

Emissor,

Difusor

Do calor

Ao seu próximo

Ao máximo,

Esteja

Onde estiver

A viver!


V


Poema

É próprio

De quem ama,

Que detesta sofrimento,

Que detesta 

A dor,

O martírio,

O horror

De que pisa,

Martriza

Os outros

Nos encontros

Que efetua

Na rua

Ou em qualquer lugar

Que for,

Que chegar...!

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