A CIMEIRA
DA PALMEIRA
EM QUÍNARA
I
Não vim para brincar,
Vim para trabalhar,
Para dar no duro
E sempre ser verdadeiro,
Puro
E sincero.
II
A azáfama
Do filho de Bolama,
Que a terra ama
No fundo da sua alma,
É constante
E permanente.
QUELUZ, 14 DE DEZEMBRO DE 2010
RUTH CRISTINA MATOS FERREIRA

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