A fonte!
Fonte, das nossas almas,
mato da nossa infancia
Vi as lagrimas nos olhos
de bandjumpor,
Mas as suas lagrimas quente
nao vim dos olhos
mas da profunidade da alma
e num misterio de remorço
inconsolavelmente,chorei
li nos meus proprios olhos
o trageco desfecho
Perdi o tino:
E para nao acobardar,
Aminha pobre cachimona,
dava volta do meu cerebro
nas ideias e, nas ondas cilenciosas

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