SEM OCUPAÇÃO,
SÓ NOS RESTA A DIVAGACÃO
i
"Always
Meine Fraulein,
Weil ich
Liebe sie
Sehr gut".
II
Sem ocupação,
Faço cada "boneco",
Tento
Escrever de quando
Em vez,
De modo
Parco,
E ao meu jeito,
O português
Perfeito;
Entrego-me
Ao mundo
Que me
Ultrapassa
E que me atiça,
Ao universo
Dos que atingem o paraíso
Da perfeição,
Para afugentar os meus medos,
Aos meus se(s) e "credos",
À minha solidão,
Ao meu silêncio,
Ao meu tédio,
Mesmo que esteja no meio
Da população
Em grande diversão.
III
Temo
E tremo
o que muito amo
Ao máximo;
Temo
A perda da amizade de quem está próximo(de mim);
Procuro o ritmo
Que segue o mesmo
Rumo,
Isto é, não ser
o péssimo
Ser,
O último
No viver
Da(na ) sociedade,
Da(na) humanidade.
IV
No meu sono,
Procuro o meu trono
Como peregrino,
Como nómada
Que faz aceno
Em cada
Partida,
Que abraça cada
Mano
Em cada
Chegada.
V
É tão bom
A divagação,
A sensação,
A fluição
Da nossa visão
Sem limitação,
Bem como na nossa digressão.
(Por concluir)
PSA(SÁBADO,13H2O MINUOTS), 10/09/2016.
kk(ndo)

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