A AUDÁCIA
DAQUELE/DAQUELA QUE DENUNCIA
A FALSA NOTÍCIA
NA POLÍCIA...
I
Sem palavras
Bonitas
Que vão ao encontro
Do gosto
Do outro
Que se encontra n'outro
Canto,
Procuro
Maneiras,
Ligeiras,
Talvez nas arestas
Dos polignos
Nos seus contornos,
Para não ferir sentimentos
E susceptibilidades
De muitas
Individualidades
E personalidades
No mundo
Conhecido
Da política
Da nossa época
Atual,
Real...!
II
A minha missão,
A minha função,
A minha filosofia,
Em cada poesia,
Em cada poema,
É a pedagogia
Que harmonize o corpo
E a mente
No tempo,
Que atenue o trauma,
O drama
Em que nos encontramos confinados,
Limitados,
Restritos
Aos cumprimentos
Dos decretos
Dos governos, informando
E educando
Os jovens do novo mundo.!
III
Eu escrevo
O que sinto,
O que vem do meu peito,
O que devo
Como um sujeito
Incumbido
De um dever enviado,
Determinado,
Imposto
Pelo Senhor
Criador,
De transmitir
O amor
Ao meu redor,
Reduzir
O sofrimento,
Através de palavras
Puras
E verdadeiras,
Palavras
Que não firam,
Entristeçam,
Magoem,
Nem
Machuquem
Ninguém,
Ditas
E escritas
Com o respeito
Devido...
IV
A psicose
Da minha burrice,
É um deslize
Que faz com que eu me avance
Em cada fase,
Para superar a minha crise
Existencial,
Individual
E pessoal...
V
Escrevo
Para mim,
Pelo meu fim
Como um delfim,
Como um noivo
Novo
Tirando fotos num jardim,
Para mais tarde
Recordar na posterioridade
A sua jovialidade
Na juventude,
Isto é, quando tiver mais idade...
(Por concluir)
Brandoa ( quinta-feira, 02:20), 04 de março de 2021.
KK IOIÓ (NDO)

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