SÃO
TANTAS
AS “ BALEIAS”!
TÃO
BONITAS!
NÃO
SÃO
FEIAS…!
I
São
Todas
Bonitas,
As minhas “baleias”!
Tantas
E todas
Catitas!
Não
São
Feias,
Mas constituem
Teias
Para este homem!
II
É o cúmulo,
O vínculo
Que o liga
A cada rapariga,
Àquela
Paixão antiga,
A sequela
Em cada costela
No máximo
Do seu organismo.
III
Mas, uma de cada vez
No espaço
E no tempo
Do seu corpo
Magriço,
Porque detesta
O stress
Ou a confusão
Que inquieta,
Atormenta,
Apoquenta
O seu débil coração.
IV
É na veia
Duma baleia,
Que a traqueia
Transporta a poesia,
A única via
Da minha epopeia
Nesta existência,
Nesta vivência
Efémera,
Passageira,
Desta terra.
V
Sou “Dionísio”
No meu silêncio,
No meu vazio,
Como o meio
De encontrar a minha”Afrodite”
Sempre ausente
E distante,
Como se estivesse nos Céus
Junto de Zeus,
O deus
Dos deuses,
Em todos os meses.
VI
É a saudade
Que me aperta
A garganta,
E a saudade
Que me puxa
Para a rixa
Comigo
Próprio,
Para um abrigo
Idêntico ao Capitólio,
À procura
Da minha senhora,
Da minha Nactividade!
PÓVOA DE SANTO ADRIÃO( CAFÉ- “PÃO QUENTE”, 6ª-FEIRA- 18H55 MINUTOS), 13/03/2015.
KANKAMBAL- NDO (MATTOS)

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