quinta-feira, 17 de junho de 2021

 Ai 

Meu lápis!

Ai

Minha caneta!

O que cada um escreve,

Pinta,

O que se vê



O QUE CARREGO,

O QUE TRAGO

NA MINHA CABEÇA

É A ESPERANÇA

QUE ESCREVO

SOBRE O  MEU POVO;

UM LAPIS,

DEPOIS A CANETA 

PRETA 

QUE FALA SOBRE O MEU PAÍS 

QUE ENFRENTA

UMA CRISE 

NUNCA VISTA

HÁ DÉCADAS 

COM POPULAÇÕES DESESPERADAS ...!


II


UM LÁPIS 

QUE DESENHA

A FAÇANHA

DAQUELE QUE SE EMPENHA

EM CAMPANHA

PARA DENEGRIR 

A IMAGEM

DO MEU PAÍS 

E DESTRUIR

O QUE CONTÉM 

AINDA DE POSITIVO

DO MEU POVO...!


III



Em cada dia, 

Me levanto

Absorto

No assunto

Que diz

Respeito

Ao meu país, 

Sobre a desgraça

Que esmaga a esperança

De cada criança

Que também queria

Ser feliz

Como as outras 

Crianças 

D,outras 

Partes

D,outros continentes...!


IV


Oh! Mãe África,

O que te peca

E enferniza

A desgraça

Que se espalha

Pela malha

De dentro,

Do centro

Para fora,

Que causa

A miséria

E a tristeza

Na fisionomia

De cada criatura?!


V


Porque tenho

Que fingir

Em sorrir,

Se o meu sonho

Não está a corresponder

O vover

Da gente

Do meu continente?


VI


As barrigas

Dilatadas,

Caras inchadas 

Das suas crianças,

Evidenciam a fome, 

A miaéria,

Os maus tratos

A que estão sujeitas,

Ou, as impossibilidades

E as dificuldades

Que os seus progenitores 

Enfrentam

No seu dia

A dia!


VII


O vírus,

O focus

Que veio agravar

A situação 

Já existente

No continente ,

As desigualdades

Sociais

Ainda galopantes

Em todas as partes...


VIII


Os chefes 

De Estados 

Falhados, 

Exibem,

Mostram 

Os seus chifres,

Voando por todas as partes

Do mundo,

Sem sabermos,

Concretamente  

O que levam, 

O que trazem,

O que pretendem,

O que procuram

E se gabam

De serem 

Defensores

Dos intetesses 

Do povo,

Arruinam

As economias 

Com os acordos

Que assinam 

Secretamente...!


IX

Sem comentários:

Enviar um comentário