A FALA
DA BELA
DONZELA
VINDA DA LALA...
I
O apelo
Tranquilo,
Da bela
Donzela
Da minha Lala,
Me estimula
Cada vez mais à luta,
À labuta
Ainda
Mais renhida,
Árdua,
Doa
A quem doer,
Venha donde vier.
II
Descrevo
E escrevo
Com minúcias
As minhas tarefas diárias,
Ainda com trivialidade
E banalidade
De modo profícuo,
Como um indivíduo
Que depende
Da solidariedade
Da sua sociedade,
Da alegria
E da folia
Da minha família,
O meu fecundo
E profundo
Alimento,
Sustento...
III
Voar,
Viajar
Pedalar
Pelas minhas asas
Ou por meio d,outras cousas
Da atualidade,
Da modernidade,
Pelos meios sociais,
Por tudo o que diz respeito
Aos meios virtuais,
Digitais,
Ou pelos meios tradicionais,
Como autocarros,
Metros
E apoios
Dos comboios,
Indo para Cais
De Sodré,
Para Sintra,
Para Parede,
Para Carcavelos
Onde estão alguns pupilos,
Para Cascais
Apreciar
Belas praias...
IV
A delícia
De quem se refugia
Na poesia,
DO gosto
Fortuito
Do sujeito
Com a propensão
À erudição
Tanto
No assunto
Referente ao vasto
Conhecimento,
De prazer,
De lazer,
Bem como
O desgosto,
O pranto
Vindo do seu peito...
V
O maior
E melhor
Divertimento
É todo o misto
Que me proporciona ao amor
No meu interior.
Ao meu redor,
Ao meu exterior....
(Por concluir)
Cacém (segunda- feira, 10:45), 01 de novembro de 2021.
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