ABÔ, SAMBU,
BU
KA FALABA
KUMA, BU
TRABADJU
CABA?!
I
Para quê
Mexer
No processo
Que já estava concluído ?
Várias vezes,
Afirmaram
Que já não iam
Mexer
Mais uma única palha!
Porquê
A mudança brusca?
Repentina?
Vão queimar
Todas as palhas?
O palheiro?
II
O que mudou?
Alguém te aconselhou
A cumprir as diretrizes
Dos juízes
Do STJ?
III
Os ziguezagues
Têm a ver,
Com o dinheiro
Que recebeu
Do EIXO DO MAL
E do Sr. MAKCY SALL?
Quando acabar com as crises,
O desespero
Do povo honesto e sincero,
Que procedeu
E cumpriu o seu dever?!
Qual é o novo plano!
Que capítulo,
Que episódio
Vem a seguir,
Para estarmos atentos,
Porque não queremos
Perder "nadinha", "nadinha",
Até que tudo acabe
Limpo,
"Limpinho, limpinho"!
IV
Devolva a verdade
Verdadeira
À nossa sociedade,
À nossa terra!
Já chega
De tanta manobra!
Tire-nos dessa praga!
Divulga
Os verdadeiros resultados,
Saídos
Das urnas
E não os fabricados
Nas vossas oficinas!
Evite chacinas
Noturnas
Das polícias palacianas!
V
Estamos
Atentos
Aos vossos golpes!
Não somos míopes
Aos vossos
Falsos
Movimentos!
Acompanharemos,
Passo
A passo,
Os vossos
Percursos,
Nesses novos apuramentos
Regionais
E nacionais!
VI
Não queremos
Mais, uma outra
Guerra
Na nossa terra!
A guerra
Da independência
Foi uma experiência
Áspera,
Dolorosa, terrível
E abominável
Para qualquer
Ser
Que vivenciou
E presenciou
A guerra colonial,
Que forjou
A luta de libertação Nacional!
VII
Sou o produto
Desse tempo,
Que a História
Ainda
Guarda
Na minha( nossa) memória!
Em cada Canto
Do meu corpo,
Revejo,
Com nojo,
A chaga
Deixada
E não me larga!
VIII
Tudo
O que os meus velhos
Tinham conseguido,
Com muito suor
E sacrifício,
Foi desbaratado,
Foi tudo
Perdido
Nos entulhos
E constituem hoje,
Os retalhos
Deste monge...!
IX
Pelo que exorto
A prudência!
Não a violência
Por qualquer
Candidato,
Que quer
Ser
Presidente
Desta(Nesta) parte,
Do meu continente!
Exigr-se ,
Pede-se,
A contenção
Verbal,
Sem a ostentação
Pessoal
De um,
Em lado nenhum!
X
Só o diálogo
Frutífero
Nos pode conduzir
Ao vulgo
Desenvolvimento próspero,
Sustentável,
Equilibrado,
Harmonioso
E desejavel
Por todos!
XI
Ninguém
É ninguem,
Por excluir outrem
No bem
Comum, coletivo,
Que pertence ao povo!
XII
O medo
Que tenho,
É do sonho
Semeado,
Não ser concretizado
Enquanto estou vivendo!
É o medo
Que travo,
Que o meu povo
Continue a ser escravo!
Não ser livre,
Como o tigre
Na floresta
Ou como o canto
Duma ave
Na densa savana
Africana!
XIII
Quem
Proclama
A força
Para atingir
Os seus fins,
Ameaça
A paz social,
A tranquilidade
De toda a comunidade
Que almeja a felicidade!
XIV
A ver,
Vamos,
O dia de amanhã!
Ou mais outra
Artimanha,
Outra
Manobra,
Na nossa terra!
XV
O consenso social,
A bem da nossa NAÇÃO,
Haja a paz !!!
Não a guerra,
Para que haja a paz!!!
Brandoa(segunda-feira, 13h25 mimutos), 24 de fevereiro de 2020.
KK(NDO)

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