Recordação,
Da produção
Minha,
Nesta beldade,
Nesta cidade
Nortenha...!
Há sete anos!...
A MINHA POESIA
NÃO É FANTASIA,
MAS SIM A MINHA VIVÊNCIA
DIÁRIA
I
As palavras
Raras
Que não são caras,
São verdadeiras,
Não são aventuras
De quem as escreve,
De quem as transmite
Para ludibriar
Quem as lê
E tenta interpretar
O seu verdadeiro sentido,
O seu significado.
II
O amor
É relativo;
Tem um sabor
Ameno,
Amargo,
Dependendo do objetivo
Do seu ator,
Do treino
No seu âmago.
III
Amar
E nunca se desarmar,
Teimar
Chamar
Alguém que não quer rimar
Connosco,
Porque recebe pouco
Troco,
Às vezes, torna-se ridículo
Continuar no mesmo dolo.
IV
Mas o amor
É cego!
Não vê o perigo,
O embargo
Do seu próprio sossego!
O apego
Ao ambigo
Que o amigo
Vê como um fungo.
( CONTINUA)
FREAMUNDE ( PAÇOS DE FERREIRA- 4ª- 15H35 MINUTOS), 19 DE JUNHO DE 2013.
KANKAMBAL- MATTOS FERREIRA (NDO)

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