O TESOURO
QUE TANTO PROCURO!
I
Mediana!
Não como Diana,
Que este homem
Ambiciona,
Apaixona
Na vida terrena.
II
Perdidamente,
Sente
O que a mente
Transmite
Diariamente
Em cada parte
Do seu corpo,
Na base e no topo.
III
É agora
Que devo falar,
Ou calar
Para sempre
O que agora,
Me fere.
IV
O prazer
De ser
O que sou,
O reflexo
De tudo
O que se passou
No meu passado
Sem complexo.
Desculpem o ritmo
Do pleonasmo
No desfecho
Deste pequeno trecho.
V
E que tesouro
Procuro?
-Um humano
Que seja digno,
Sincero,
Verdadeiro;
Não aquele(a) que apenas mostra
A máscara,
Àquele (a) que pinta,
Ou, seja, àquele (a) que é hipócrita.
VI
O sonho,
O caminho
Da perfeição,
Deve ser
A propensão,
A intenção
De cada ser.
VII
Eis o tesouro
Íntegro
Que procuro,
O faro,
O tempero
De cada poro
Do meu organismo
Que guia o meu íntimo.
(Por concluir)

Sem comentários:
Enviar um comentário