sexta-feira, 6 de agosto de 2021

 O VELHO,

JÁ NÃO TEM(DÁ) O BRILHO!



Eis

Que o Velho

Cede lugar,

Sem negar,

Ao novo,

Para dar

O novo

Ano,

O imperativo

Que o assiste

E não resiste,

O fôlego, 

A dinâmica humana

Que emana

Da lei

Natural

E normal

Das coisas.


II


A bilha

Velha,

Já não brilha

Tanto,

Como no momento

Em que era ainda

Nova em folha.


III


A nossa aposta

Deve ter em conta

No novo,

Que é decisivo

Para a continuidade

Da sociedade 

Da comunidade,

Revoluções

Das gerações,

"A flor da nossa luta",

Como dizia alguém,

Um grande homem.


IV


Não que eu subestime

O legado

Do velho,

A fonte,

A raiz

Do nosso aprendizado,

Do nosso conhecimento,

Mas apenas e simplesmente,

O reconhecimento

Do mérito

Sublime,

Do seu contributo

E, que, chegado

Ao instante

Da sua retirada

Merecida

Na vida

Activa,

Dê o azo

E ao gozo

Da nova

Seiva

Que implemente à mudança

E a esperança

Sempre esperada.


V


É o fim

Um sim

Em mim

Ou de qualquer

"Nabussim"(1)

Na sua aventura

Numa terra

Estrangeira,

Estranha,

Que aspira

Uma bolanha,

Que almeja o poder,

Que anela o saber.


VI


O desejo do poder,

O desejo saber,

O prazer

De conviver

Com com outro ser

Que respeite

O seu semelhante

Na sua integridade,

Na sua propriedade,

Na sua privacidade.

Eis

O que move

Este rapaz

Que escreve

E quer

A paz

Interior

E o amor,

Para todos.


VIII


O desejo que o ano que acaba

Nos livre e ilibe

Das atrocidades,

Das barbaridades

Que levam alguns

A cometer atos

E delitos

Ruins

Em várias sociedades,

Em vários países,

Negando que as suas comunidades

Sejam felizes.


IX

Oxalá

Que aqui e acolá,

Haja a senha

De um amanhã

Radiante

Em cada continente!


BEM HAJAM 


1) .Príncipe, no dialeto manjaco.


PÓVOA DE SANTO ADRIÃO (5 feira, 12h28  minutos), 31 DE DEZEMBRO DE

DEZEMBRO DE 2015.


                   KANKAMBALL (NDO)

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