sábado, 19 de junho de 2021

 SEM A ESCRITA,

SINTO

UM APERTO

NA GARGANTA

E NO PEITO...


I


Quando não há a escrita,

A comida 

Não é enviada

Não passa,

Fica presa

Na garganta,

Do esôfago,  

E logo,

Para o estômago


II


Na noite,

Eis  que Ndo

Se sente

Muito 

Triste

No seu minúsculo 

Quarto .

O duelo

Entre a escrita

Poética 

E o seu dever profissional 

Semanal

É  bastante 

Renhido,

Sobretudo

Quando  

Se trata 

Da Informática,

Que ele, NDO, 

Considera uma grande "seca"

A poesia

Absorve todo o meu pensamento

Prejudicando,

De certa 

Forma,

O meu exercício profissional,

P dever cabal

Que informa,

Forma

No desempenho  do seu ofício,

Uma falha, 

No que trabalha

Leve

Leve..!


III


Sinto

Uma grande lacuna!

Uma grande pena

Que condena

A minha pobre alma,

Que tudo ama

Em tudo 

O que faz

No seu fundo,

Porque o deixa com muita paz!


IV


Os colegas

Roberta

Prata,

Anita,

Sandra, 

De tudo

Fazem,

Ajudam,

Mas de de nada 

Adianta,

Porque Ndo

Não aprende!

O Velho

Do Restelo

De cabelo

Branco,

Filho manjaco,

Vindo

De pelundo

Pelo  Atlântico...!

Tudo está pendente!

Tudo

Está por fazer!

Por cumprur!

Tudo 

Está atrasado!

Que tristeza!


(Continua)


Brandoa(terça feira,  05:52),16 de fevereiro de 2021.


KK IOIÓ

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