domingo, 11 de junho de 2023

 QUEM NÃO SE LEMBRA 

DA QUINTA DE S.A. DA SERRA?

PELA ÂNSIA,

PELA GANANCIA,

PELA SEDE

DE TER

O PODER,

NINGUÉM CEDE...


I


Que pena!

Uma senhora

Queria partir a cara

De um senhor,

De um homem,

Sem 

Dó, nem

Dor

Na triste cena

Da Assembleia

Nacional Popular

Da Guine-Bissau!

O que terá

Levado a digníssima 

Dama,

A meretíssima

Senhora

Àquela atitude

Cobarde,

Àquela postura

Que se repugna,

Que se condena

De qualquer maneira?!

Um impulso

Imerso 

Do subconsciente

Sem siso

Consciente?!


II


A dama,

A senhora,

A legítima

Defensora

Dos interesses

Do povo,

Ou é uma das faces

De um dos partidos

Em jogo

Do ping-pong

Em efervescência,

Em evidência?!!!


III


Contudo,

Saúdo

Calorosamente

O reinício

Dos trabalhos

Na ANP,

A fim de serem

Ultrapassados

Os entraves

Ao entendimento

Entre as bancadas

Que compõem,

Que constituem 

A mesa;

Os mal-entendidos

Entre os deputados,

Os nossos 

Queridos

Representantes,

Os nossos

Dirigentes,

Os nossos

Corajosos

Combatentes,

Encentando

Os processos

Morosos,

Dando 

As mãos

Uns aos outros,

Como  verdadeiros

E sinceros

Irmãos,

Numa convivência

E coexistência

Pacifica,

A fim de resgatarem a deficiente

Democracia

Desde a época

Da independência,

Sendo 

Eu ainda adolescente!


(Continua)


Encosta do Sol(quarta-feira, 00:30), 12/06/3019.


                                   KKNDO)

I


Debaixo 

Dos destroços,

Debaixo 

Do lixo,

Estão os traços 

De muitos laços

Enterrados,

Os escombros 

Dos membros 

Dos antepassados 

Dos homens

Emigrados

Que vieram de muitas paragens

Longínquas,

Através

Das águas 

Do Atlântico,  

Que um manjaco

Surripiou,

Pisou,

Atravessou,

Ecolheu e mimou 

O território 

Português,

Como o seu esconderijo,

Do Tejo,

O seu Brumário ...

Que teve o desfecho 

Imprevisível

E triste!


II


O Prior

Velho,

No Concelho 

De Loures,

O suor

E as dores

Daquele velho

Que era pintor, 

Servente,

Apontador, 

Ajudante 

De carpinteiro, 

De armador

De ferro, 

De pedreiro,

Que posteriormente

Se tornou sub-empreiteiro,

Exercendo cumulativamente

A função

De comerciante,

Bem como a profissão

De educador,

Professor...!


III


A gota 

De tanta

Azáfama 

Daquele que amava,

Ama

A sua humilde

Gente,

Que lutava 

Para a sua própria 

Sobrevivência 

Numa situação, 

Numa condição 

Degradante,

Uma vida humana

Revoltante,

Sem dignidade,

Nos arredores 

Da capital

Portuguesa,

Zona

Crucial, 

Zona 

Urbana

Que albergava

E ainda se habita

A maioria

Da população 

Imigrante,

No concelho

De Loures...!


IV


O homem

Que tanto geme,

Teme,

Porque tem 

Muita fome

De fazer 

Um rabisco,

Para não perder 

Aquele que hoje, constitui o buraco

Da memória 

Da minoria 

Étnica 

Que pouca 

Coisa que tinha, 

Em termos de privilégios, 

Das regalias 

Consagradas

Na Constituição 

Portuguesa!


V


Tenho 

Muita saudade

Da localidade

Onde

Começava

O caminho 

Pelo que pelejava

Pelo meu sonho, 

Do pouco que ali contribui,

E ainda, de tudo o que fui,

E ainda sou,

Do tanto tempo que já passou,

Apesar de tanta peripécia 

Na ambição,

De sobrevivência,

A intenção 

Da subsistência ...!


VI


A todos 

Os que dali partiram.

Velhos 

E novos,

Graúdos 

E miúdos,

Para outras 

Localidades,

Outras

Terras,

Outras 

Cidades 

Bem distantes,

Apenas quero desejar-lhes muitas felicidades, 

Muita saúde,

Muita sorte 

E muitos êxitos 

Pessoais

E profissionais!


VII


O PRIOR 

VELHO,

DEIXOU O AMOR 

QUE AINDA PALPITA 

NO MEU INTERIOR,

E NÃO O PERCO DE VISTA,

PORQUE AINDA ME ALIMENTA, 

ESTIMULA E EXCITA...!!!


Que viva

O P.CITY!!!


BRANDOA (DOMINGO, 18:35), 12 DE JUNHO DE 2022.


      KANKAMBALL YOYÓ (NDO)

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