domingo, 27 de junho de 2021

 A ARMA  SRCRETA,

ÀQUELA QUE,  MALIGNAMENTE MATA...


I


Fugir  a palavra morte,

É como estar inerte;

É a cobardia

Que nada alia, 

Porque a realidade

Tem de ser dita,

Ainda que nos doa...


II


Aqueles que planeiam,

Aqueles que, por que gourarem

Nos seus intentos,

Tentam

A todo custo

Desforrar aquele que invejam...


III


Por minha causa,

Muita gente

Está a pagar por isso

Muita gente

Está a pagar a culpa

Que nunca troxeram,

Que ninca tiveram.


IV


Não,  não!

Isso não pode ser!

Nao! Nao!

Isso não pode acontecer!


V


Sigam os vossos caminhos

Sem a mínima preocupação. 

Vós não tendes culpas

Dos meus erros, 

Das minhas asneiras.


VI


Já não sou eu,

Pelo que ninguém 

Possa morrer, 

Mas nunca ver as pessoas a sofrer,

Várias  humilhações 

E privaçoes.


VII


As almas perdudas

Noutro mundo

Desconhecido, 

Mesmo sem as vossas ausências, 

Não deixais abandonadas 

E esquecidas

Aquelas almas

Que vós mesmos tinham

Amado

E criado, 

Pois, vós continuais

A ser suas referências...


VIII


A alma Solidária,

A alna odiada 

Por muitos,

Que abandonou a sua pátria,

Não por,livre vontade,

Mas por motivos alheios

E implícitos, 

Está  completamente 

Deslocado,

Está totalmente

Suficado.


IX


Falo de Docudjune,

Falo de Mene Brene,

Falo da querida e saudosa Tymanane,

Que nas terras da Guiné ,

Os meus inimigos,

Não deixariam impune!


X


E, hoje, estou sofrendo 

Por tudo  o que criei,

Por tudo o que fiz,

Por tudo

O que estou fazendo;

Do mundo 

Que soltei

Que atualmente

Nada me diz...!


Continua


.Queluz(quarta-feira), 03 de junho de 1999.


MATTOS (NDO)

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