segunda-feira, 26 de setembro de 2022

 O VOO

DAS AVES 

NOS ARES,

NÃO DEVE SER ENJOO...


I


No centro,

O encontro

Que permite o perímetro 

De distanciamento,

De confinamento 

Em que, cada um

É obrigado,

É sujeito

No momento

Em que estamos vivendo, 

Para o bem comum...


II


Estamos presos 

Pelas correntes

Nos nossos

Passos,

Em todas as partes.

Pelo que devemos ter

Em conta, em cada dever

Que temos 

Que obedecer,

Cumprir,

Executar,

Para prevenir

O mal estar

Que nos pode provocar,

Sobretudo pelas circunstâncias 

Atuais.


III


A solidariedade 

Deve ser também 

A prioridade

De cada homem

Em cada dia

A fim de mitigar a miséria

Que pulula

Em cada fila,

Que em cada ambiente, nos revela.


IV


Estou

Preso 

À imaginação,

À divagação

Do meu peso,

Como homem

Que sou 

E para onde vou,

Enquanto tiver a saúde 

Para a combatividade,

Contribuir com a minha humilde 

Ideia para a juventude

Ou para a posteridade.


V


Como nada sei,

De tudo o que amei

E pensei, 

Procuro

Em cada dia

O que quero,

O que podia 

Fazer

Para ajudar,

Contribuir

Na incubação

Da imaginação 

Fértil 

Da camada juvenil,

Para crescer,

Amar,

E bem evoluir

Numa sociedade inclusiva,

Que viva

Para satisfazer

As necessidades básicas

Da população ...


VI


Urge pensar,

Atuar

Para salvar

A humanidade,

Tendo a necessidade 

De refomar,

Reciclar 

E recuperar

Os valores

Basilares 

Do planeta, 

Onde

O ser, 

Anda habita...


VI


A história,

A memória

Vivida

E recordada,

Com tristeza ou alegria,

Deve ser preservada

Com amor,

Como valor

Máximo 

E com entusiasmo,

Porque é o testemunho

Do nosso cunho,

Da nossa existência

Humana

E terrena...


(Continua)


Brandoa(Amadora, domingo, 3:36), 27 de setembro de 2020.


                                                KK

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