sexta-feira, 18 de junho de 2021

 Recordação,

Da produção 

Minha,

Nesta beldade,

Nesta cidade

Nortenha...!


Há sete anos!...


A MINHA POESIA

NÃO É FANTASIA,

MAS SIM A MINHA VIVÊNCIA

DIÁRIA


I


As palavras

Raras

Que não são caras,

São verdadeiras,

Não são aventuras

De quem as escreve,

De quem as transmite

Para ludibriar

Quem as lê

E tenta interpretar

O seu verdadeiro sentido,

O seu significado.


II


O amor 

É relativo;

Tem um sabor

Ameno,

Amargo,

Dependendo do objetivo

Do seu ator,

Do treino

No seu âmago.


III


Amar

E nunca se desarmar,

Teimar

Chamar

Alguém que não quer rimar

Connosco,

Porque recebe pouco

Troco,

Às vezes, torna-se ridículo

Continuar no mesmo dolo.


IV


Mas o amor

É cego!

Não vê o perigo,

O embargo

Do seu próprio sossego! 

O apego

Ao ambigo

Que o amigo

Vê como um fungo.

                                          ( CONTINUA)


 FREAMUNDE ( PAÇOS DE FERREIRA- 4ª- 15H35 MINUTOS), 19 DE JUNHO DE 2013.


                   KANKAMBAL- MATTOS FERREIRA (NDO)

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