SEM A ESCRITA,
SINTO
UM APERTO
NA GARGANTA
E NO PEITO...
I
Quando não há a escrita,
A comida
Não é enviada
Não passa,
Fica presa
Na garganta,
Do esôfago,
E logo,
Para o estômago
II
Na noite,
Eis que Ndo
Se sente
Muito
Triste
No seu minúsculo
Quarto .
O duelo
Entre a escrita
Poética
E o seu dever profissional
Semanal
É bastante
Renhido,
Sobretudo
Quando
Se trata
Da Informática,
Que ele, NDO,
Considera uma grande "seca"
A poesia
Absorve todo o meu pensamento
Prejudicando,
De certa
Forma,
O meu exercício profissional,
P dever cabal
Que informa,
Forma
No desempenho do seu ofício,
Uma falha,
No que trabalha
Leve
Leve..!
III
Sinto
Uma grande lacuna!
Uma grande pena
Que condena
A minha pobre alma,
Que tudo ama
Em tudo
O que faz
No seu fundo,
Porque o deixa com muita paz!
IV
Os colegas
Roberta
Prata,
Anita,
Sandra,
De tudo
Fazem,
Ajudam,
Mas de de nada
Adianta,
Porque Ndo
Não aprende!
O Velho
Do Restelo
De cabelo
Branco,
Filho manjaco,
Vindo
De pelundo
Pelo Atlântico...!
Tudo está pendente!
Tudo
Está por fazer!
Por cumprur!
Tudo
Está atrasado!
Que tristeza!
(Continua)
Brandoa(terça feira, 05:52),16 de fevereiro de 2021.
KK IOIÓ

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