O VOO
DAS AVES
NOS ARES,
NÃO DEVE SER ENJOO...
I
No centro,
O encontro
Que permite o perímetro
De distanciamento,
De confinamento
Em que, cada um
É obrigado,
É sujeito
No momento
Em que estamos vivendo,
Para o bem comum...
II
Estamos presos
Pelas correntes
Nos nossos
Passos,
Em todas as partes.
Pelo que devemos ter
Em conta, em cada dever
Que temos
Que obedecer,
Cumprir,
Executar,
Para prevenir
O mal estar
Que nos pode provocar,
Sobretudo pelas circunstâncias
Atuais.
III
A solidariedade
Deve ser também
A prioridade
De cada homem
Em cada dia
A fim de mitigar a miséria
Que pulula
Em cada fila,
Que em cada ambiente, nos revela.
IV
Estou
Preso
À imaginação,
À divagação
Do meu peso,
Como homem
Que sou
E para onde vou,
Enquanto tiver a saúde
Para a combatividade,
Contribuir com a minha humilde
Ideia para a juventude
Ou para a posteridade.
V
Como nada sei,
De tudo o que amei
E pensei,
Procuro
Em cada dia
O que quero,
O que podia
Fazer
Para ajudar,
Contribuir
Na incubação
Da imaginação
Fértil
Da camada juvenil,
Para crescer,
Amar,
E bem evoluir
Numa sociedade inclusiva,
Que viva
Para satisfazer
As necessidades básicas
Da população ...
VI
Urge pensar,
Atuar
Para salvar
A humanidade,
Tendo a necessidade
De refomar,
Reciclar
E recuperar
Os valores
Basilares
Do planeta,
Onde
O ser,
Anda habita...
VI
A história,
A memória
Vivida
E recordada,
Com tristeza ou alegria,
Deve ser preservada
Com amor,
Como valor
Máximo
E com entusiasmo,
Porque é o testemunho
Do nosso cunho,
Da nossa existência
Humana
E terrena...
(Continua)
Brandoa(Amadora, domingo, 3:36), 27 de setembro de 2020.
KK

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