NO CIMO
DO ISTMO
I
No istmo,
No seu cimo,
Desfrutando
Ao máximo
A sua delícia,
A maravilhosa
Brisa
Que a Natureza
Oferece,
Proporciona
Àquele que nela
Contempla
Atentamente
E silenciosamente
Sentado
Sossegado...
II
O prazer
De um ser
Em escrever
Sobre o que quer
Ser
E ter
No seu viver
Terreno
E quotidiano.
III
Cabe a cada um, lutar,
Se esforçar,
Se embrenhar,
Trabalhar,
Batalhar
Afincadamente
A fim de chegar,
Conseguir,
Atingir
O ponto
Mais alto,
O desiderato,
O projeto
De qualquer sujeito
Para o seu perfeito
Encanto...
IV
Não vacilo,
Mesmo
Com o abalo,
Não temo,
Não hesito
Perante
O meu propósito
Até
Ao zénite,
O istmo,
O seu cimo.
V
Tudo deve merecer
A nossa atenção a valer,
No que diz respeito
Ao seu comportamento,
Ao seu carácter
Pessoal
E social...
VI
Quem
Tem
Fome,
Não teme
As consequências
Sociais
E só se arrepende dos seus atos
Quando está nos julgamentos...
(Continua)
UBBO(Amadora, domingo, 13:30), 16 de abril de 2023.
Mattos (NDO)

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