domingo, 11 de julho de 2021

 O TESOURO

QUE TANTO PROCURO!


I


Mediana!

Não como Diana,

Que este homem 

Ambiciona,

Apaixona

Na vida terrena.


II


Perdidamente,

Sente

O que a mente

Transmite

Diariamente

Em cada parte

Do seu corpo,

Na base e no topo.


III


É agora

Que devo falar,

Ou calar

Para sempre

O que agora,

Me fere.


IV


O prazer

De ser

O que sou,

O reflexo

De tudo

O que se passou

No meu passado

Sem complexo.

Desculpem o ritmo

Do pleonasmo

No desfecho

Deste pequeno trecho.


V


E que tesouro 

Procuro?

-Um humano

Que seja digno,

Sincero,

Verdadeiro;

Não aquele(a) que apenas mostra

A máscara,

Àquele (a) que pinta,

Ou, seja, àquele (a) que é hipócrita.


VI


O sonho,

O caminho

Da perfeição,

Deve ser

A propensão,

A intenção

De cada ser.


VII


Eis o tesouro

Íntegro

Que procuro,

O faro,

O tempero

De cada poro

Do meu organismo

Que guia o meu íntimo.


(Por concluir)

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