Ai
Meu lápis!
Ai
Minha caneta!
O que cada um escreve,
Pinta,
O que se vê
O QUE CARREGO,
O QUE TRAGO
NA MINHA CABEÇA
É A ESPERANÇA
QUE ESCREVO
SOBRE O MEU POVO;
UM LAPIS,
DEPOIS A CANETA
PRETA
QUE FALA SOBRE O MEU PAÍS
QUE ENFRENTA
UMA CRISE
NUNCA VISTA
HÁ DÉCADAS
COM POPULAÇÕES DESESPERADAS ...!
II
UM LÁPIS
QUE DESENHA
A FAÇANHA
DAQUELE QUE SE EMPENHA
EM CAMPANHA
PARA DENEGRIR
A IMAGEM
DO MEU PAÍS
E DESTRUIR
O QUE CONTÉM
AINDA DE POSITIVO
DO MEU POVO...!
III
Em cada dia,
Me levanto
Absorto
No assunto
Que diz
Respeito
Ao meu país,
Sobre a desgraça
Que esmaga a esperança
De cada criança
Que também queria
Ser feliz
Como as outras
Crianças
D,outras
Partes
D,outros continentes...!
IV
Oh! Mãe África,
O que te peca
E enferniza
A desgraça
Que se espalha
Pela malha
De dentro,
Do centro
Para fora,
Que causa
A miséria
E a tristeza
Na fisionomia
De cada criatura?!
V
Porque tenho
Que fingir
Em sorrir,
Se o meu sonho
Não está a corresponder
O vover
Da gente
Do meu continente?
VI
As barrigas
Dilatadas,
Caras inchadas
Das suas crianças,
Evidenciam a fome,
A miaéria,
Os maus tratos
A que estão sujeitas,
Ou, as impossibilidades
E as dificuldades
Que os seus progenitores
Enfrentam
No seu dia
A dia!
VII
O vírus,
O focus
Que veio agravar
A situação
Já existente
No continente ,
As desigualdades
Sociais
Ainda galopantes
Em todas as partes...
VIII
Os chefes
De Estados
Falhados,
Exibem,
Mostram
Os seus chifres,
Voando por todas as partes
Do mundo,
Sem sabermos,
Concretamente
O que levam,
O que trazem,
O que pretendem,
O que procuram
E se gabam
De serem
Defensores
Dos intetesses
Do povo,
Arruinam
As economias
Com os acordos
Que assinam
Secretamente...!
IX

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