A ARMA SRCRETA,
ÀQUELA QUE, MALIGNAMENTE MATA...
I
Fugir a palavra morte,
É como estar inerte;
É a cobardia
Que nada alia,
Porque a realidade
Tem de ser dita,
Ainda que nos doa...
II
Aqueles que planeiam,
Aqueles que, por que gourarem
Nos seus intentos,
Tentam
A todo custo
Desforrar aquele que invejam...
III
Por minha causa,
Muita gente
Está a pagar por isso
Muita gente
Está a pagar a culpa
Que nunca troxeram,
Que ninca tiveram.
IV
Não, não!
Isso não pode ser!
Nao! Nao!
Isso não pode acontecer!
V
Sigam os vossos caminhos
Sem a mínima preocupação.
Vós não tendes culpas
Dos meus erros,
Das minhas asneiras.
VI
Já não sou eu,
Pelo que ninguém
Possa morrer,
Mas nunca ver as pessoas a sofrer,
Várias humilhações
E privaçoes.
VII
As almas perdudas
Noutro mundo
Desconhecido,
Mesmo sem as vossas ausências,
Não deixais abandonadas
E esquecidas
Aquelas almas
Que vós mesmos tinham
Amado
E criado,
Pois, vós continuais
A ser suas referências...
VIII
A alma Solidária,
A alna odiada
Por muitos,
Que abandonou a sua pátria,
Não por,livre vontade,
Mas por motivos alheios
E implícitos,
Está completamente
Deslocado,
Está totalmente
Suficado.
IX
Falo de Docudjune,
Falo de Mene Brene,
Falo da querida e saudosa Tymanane,
Que nas terras da Guiné ,
Os meus inimigos,
Não deixariam impune!
X
E, hoje, estou sofrendo
Por tudo o que criei,
Por tudo o que fiz,
Por tudo
O que estou fazendo;
Do mundo
Que soltei
Que atualmente
Nada me diz...!
Continua
.Queluz(quarta-feira), 03 de junho de 1999.
MATTOS (NDO)

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