OS PODERES
DE ESTAR
NO MEIO DE DUAS MULHERES
I
Uma sensação
Muito agradável,
Diria mesmo saudavel,
Uma paixão
Incrível,
Essa inspiração!
II
Estar,
Se instalar
No meio de duas mulheres
Com bastantes
Poderes,
É como se
Estivesse
Protegido,
Iluminado
Por seres
Sobrenaturais,
Com forais
Incandescentes,
Celestes,
Difundindo
Faíscas
Em todas as faixas!
III
Não existe
Nenhuma
Mona Lisa
Em parte
Nenhuma,
Nenhuma
Dama,
Senão a nossa
Esposa!
Àquela
Estrela
Que nos fascina
E nos ilumina
Em cada beco,
Em cada buraco!
Àquela
Que nos dá
Mais força,
Que nos dá
Mais esperança!...
IV
A superproteção
De um cidadão,
Com o privilégio,
Não o prestígio,
De dois amores,
De dois olhares
De duas mulheres
Que seguram
A barra
Da criatura
Que apenas amam!
V
Os ventos
Fortes
Em todos
Os momentos,
Em todos
Os instantes,
Vindos
Algures
Dos montes
Desconhecidos,
Não
São
Empecilhos
Aos olhos
Dessas feras,
Dessas mulheres
Protetoras
Nas (Das) minhas horas
De torturas,
Nas(Das) diversas
Masmorras
Reais ou quimeras!
VI
A dádiva
De cada diva,
Me salva
Dos predadores
Da selva,
Me salva
Dos abutres
Que anseiam
Saciar
A saliva,
Que almejam
Agradar
A língua
Da tanta míngua!
OS PODERES
DE ESTAR
NO MEIO DUAS MULHERES
I
Uma sensação
Muito agradável,
Diria mesmo saudavel,
Uma paixão
Incrível,
Essa inspiração!
II
Estar,
Se instalar
No meio de duas mulheres
Com bastantes
Poderes,
É como se
Estivesse
Protegido,
Iluminado
Por seres
Sobrenaturais,
Com forais
Incandescentes,
Celestes,
Difundindo
Faíscas
Em todas as faixas!
III
Não existe
Nenhuma
Mona Lisa
Em parte
Nenhuma,
Nenhuma
Dama,
Senão a nossa
Esposa!
Àquela
Estrela
Que nos fascina
E nos ilumina
Em cada beco,
Em cada buraco!
Àquela
Que nos dá
Mais força,
Que nos dá
Mais esperança!...
IV
A superproteção
De um cidadão,
Com o privilégio,
Não o prestígio,
De dois amores,
De dois olhares
De duas mulheres
Que seguram
A barra
Da criatura
Que apenas amam!
V
Os ventos
Fortes
Em todos
Os momentos,
Em todos
Os instantes,
Vindos
Algures
Dos montes
Desconhecidos,
Não
São
Empecilhos
Aos olhos
Dessas feras,
Dessas mulheres
Protetoras
Nas (Das) minhas horas
De torturas,
Nas(Das) diversas
Masmorras
Reais ou quimeras!
VI
A dádiva
De cada diva,
Me salva
Dos predadores
Da selva,
Me salva
Dos abutres
Que anseiam
Saciar
A saliva,
Que almejam
Agradar
A língua
Da tanta míngua!
VII
A proteção feminina
É humana,
É divina,
É mais digna,
É mais condigna
Porque ela é uterina,
Porque ela se origina
Da sua faina
Tão genuína
E umbelina...!
(Por concluir)
Encosta do Sol( Sá., 20h45m), 13/OUTUBRO/2018.
KK(NDO)
(Por concluir)
Encosta do Sol( Sá., 20h45m), 13/OUTUBRO/2018.
KK(NDO)

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